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O Sporting de Braga aparece renovado para atacar a temporada 2020/21. Com um plantel recheado de qualidade, são muitas as soluções ao dispor de Carlos Carvalhal para, numa época em que o clube celebrará 100 anos de existência, atacar as várias frentes em que estará envolvido. À imagem dos anos anteriores, o Braga conseguiu reunir um lote de jogadores que forçará a rotatividade entre si, fomentada pela competitividade interna e, simultaneamente, permitirá ao novo técnico dos minhotos dar o mote para diferentes dinâmicas dentro do modelo de jogo da equipa.

Para já, o Braga tem sido o reflexo do seu treinador. É uma equipa que não abdica de ter a bola, seja em que circunstância for, e que pressiona o seu adversário numa zona bem subida do terreno. No ataque, procura muito os apoios frontais, de modo a encontrar os médios de frente para o jogo, sendo que estes, por sua vez, com uma visão periférica, procuram os desequilíbrios nas costas da defesa contrária. Esta dinâmica ficou mais visível no jogo frente ao Benfica, sendo que, contra o Valladolid, tiveram dificuldade em fazê-lo, procurando mais vezes combinações nos corredores exteriores, o que também mostra uma necessária variabilidade. No momento defensivo, ainda é precisa maior regularidade na agressividade na reação à perda, o que devido à carga acumulada nos treinos de pré-época é natural que ainda não se verifique. Em organização, agrupam-se em 4-4-2, desmontando o versátil 3-4-3 em que atacam.

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Dentro disto, vamos analisar que nomes podem dar cara a este Braga já no dia 19 de setembro no Estádio do Dragão.

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