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Cabeçalho modalidadesO SLB que já tinha  ganho esta época a Taça de Portugal e a Taça Hugo dos Santos  garantiu mais um titulo nacional ao derrotar o FCP no último encontro por claros 30 pontos de diferença ( 87-57. A equipa da capital chega assim ao  27º  titulo nacional.

Bastaram três jogos, na final do “play off”,  para o SL Benfica voltar  a  ser campeão. As duas vitórias, nos últimos segundos (70-73 e 81-83) no Dragão Caixa , abriram o caminho.

Mesmo com alguma irregularidade, o SLB. foi  a melhor equipa nacional  e não é  surpresa a conquista de mais um titulo.

Os números da final

Damian Hollis, talvez o melhor jogador do campeonato Fonte: SL Benfica
Damian Hollis, talvez o melhor jogador do campeonato
Fonte: SL Benfica

O SL Benfica foi claramente superior ao FC Porto nesta final:

– Marcou mais pontos (11,7 média) e lançou melhor perto do cesto (56% contra 43%), pese o facto dos nortenhos lançarem mais vezes (97 contra 89).

– Nos triplos o SLB fez mais 10 lançamentos, no total, com boa percentagem (41%)

– Equilíbrio nos lances livres

– Raven Barber (19,7 MVP) foi o jogador mais regular da Final com Sasa Borovnjak (F.C.Porto) a nível semelhante (19,5).

– Damian Hollis (SL Benfica), claramente o melhor jogador da Liga, conseguiu o registo de 16 (MVP). Formado em George Washington, já jogou na Bélgica, Itália, Hungria e Grécia .

– Destaque nacional para José Silva (FCP) 14,7  e para Tomás Barroso (SLB) com 13,8.

– Ressaltos vantagem nos defensivos para o SLB (ganhou mais 18) e vantagem nos ofensivos para o FCP (mais 6)

– Equilíbrio nos restantes indicadores estatísticos

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Comentários

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De jogador a treinador, o êxito foi uma constante. Se o Atletismo marcou o início da sua vida desportiva enquanto atleta, foi no Basquetebol que se destacou e ao qual entregou a sua vida, jogando em clubes como o Benfica, CIF – Clube Internacional de Futebol e Estrelas de Alvalade. Mas foi como treinador que se notabilizou, desde a época de 67/68 em que começou a ganhar títulos pelo que do desporto escolar até à Liga Profissional foi um passo. Treinou clubes como o Belenenses, Sporting, Imortal de Albufeira, CAB Madeira – Clube Amigos do Basquete, Seixal, Estrelas da Avenidada, Leiria Basket e Algés. Em Vila Franca de Xira fundou o Clube de Jovens Alves Redol, de quem é ainda hoje Presidente, tendo realizado um trabalho meritório e reconhecido na formação de centenas de jovens atletas, fazendo a ligação perfeita entre o desporto escolar e o desporto federado. De destacar ainda o papel de jornalista e comentador de televisão da modalidade na RTP, Eurosport, Sport TV, onde deu voz a várias edições de Jogos Olímpicos e da NBA. Entusiasmo, dedicação e resultados pautam o percurso profissional de Mário Silva.                                                                                                                                                 O Mário escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.