Cabeçalho Futebol Nacional A cidade Europeia do Desporto de 2019 está de parabéns! Portimão é uma cidade em festa, numa noite de embate com os Minhotos do Sporting de Braga. Noite fria, no primeiro embate em casa com um dos grandes. De referir, que nesta segunda volta do Campeonato Português, os algarvios irão receber todos os chamados “grandes”.

O Portimonense vem de uma derrota no Bessa por 2-1, e os Arsenalistas também vêm de uma derrota, caseira, frente ao Benfica por 3-1. Ambas as equipas a necessitar de pontos, por objectivos diferentes. O encontro começou praticamente com o Braga a vencer, com dois golos de rajada, e com um penalti falhado por parte do Portimonense.

Decorria o minuto oito quando João Fernandes num remate cruzado inaugurou o resultado. Praticamente no minuto seguinte, nove, Wilson Eduardo aproveitou uma desatenção da defesa algarvia para aumentar a vantagem. O louco início de jogo continuava, e ao minuto 12’, Nakajima, através de uma grande penalidade, podia ter reduzido e lançado o jogo, mas atirou por cima da baliza de Matheus.

Numa primeira parte em que os arsenalistas gelaram ainda mais a noite de Portimão, os mais inconformados eram sem dúvida Paulinho e Nakajima do Portimonense, e do lado do Braga, a dupla Esgaio e Wilson Eduardo faziam tremer a defesa alvinegra sempre que se juntavam. Os minhotos detinham uma equipa coesa e organizada, com linhas subidas, contrariamente ao Portimonense, que não conseguia ter um meio-campo, e só atacava pelo lado esquerdo, revelando muitas dificuldades quer defensiva quer ofensivamente.

O jogo chegava ao intervalo a justificar-se a clara vantagem do Braga por 2-0, números que facilmente podiam ser aumentados. A teoria da superioridade a revelar-se numa primeira parte que só deu Braga, e um Portimonense muito aquém do que se tem visto ao longo do campeonato português.

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A equipa de Abel Ferreira marcou os dois golos no espaço de dois minutos Fonte: Bola na Rede
A equipa de Abel Ferreira marcou os dois golos no espaço de dois minutos
Fonte: Bola na Rede

A segunda parte começou com um Portimonense diferente, mais autoritário, culpa também de um Braga que deixava jogar. Fabrício foi o homem que reduziu para 1-2, através da transformação de uma grande penalidade, decorria o minuto 55’. O jogo estava reatado, o público agitava e empolgava a equipa para o empate.

Os algarvios dominavam os acontecimentos, criavam inúmeras oportunidades de golo, e estava mais perto do o Portimonense do empate do que o Braga de aumentar a vantagem.

A desatenção e adormecimento inicial dos algarvios foram determinantes para o desenrolar e consequente desfecho do jogo. Se a primeira parte foi inteiramente do Braga, a segunda foi dominada pelo Portimonense. A experiência dos homens de Abel Ferreira conseguiram aguentar e gerir o resultado e levar de vencido por 2-1 um Portimonense que acordou tarde e a más horas.

Estiveram presentes no Portimão Estádio 2.833 espectadores.