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Numa semana em que está confirmada a presença de Portugal no calendário da modalidade, encontrámo-nos em Silverstone, na Grã-Bretanha, para a quarta ronda do Campeonato Mundial de Fórmula 1.

A ANTEVISÃO: BEM-VINDO DE VOLTA, NICO HULKENBERG!

Algumas mudanças foram feitas neste fim-de-semana. A primeira delas foi o facto de Sergio Perez, piloto da Racing Point e um dos destaques do campeonato até agora, ter, infelizmente, testado positivo no teste da COVID-19, impossibilitando o mexicano de correr esta semana.

Porém, a equipa acaba por trazer Nico Hulkenberg de volta à Fórmula 1 mais cedo do que pensávamos. O piloto alemão substituirá Perez até este se sentir melhor, e digamos que, aqui, Hulkenberg tem uma oportunidade de ouro para conseguir mostrar-se novamente, num carro que também tem mostrado ser competitivo.

Falando em qualificação, é a Mercedes que, mais uma vez, sairá nos dois primeiros lugares da frente. Numa luta acesa com Valtteri Bottas, e numa saída de “peão” na Q2, que acaba por fazer abanar as bandeiras vermelhas, é Lewis Hamilton que consegue conquistar a sua 91.º pole position, a sétima pole conquistada no Grande Prémio de casa.

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Na Q1, quem sai eliminado são os homens da Haas e da Alfa Romeo, seguido de Nicholas Latifi (Williams) que, no final, despista-se e acaba por não fazer tempo. Já o colega de equipa, George Russell, volta novamente a classificar-se numa Q2.

Na segunda parte da qualificação, os Alpha Tauri de Daniil Kvyat e Pierre Gasly ficam pela zona de eliminação, bem como o «recém-chegado» Nico Hulkenberg (Racing Point), George Russell (Williams) e, surpreendentemente, Alex Albon (Red Bull), que já no TL2 acionou a bandeira vermelha, numa saída de pista.

Mais uma vez, os Mercedes chegaram para dominar. E, mais uma vez, não falamos apenas da equipa. Em geral, equipas com motores Mercedes acabam por se destacar como mais rápidas, sendo o caso da Racing Point e da Williams.

Por fim, o que esperar? Mais um domínio da Mercedes, ora. E, como exemplo, temos a Q2, em que Valtteri Bottas consegue fazer o primeiro recorde de pista (que depois acabou por ser batido pelo colega de equipa) em pneus médios. Desta feita, é a prova de um processo de engenharia incrível, que também prova que a Mercedes terá, em princípio, mais uma corrida para dominar.

Foto de Capa: Mercedes AMG-F1

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