BnR Alumni – Marco Ferreira

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O Marco foi redator de Futebol Nacional no BnR durante cerca de sete meses. Já foi jornalista do Correio da Manhã, d’A Bola TV e da Iberia Universal. Atualmente, é diretor-desportivo do SU Sintrense e comentador na Eleven Sports.

Bola na Rede: Por que é que quiseste entrar no Bola na Rede?

Marco Ferreira: Primeiro do que tudo, foi um projeto que considerei desafiante desde que tive contacto com ele. Uma plataforma online que pretendia não ser apenas mais uma é sempre algo interessante, ainda para mais num mundo onde cada vez mais ligamos ao que acontece online do que àquilo que nos é passado através das rádios, das televisões e dos jornais. Depois, quis entrar no BnR porque queria que os conteúdos que eu produzia fossem vistos por mais gente do que apenas os professores e colegas. E, por último, toda a equipa do BnR foi sempre cinco estrelas e ajudou-me não só a produzir conteúdos como também a ter ideias para novos textos.

BnR: Que competências é que ganhaste com a tua colaboração no Bola na Rede?

MF: Principalmente a noção de responsabilidade. É que, se o texto não aparecesse escrito à hora combinada e no dia combinado, ninguém o faria por mim e o site ficaria a perder conteúdos por irresponsabilidade minha. Também aprendi a ser ainda mais rigoroso na escrita, até porque o mínimo erro é facilmente detetável pelo leitor e é capaz de arruinar um texto que podia até ser excelente. Além disso, aprendi a trabalhar melhor em equipa, na medida em que era necessário haver coordenação entre editores, redatores e revisores.

BnR: Achas que o Bola na Rede é uma boa escola de comunicação?

MF: Considero que sim. Como já referi nas questões anteriores, o BnR obriga-nos a ser mais responsáveis, mais rigorosos e a trabalhar bem em equipa. E estes três fatores são das coisas mais importantes quando se entra no mundo do trabalho, nomeadamente para um jornalista, onde tudo é escrutinado até ao mais ínfimo pormenor e onde quem erra, por mais pequeno que seja o erro, está sempre entre a espada e a parede.

BnR: Por que é que aconselhavas alguém a entrar no projeto?

MF: É uma ótima montra para mostrar o trabalho desenvolvido a milhares de pessoas. É uma experiência sempre interessante para ter no currículo e a equipa de trabalho é fenomenal e faz-nos também aprender.