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WWE TLC: Um Final de Fogo

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Mais uma vez, na WWE, os melhores combates dum PPV tiveram como protagonistas Drew McIntyre e Roman Reigns. Quem quer que sejam os seus adversários, a qualidade dos combates tem sido sempre alta.

Para além disso, este TLC também será relembrado pela forma sinistra como acabou.

Nota do evento: 7,5/10

Drew McIntyre continua no Topo da Montanha

AJ Styles provocou muitas dificuldades ao WWE Champion, aplicando o Calf Crusher com o auxílio cadeiras e escadotes. Ainda assim, este teve a força necessária para pegar em AJ e atirá-lo para fora do ringue e através de uma mesa.

Veio então The Miz até ao ringue, atacou McIntyre a fez o cash-in da sua mala Money in the Bank. Infelizmente para o A-Lister, foi Omos quem o impediu de vencer o título, atirando-o contra uma mesa e perseguindo depois John Morrison.

Tratando-se então de um Triple Threat Match, Drew, AJ e Miz deram tudo o que tinham e após uma disputa extremamente intensa, foi Drew quem agarrou no título e venceu um grande combate.

Nota do combate: 8,5/10

Foto de capa: WWE

GD Estoril-Praia 1-1 FC Porto B: O lance polémico e um ponto para cada equipa

A CRÓNICA: OS RIVAIS DIRETOS À SUBIDA DESLIZARAM, MAS O LÍDER TAMBÉM

Vindos do norte do país, a equipa B do FC Porto visitava a capital para jogar na casa do líder da Segunda Liga, o GD Estoril-Praia. De um lado, a equipa da Linha de Cascais queria aumentar a sua vantagem na liderança. Já, os portistas queriam amealhar mais três pontos para subir na tabela classificativa.

No primeiro tempo, vimos um surpreendente FC Porto B a conseguir a vantagem no marcador por Francisco Conceição ao minuto 39. Até lá, o GD Estoril Praia tinha tido algumas oportunidades para inaugurar o marcador, mas a defesa portista resolveu sempre os problemas. Apesar de o golo dos visitantes não ser um auto-golo, houve um ressalto na defesa canarinha e a bola entrou mesmo.

O segundo tempo mostrava um Estoril a querer mais do que aquilo que mostrava o resultado e a vontade notava-se em campo. Contudo, os estorilistas não estavam era à espera de encontrar tantas adversidades para chegar a um golo. Fosse Cláudio Ramos a negar os remates perigosos ou então a própria defesa portista que se mostrava muito coesa.

De paragens em paragens, o jogo estendeu-se minutos e minutos, mas quando se achava que estava tudo controlado… houve um penalti no mínimo duvidoso. O lateral espanhol Soria rematou e acabou por derrubado e foi marcado penalti aos 97 minutos! Uma situação que gerou um confusão de alguns minutos. Contudo, quem não sofreu de nenhuma pressão foi André Clóvis, que acabou por marcar o golo do empate.

O GD Estoril-Praia suspirou e foi mesmo nos descontos que acabou por amealhar um ponto muito importante na sua caminhada rumo à Primeira Liga Portuguesa. Os canarinhos continuam assim na liderança da Segunda Liga com 27 pontos, mais dois do que o segundo classificado. Já a equipa B dos portistas continuam o seu mau momento de forma com este empate (algo que injusto), depois da derrota na última jornada.

 

A FIGURA

Cláudio Ramos – Devido, sobretudo, àquilo que fez na segunda parte, é o nosso escolhido para melhor jogador em campo. Esteve ativo e quando foi chamado para intervir na partida foi muito eficaz. Em nada há um erro da sua parte tanto na marcação do penalti como na tentativa de defesa do mesmo. Tirando este pequeno percalço ao cair do pano, foi, sem dúvida, o personagem imaculado deste jogo.

O FORA DE JOGO

Passividade do GD Estoril-Praia – A equipa treinada por Bruno Pinheiro não apresentou um futebol ao qual estamos habituados por parte da sua equipa. O empate soube muito melhor à equipa da Linha de Cascais, depois da exibição fraca que apresentou. Houve muitas dificuldades em entrar na zona central e as oportunidades que surgiram foram sempre em lances que rodavam o jogo de forma rápida e/ou de cruzamentos. Porém, este último pouco ou nada resultou devido à quantidade elevada de jogadores na área.

 

ANÁLISE TÁTICA – GD ESTORIL-PRAIA

A equipa de Bruno Pinheiro apresentou-se numa variante entre um 4-3-3 e 4-4-2. No primeiro esquema tático, Abdul Yakubu era o homem mais adiantado

4-3-3 (Abdul Yakubu como homem mais adiantado e nas alas Cunha Vidigal  e Harramiz – meio campo para Rosier, João Gamboa (médio mais recuado) e Franco/4-4-2 – ataque entregue a Abdul Yakubu e Harramiz. Jogo discutido com o FC Porto na base dos duelos. Dificuldades em travar Francisco Conceição que inaugurou o marcador. Equipa aguerrida.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Daniel Leite (4)

Carles Soria (5)

Hugo Gomes (5)

Hugo Basto (5)

Joãozinho (5)

André Franco (5)

João Gamboa (5)

Loreintz Rosier (5)

André Vidigal (6)

Soares Harramiz (5)

Abdul Yakubu (5)

SUBS UTILIZADOS

Lazare (4)

Chiquinho (-)

Murilo (-)

André Clóvis (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO B

Jogo muito nos pés de Francisco Conceição a deambular e a causar estragos desde uma zona mais lateral para os espaços mais interiores. O primeiro golo foi obra exclusiva do médio portista. Rodrigo Conceição a dar profundidade no corredor direito como lateral direito muito ofensivo. Mérito para a forma como a equipa condicionou o jogo estorilista, o que não é digno de uma equipa que está em 13.º lugar.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Cláudio Ramos (7)

Rodrigo Conceição (6)

João Ferreira (5)

Gonçalo Borges (6)

Diogo Bessa (5)

Francisco Conceição (7)

Pedro Justiniano (5)

Tiago Matos (5)

Rodrigo Valente (6)

Johan Gomez (5)

Daniel Loader (5)

SUBS UTILIZADOS

Igor Cássio (4)

Rafael Pereira (-)

Boateng (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

GD Estoril Praia

BnR: Surpreendeu-lhe a forma como a equipa B do FC Porto se apresentou aqui hoje frente a sua equipa?

Bruno Pinheiro: Sinceramente, não me surpreendeu nada a forma como o FC Porto B se apresentou hoje em campo. Aquilo que é surpreendente é a classificação que a equipa está, porque há muita qualidade nesta equipa. Por isso, chegaram aqui [ao Estádio António Coimbra da Mota] conseguiram fazer golo e pronto.

FC Porto B

BnR: O Cláudio Ramos fez neste jogo a sua estreia, mas com a equipa B. Tendo em conta toda a experiência e qualidade que tem, foi uma mais valia para a equipa para este encontro frente ao GD Estoril-Praia?

Rui Barros: Sim, concordo. O Cláudio [Ramos] tem já uma marca no Futebol Português e é um guarda-redes com grande experiência. Por isso, foi uma mais valia para a nossa equipa e para o nosso jogo. Porém, só está aqui por causa da lesão do nosso guarda-redes, o Ricardo Silva. Mas respondendo à sua pergunta, foi sem dúvida uma mais valia.

 

Artigo da autoria por João Barbosa e João Castro

SL Benfica | Os pontos fortes e fracos do conjunto encarnado

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Em modo conclusivo do ano mais controverso deste século, chega um presente perto do dia de entregar as prendas, o último clássico de 2020. FC Porto e SL Benfica encontram-se para, finalmente, colocar um ponto final na temporada 2019/20, com a Supertaça Cândido de Oliveira.

Para os dragões é a oportunidade de fechar um ano em que, a nível interno, foi totalmente dominante e levantar três das quatro taças possíveis, já para as águias pode ser a chance de salvar 2020, uma vez que sofreram uma dolorosa reviravolta no campeonato e na Taça de Portugal, a equipa passava, a nível interno, um dos momentos mais complicados das épocas transatas, foram totalmente anulados pelo campeão nacional.

Em respetiva aos três duelos entre os dois tubarões portugueses na temporada transata, existe uma clara tendência para a vitória dos azuis e brancos, os encarnados mostraram-se incapazes de roubar pontos ou taça, algo que faz soar os alarmes em Lisboa.

Contudo, estes dados são apenas história, nestas condições especiais está perante nós uma partida completamente renovada, uma vez que, entretanto, o SL Benfica sofreu uma grande revolução, onde houve um investimento milionário, nunca antes visto em Portugal, e o treinador é o incomparável Jorge Jesus. Porém, o FC Porto também foi “vítima” de uma revolução onde perdeu algumas das principais figuras do conjunto.

Ora então, como acima das preferências pessoais está o desporto, tiremos a pala que nos impede de apreciar o adversário. Como tal, ficam dois pontos fortes sobre este SL Benfica assim como dois fracos.

O melhor 11 do século XX da Liga Italiana

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Durante o século XX a Liga Italiana foi o palco da grande maioria das estrelas do futebol mundial. Com especial incidência para os anos 80 e 90, talvez só o Real Madrid e o FC Barcelona tinham poderio financeiro e desportivo para conseguir “roubar” algumas estrelas ao futebol transalpino.

Para alguém como eu, que nasceu e cresceu no auge do campeonato italiano, fazer este onze é recordar tempos em que o futebol era absolutamente mágico, sem a vertente económica tão acentuado como vemos atualmente.

O século XX foi o século em que o amor à camisola ganhou quase sempre aos cheques chorudos, o século onde os números “10” ainda jogavam no meio e não encostados à faixa, o século em que um túnel ou uma finta valiam tanto como golos e assistências.

Vamos então ao meu onze, escalado num 3x5x2. 

SL Benfica | As (principais) posições a reforçar em janeiro

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O mercado de verão/outono foi muito movimentado para os lados da Luz, no que a entradas disse respeito, mas as lacunas no plantel do SL Benfica – e no próprio onze-tipo de Jorge Jesus – são ainda várias.

Com o mercado de inverno ao virar da esquina e com potenciais regressos de empréstimo em equação, essas lacunas podem estar prestes a serem preenchidas (ou assim se espera).

Assim, o que se segue é uma lista, hierarquizada, das cinco principais posições a reforçar no plantel benfiquista.

FC Porto 2-0 CD Nacional: Meio-campo dá descanso a Marchesín

A CRÓNICA: CD NACIONAL SEM FORÇAS PARA ASSUSTAR O FC PORTO

A três dias da primeira final da época, a Supertaça, o FC Porto defrontou o CD Nacional no Estádio do Dragão, naquele que foi o encontro entre os dois campeões da época passada. Nanu foi a novidade nos dragões, que mantiveram a dupla Marega-Taremi na frente de ataque.

A primeira parte não foi propriamente elétrica, mas sim jogada a ritmo morno, com o FC Porto a pressionar constantemente o CD Nacional, que apenas conseguiu rematar à baliza portista aos 34 minutos.

Depois de muita insistência azul e branca, com os indicadores a mostrarem 70% de posse de bola para os homens de Sérgio Conceição, o placar começou a mudar aos 19′. Corona recebeu de Otávio e deu para Taremi que, já dentro de área, foi derrubado por Pedrão. De grande penalidade, Sérgio Oliveira não desperdiçou e fez o seu quinto golo na Liga.

O avançado iraniano, que havia estado diretamente ligado ao primeiro golo, não haveria de ficar por ali. Aos 39′, depois de duas interceções de Diogo Leite, Taremi aproveitou uma má receção de Alhassan e assistiu Marega que, na cara de Daniel, não perdoou e aumentou a vantagem portista no marcador. Continuava a senda goleadora desta dupla, que segue a dar alegrias aos adeptos.

Antes do intervalo, houve ainda oportunidade para Sérgio Oliveira bisar. O médio apanhou, em vólei, uma bola que ressaltou de uma disputa aérea na área do Nacional e atirou, com estrondo, para as mãos de Daniel. Fechava assim o primeiro tempo de sentido único no Dragão.

A segunda parte contou com balizas praticamente invioladas e valeu apenas pelos últimos 15 minutos em que os jogadores saídos do banco, naturalmente mais frescos, procuraram partir e desequilibrar o jogo. Destaque também para o regresso de Rúben Micael ao Dragão.

O FC Porto soma então 22 pontos, menos dois que o SL Benfica, adversário da próxima quarta-feira para a primeira final da época.

 

A FIGURA

Corona recebeu de Otávio e deu para Taremi que, já dentro de área, foi derrubado por Pedrão.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Mehdi Taremi – O avançado iraniano esteve nos dois golos da equipa portista. Primeiro sofreu a grande penalidade que deu o primeiro golo, convertido por Sérgio Oliveira e, de seguida, assistiu Marega para o segundo dos dragões.

O FORA DE JOGO

Corona recebeu de Otávio e deu para Taremi que, já dentro de área, foi derrubado por Pedrão.
Fonte: FC Porto

Pedrão – O defesa central do Nacional esteve diretamente ligado ao primeiro golo do FC Porto, tendo cometido a grande penalidade sobre Taremi, e encontrou muitas dificuldades em sair com bola, acumulando 12 perdas da posse de bola para a sua equipa.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

O FC Porto apresentou-se no sistema tático habitual, com Otávio a vir buscar bola mais atrás, junto a Zaidu, e com o lateral Nigeriano a projetar-se pela linha para criar desequilíbrios na estrutura madeirense. Na frente de ataque, Taremi procurou vir mais atrás buscar bola, enquanto Marega fez sucessivas desmarcações nas costas dos defesas do CD Nacional para procurar o esférico.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

 Marchesín (6)

Nanu (6)

Mbemba (6)

Diogo Leite (6)

Zaidu (6)

Corona (6)

Uribe (6)

Sérgio Oliveira (6)

Otávio (6)

Marega (6)

Taremi (7)

SUBS UTILIZADOS

Luis Díaz (5)

Toni Martínez (5)

Marko Grujic (6)

Fábio Vieira (-)

João Mário (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – CD NACIONAL

O CD Nacional apresentou-se, a nível defensivo, em 4-1-4-1, com Riascos a ser o homem mais adiantado dos madeirenses. A estratégia dos homens da Choupana passou por aproveitar desequilíbrios defensivos do FC Porto para sair no contra-ataque, mas a pressão azul e branca obrigou os Pedrão e Lucas Kal a aliviar autenticamente a bola para longe da sua área.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Daniel (5)

Ruben Freitas (5)

Lucas Kal (5)

Pedrão (4)

João Vigário (5)

Camacho (6)

Alhassan (5)

Azouni (5)

Gorré (6)

Danilovic (5)

Brayan Riascos (6)

SUBS UTILIZADOS

Francisco Ramos (5)

João Victor (5)

Rochez (6)

Rúben Micael (5)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

FC Porto

Bola na Rede: Hoje a defesa portista não teve muito trabalho, muito por causa da pressão e eficácia do meio-campo. Depois da saída de Danilo, que era um elemento preponderante nesse setor, ter um meio-campo agressivo e com este ritmo ainda antes do Natal, é uma pequena vitória para o Sérgio?

Sérgio Conceição: No nosso meio campo, formado por quatro elementos, o Sérgio Oliveira, o Uribe, o Corona e o Otávio, todos contam. Os dois da frente são muito fortes na pressão. Hoje houve uma nuance ou outra diferente, porque percebemos onde é que o adversário se sentia mais confortável. Achei até que, das coisas que não correram tão bem, foram o facto de chegarmos 5 metros atrasado, não chegarmos sempre a tempo, poderíamos criar ainda mais perigo.

CD Nacional

BnR: Sente que houve mais demérito da sua equipa ao não conseguir replicar a estratégia que tinham para o jogo ou, por outro lado, mérito do adversário  que obrigou a que tivessem que aliviar mais bolas, principalmente no primeiro tempo?

Luís Freire: Quando ganhas ou perdes há mérito e demérito. O FC Porto foi uma equipa com iniciativa, tivemos o mérito de não conceder muitas oportunidades,  mas tivemos o demérito de errar em dois lances. A partir daí, tivemos mérito em como reagimos ao 2-0 e, no cômputo geral, o FC porto venceu de forma justa.

Gil Vicente FC 0-2 SL Benfica: O jogo do “quem não marca sofre”

A CRÓNICA: EM NOITE DE GUARDA-REDES, AUTO-GOLO FOI TRAIÇÃO

Final de tarde de um domingo de chuva intensa no Estádio Cidade de Barcelos, onde o Gil Vicente e o SL Benfica se defrontaram para mais um jogo a contar para a Primeira Liga. Depois da paragem do campeonato durante duas semanas, dando lugar a jogos da Taça de Portugal e Taça da Liga, os gilistas e as águias defrontaram-se num jogo que seria bastante importante para ambas as equipas. O SL Benfica queria manter a distância para o primeiro lugar ocupado pelo Sporting CP e a formação de Ricardo Soares pretendia mostrar uma mudança nos seus resultados, dado que nos últimos cinco jogos, venceu apenas um.

A primeira metade dos 45 minutos iniciais demonstrou um SL Benfica ofensivo, no entanto não o suficiente para conseguir concretizar. O Gil Vicente ainda conseguiu criar algumas ocasiões de golo, mas nenhuma feroz ao ponto de assustar Vlachodimos. Já a turma de Jorge Jesus fez tremer Denis algumas vezes e uma das mais flagrantes foi um lance com Darwin Nuñez, onde o guarda-redes brasileiro saiu totalmente da sua posição para tentar impedir o avançado das águias de abrir o marcador, mas, se não fosse Rodrigo, o tiro era certeiro.

Os minutos foram passando e os gilistas demonstraram uma grande dificuldade em chegar ao último terço e, por vezes, de ultrapassar mesmo a linha do meio-campo. A pressão defensiva do SL Benfica ficou plenamente demonstrada, com a linha dos defesas bastantes subida no campo. A par disso, viu-se algum critério a nível de passes entre jogadores das águias que só não abriram o marcador na primeira parte porque Denis foi, durante todo esse tempo, o salvador da equipa da casa.

Aos 38 minutos, Gilberto rematou de forma estrondosa de fora da área e, mais uma vez, Denis esticou-se até ao máximo que conseguiu e conseguiu parar a bola que ainda tirou tira à trave da baliza, mesmo com o desvio do guarda-redes.

A primeira oportunidade de golo do Gil Vicente apareceu a três minutos do final da primeira parte, onde um cabeceamento de Vítor Carvalho cheirou o poste esquerdo da baliza de Vlachodimos.

A primeira parte termina com alguma confusão, tanto nos bancos de ambas equipas, como no relvado, após a expulsão de Ygor Nogueira, e um empate a zeros no marcador.

No retomar do encontro, o minuto 56 foi de sufoco para a equipa do SL Benfica. Vlachodimos foi o verdadeiro sinónimo de muralha. Foram três lances de ocasião mais que flagrante para o Gil Vicente inaugurar o marcador. A primeira uma defesa extraordinária do grego a um cabeceamento de Lourency, o segundo um remate depois de um canto batido pelos gilistas que “rebentou” a barra da baliza e um remate à figura concretizou o terceiro lance.

Mas as águias não se deixaram intimidar. No lance seguinte, após um cruzamento, Everton cabeceou para a baliza de Denis e, no percurso da bola, Rodrigo cabeceou também para tentar evitar o golo, mas o mal foi maior. O defesa do Gil Vicente acabou por introduzir a bola dentro da baliza da própria equipa e foi assim a inauguração do marcador. 1-0 aos 60 minutos para o SL Benfica.

Logo no minuto 63, Samuel Lino enfrentou e deixou para trás mais de metade da equipa encarnada, pelo flanco esquerdo, rematou para enorme defesa de Vlachodimos e, na recarga, Lourency conseguiu falhar praticamente de baliza aberta e rematou para fora da baliza.

E, como quem não marca sofre, Everton aumentou a vantagem do SL Benfica no lance seguinte. Numa jogada idêntica à do primeiro golo, Seferovic cruzou diretamente para a cabeça do brasileiro e, desta vez, não houve defesa que parasse o golo.

Depois destes minutos de sufoco, o jogo acabou por arrefecer até ao final da partida. Não existiram muitas mais oportunidades de golo para qualquer uma das equipas, nem propriamente qualquer tipo de perigo.

As águias acabaram por vencer por 2-0 no Estádio Cidade de Barcelos, conseguindo manter a distância para o Sporting CP e a dificultar a vida do Gil Vicente na Liga.

 

A FIGURA

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Odysseas Vlachodimos – Em noite de guarda-redes, Denis foi príncipe e Odysseas virou rei. Foi uma autêntica definição de muralha na baliza do SL Benfica. Se os encarnados não sofreram qualquer golo foi devido à exibição tremenda e implacável do guarda-redes grego. Mesmo as jogadas que pareciam dar golo certo, Vlachodimos demonstrou que tudo era possível.

 

O FORA DE JOGO

FDJ - Gil Vicente FC X SL Benfica
Carlos Silva / Bola na Rede

Lucas Mineiro – O defesa brasileiro do Gil Vicente cometeu bastantes erros, principalmente na primeira parte do encontro. Muitas das ocasiões criadas por parte do SL Benfica partiram de erros defensivos de Lucas Mineiro. Bastantes foram os passes errados que poderiam efetivamente comprometer. Apesar desses mesmos erros, é de salientar também que algumas das oportunidades criadas pelo Gil Vicente partiram de Lucas.

 

ANÁLISE TÁTICA – GIL VICENTE FC

Ricardo Soares optou por um 3-4-4, tornando o jogo do Gil Vicente mais compacto no meio-campo.

Denis segurou as redes, com a ajuda de uma linha defensiva composta por Ygor Nogueira, Rodrigo e Talocha. O meio-campo foi preenchido por Joel Pereira, Vítor Carvalho, Claude Gonçalves e Lucas Mineiro.

Os homens mais avançados no terreno da formação gilista foram Leautey e Samuel Lino, no apoio a Lourency.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Denis (7)

Joel Pereira (6)

Rodrigo (5)

Lourency (6)

Claude Gonçalves (6)

Antoine Leautey (5)

Vítor Carvalho (6)

Lucas Mineiro (5)

Samuel Lino (6)

Talocha (6)

Nogueira (5)

 

SUBS UTILIZADOS

Tim Hall (6)

Henrique Gomes (6)

Boubacar Hanne (6)

Baraye (-)

Ahmed Isaiah (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Jorge Jesus foi a jogo em Barcelos com algumas alterações no onze inicial (com vista a Supertaça frente ao FC Porto). Utilizou um 4-4-2 que, apesar das mudanças, aparentou estar na máxima força.

Na defesa, a alteração mais visível foi a entrada de Jardel em detrimento do argentino Otamendi. A restante linha manteve-se com Jan Vertonghen, o regresso de Alex Grimaldo na esquerda e Gilberto no lado direito.

O meio-campo foi ocupado por Pizzi, como já é habitual, e Julian Weigl. A frente de ataque foi, desta vez, ocupado por ambos os atacantes de serviço das águias- Darwin Nuñez e Haris Seferovic fizeram dupla na frente, com a ajuda de Everton e Pedrinho.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Odysseas (8)

Grimaldo (6)

Jardel (6)

Jan Vertonghen (6)

Gilberto (5)

Pizzi (6)

Julian Weigl (7)

Everton (7)

Pedrinho (6)

Haris Seferovic (6)

Darwin Nuñez (7)

SUBS UTILIZADOS

Adel Taarabt (6)

Diogo Gonçalves (6)

Luca Waldschimdt (-)

Andreas Samaris (-)

Franco Cervi (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

SL Benfica

Não foi possível colocar questões ao técnico do SL Benfica, Jorge Jesus

Gil Vicente FC

BnR: Num jogo onde faltou maioritariamente eficácia por parte do Gil Vicente, o que fica a sentir a equipa depois de não ter conseguido arrecadar o objetivo de levar pontos?

Ricardo Soares: Nós, treinadores, temos de ser equilibrados e temos de passar esta mensagem. Aquilo em que eu acredito é que, no futuro, vamos jogar menos e vamos ganhar. Calhou ao Benfica essa “felicidade”. Aquilo que eu digo, e os jogadores sabem disso, nós temos de ser equilibrados. Sabemos o que fazemos, acreditamos no que fazemos e nos jogadores que temos à nossa disposição e, se calhar, no próximo jogo não teremos tantas oportunidades e podemos ganhar. Isto é mesmo assim. O futebol é assim. Hoje foi assim, amanhã é a nosso favor. Eu convivo bem com isso.

 

Manchester United FC 6-2 Leeds United FC: Entrada brilhante abriu caminho à goleada

A CRÓNICA – NÃO HÁ FOME QUE NÃO DÊ EM FARTURA

A jornada 14 da Liga Inglesa trouxe o regresso dos fervorosos embates entre o Manchester United FC e o Leeds United FC ao principal palco do futebol inglês. O regresso da formação treinada por Marcelo Bielsa à divisão de topo promoveu este reencontro, pelo qual os adeptos ansiavam.

A partida começou com um ritmo bastante elevado e não tardou até que surgisse o primeiro golo. Logo no segundo minuto, Bruno Fernandes assistiu Scott McTominay que, com um pontapé rasteiro de fora da área, abriu as contas do encontro. O médio escocês não estava satisfeito e, um minuto depois, aproveitou um excelente passe de Anthony Martial para dobrar a vantagem dos “Red Devils”. Três minutos de jogo e já 2-0 para a equipa de Manchester.

Os homens de Ole Gunnar Solskjaer não pararam de causar calafrios à frágil defesa do Leeds e, em cima do minuto 20, foi a vez de Bruno Fernandes “fazer o gosto ao pé”. Um potente remate cruzado não deu qualquer hipótese ao jovem Meslier, colocando contornos de goleada no resultado, apesar de ainda ser numa fase inicial da partida.

Depois destes três golos sem resposta, o Leeds começou a tentar reagir e puxava para si o controlo da posse de bola. Contudo, as saídas para ataque do Manchester United impunham sempre um ritmo estonteante. Ora, foi depois de um ataque rápido que surgiu um pontapé de canto ao qual Victor Lindelof respondeu afirmativamente e dilatou ainda mais a vantagem dos “Red Devils”. Antes do intervalo, o capitão Liam Cooper ainda reduziu para os “Whites”, colocando o resultado em 4-1 no período de descanso.

No segundo tempo, apesar de uma entrada melhor do Leeds United, foram os homens de Manchester que continuaram a “faturar”. Com 66 minutos de jogo, Daniel James justificou a aposta de Solskjaer ao aparecer sozinho na área adversária e aumentando a vantagem. Minutos depois, foi a vez de Bruno Fernandes “bisar”, desta feita de penálti, e fazer o 6-1.

O Leeds ainda reduziu para 6-2, por Stuart Dallas, ao minuto 73, mas não passou de um golo de consolação. A partida terminou com goleada a favor do Manchester United, que assim sobe ao terceiro lugar da Liga Inglesa, mas com menos um jogo do que os rivais diretos. Já no Leeds United, haverá muito para Marcelo Bielsa acertar e, sobretudo, terá de motivar os seus homens depois de uma derrota tão pesada.

 

A FIGURA

Scott McTominay – O início fulguroso do médio escocês ofereceu uma vantagem confortável ao Manchester United, numa altura muito inicial da partida. Para além disso, manteve-se sólido e assertivo durante todo o encontro, fazendo uma exibição muito completa. Notável!

 

O FORA DE JOGO

Primeira parte do Leeds United FC – Desastroso começo dos comandados de Marcelo Bielsa, que deram uma parte de avanço ao adversário. Os dois golos sofridos nos primeiros três minutos abalaram a equipa e não mais foram capazes de apanhar o Manchester United. Uma derrota difícil de digerir.

 

ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER UNITED FC

Alinhados em 4-2-3-1, os “Red Devils” entraram a “todo o gás” e tiveram um protagonista improvável na finalização: Scott McTominay. O médio escocês, que fez par no meio-campo com Fred, ativou o “instinto matador” e não perdoou. Na frente de ataque, Bruno Fernandes voltou a ser o “maestro”, com destaque para a aposta em Daniel James na ala direita. Já o setor defensivo esteve seguro, não havendo espaço para os habituais facilitismos que têm assombrado a equipa de Solskjaer.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

David De Gea (6)

Aaron Wan-Bissaka (6)

Victor Lindelof (6)

Harry Maguire (6)

Luke Shaw (6)

Scott McTominay (8)

Fred (7)

Daniel James (7)

Bruno Fernandes (8)

Marcus Rashford (7)

Anthony Martial (6)

SUBS UTILIZADOS

Alex Telles (6)

Edinson Cavani (6)

Donny van de Beek (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – LEEDS UNITED FC

Os homens de Marcelo Bielsa, dispostos em 4-4-2, tiveram um início de jogo desastroso, facto que abalou o rendimento da equipa. Com uma defesa muito “remendada”, devido às adaptações de Stuart Dallas a central e de Alioski a lateral esquerdo, os “Whites” também sofreram devido à ineficácia dos dois médios mais centrais, Phillips e Klich, que foram substituídos ao intervalo. No ataque, Rodrigo esteve muito errático e Bamford muito isolado.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Illan Meslier (5)

Luke Ayling (4)

Liam Cooper (4)

Stuart Dallas (4)

Ezgjan Alioski (4)

Kalvin Phillips (4)

Mateusz Klich (4)

Raphinha (5)

Jack Harrison (5)

Rodrigo Moreno (4)

Patrick Bamford (5)

SUBS UTILIZADOS

Pascal Struijk (5)

Jamie Shackleton (5)

Leif Davis (5)

Ciclismo | Os «Wonderkids» a manter debaixo de olho em 2021

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Com o grosso das movimentações no mercado de transferências praticamente ultrapassado, a atenção das equipas do patamar cimeiro da UCI centra-se agora naquilo que é a gestão de recursos e planeamento tático para a muito aguardada temporada de 2021.

Os briefings quanto ao delineamento de objetivos prometem dar continuidade a um denominador comum à época transata: o papel cada vez mais sério dos jovens na frente de ataque às múltiplas competições do calendário ciclístico internacional. Segue-se, por isso, uma análise sobre cinco nomes que, depois de em 2020 terem exibido todo o seu potencial, comprometem-se a brilhar em qualquer palco, num futuro não muito longínquo.

Para a eleição desta mão-cheia de talento, foram tidos em conta aspetos como os resultados alcançados no presente ano civil, a projeção do potencial do atleta sustentada em prestações nos seus primeiros anos como profissional e ainda a obrigatoriedade de deterem uma idade inferior a 25 anos até ao dia 31 de dezembro de 2020.

Foto de Capa: Giro D’Italia

Académica OAF 1-1 Casa Pia AC: Lutar não chegou para ninguém

A CRÓNICA: EMPATE EM SOLIDARIEDADE NATALÍCIA

Como o Natal premeia quem se tem portado bem, a Académica OAF parecia ser digna de recompensa nesta quadra. Desde que regressou à Segunda Liga, a equipa de Coimbra nunca tinha conseguido chegar a esta época do ano tão bem posicionada. Mas o Natal é uma época de abundante generosidade e o Casa Pia AC também tem feito por merecer presentes. Nos dois últimos jogos, os gansos ganharam a duas das equipas mais fortes deste campeonato, o Chaves e o Mafra, trepando, à Pai Natal, na tabela classificativa.

Num encontro entre ambas as formações, alguém teria que levar com a fava do bolo rei. Rui Borges, técnico da Académica, é um transmontano de gema. As medidas sanitárias certamente vão-no atrapalhar na hora de juntar a família para a ceia de Natal. Ainda assim, antes de decidir quem leva o tronco, os sonhos e as filhós, há outros problemas a resolver. Desde logo, o onze a apresentar para este jogo em função das muitas lesões que o plantel enfrenta, a começar pela baliza, passando pela defesa e acabando no ataque.

Filipe Martins, treinador dos visitantes, deve ter organizado o “amigo secreto” no Casa Pia há já algum tempo. Afinal, toda a gente gosta de um miminho para se motivar e os jogadores de futebol não são exceção. Isso talvez justifique a subida de rendimento desta equipa que foi construída tarde, mas que está agora a solidificar-se.

Vamos ao jogo. Animação não faltou no início do encontro. Os dois conjuntos mostraram muita intensidade com e sem bola. A primeira grande ocasião esteve nos pés de Guima que chutou forte, no centro da área, após ser assistido por João Mário que ganhou na velocidade a Marvin.

Quem domina a bola com mestria, domina o jogo. Nem sempre é assim, mas hoje aplicou-se. Foi assim que o Casa Pia ganhou preponderância no jogo. Vitó começou a tratar a bola por “tu” como bem sabe e as coisas começaram a sair melhor aos casapianos.

Temos que recuar aos 12 minutos para perceber o que se passou aos 32. Rafael Vieira baralhou-se e, num excelente lance de voleibol, tocou deliberadamente a bola com a mão e viu o primeiro amarelo. No segundo momento, inconsciente do que já tinha feito antes, abalroou Godwin e foi expulso. Com mais um elemento em campo, a pressão do Casa Pia subiu e os ânimos exaltaram-se até ao final da primeira parte.

Finalmente, aos 59 minutos chegaram os golos. Zach, na sequência de uma bola parada, aproveitou a ineficácia defensiva da Briosa e marcou o seu terceiro golo no campeonato.

Dez minutos depois, Kelechi quase marcava na própria baliza, o que acabou por não acontecer devido a uma grande defesa de Ricardo Batista. Este lance nasce completamente contra a corrente do jogo. Contra a lógica, o empate acabou mesmo por se relançar. Bela abertura de Fabinho da esquerda para a direita, Traquina dobrou a bola para dentro, assistindo João Mário para o empate.

Aos 74 minutos, Fabiano foi expulso por conduta antidesportiva. A Briosa ficou com nove elementos dentro do campo para aguentar o empate. E foi mesmo o que aconteceu. A Académica lutou e manteve o 1-1.

 

A FIGURA

Godwin – arrancou a expulsão e, como extremo puro que é, foi muito vertical e objetivo nas suas ações. Apanhou pela frente Fabiano que é um excelente defensor, mas, neste confronto, levou a melhor o nigeriano.

 

O FORA DE JOGO

Fabiano – Absolutamente inadmissível o que fez Fabiano. Um jogador que tem tido um excelente rendimento, mas que teve uma atitude absolutamente lamentável diante do seu adversário com jogo parado. Merece um castigo bem pesado.

 

ANÁLISE TÁTICA – ACADÉMICA OAF

Entre os remendos que teve que fazer no onze inicial, Rui Borges lá conseguiu montar as peças do puzzle da sua equipa, embora algumas delas tenham sido recortadas à medida das necessidades. O caso mais flagrante foi a adaptação do lateral canhoto Bruno Teles a central pela esquerda, uma vez que Rafael Vieira, que acabou expulso, era o único central disponível. O guarda-redes Mika e o avançado Bouldini atuaram nas suas posições habituais, mas tiveram que fazer um sprint final para recuperarem das respetivas lesões e irem a jogo. De resto, a equipa manteve a sua estrutura habitual, atuando num 4-2-3-1, recuperando Ricardo Dias para o meio-campo e fazendo-se acompanhar de Guima, com o criativo Fabinho na frente desta dupla. Na frente, os virtuosos Traquina e João Mário jogaram nos flancos e o goleador Bouldini destacou-se no eixo do ataque.

A jogar em casa, a Académica começou pressionante e a tentar condicionar a saída de bola do Casa Pia. Para tentar ferir o adversário, os estudantes não se inibiram de procurar as bolas longas como solução, nomeadamente nas costas de Marvin. A equipa perdeu ímpeto ofensivo com a expulsão e viu-se obrigada a estar mais tempo em organização defensiva em 4-4-1 com Ricardo Dias a baixar para central e, depois, em 4-3-1.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Mika (-)

Fabiano (4)

Rafael Vieira (3)

Bruno Teles (5)

Fábio Vianna (4)

Ricardo Dias (5)

Guima (4)

Fabinho (4)

Traquina (4)

João Mário (6)

Bouldini (4)

SUBS UTILIZADOS

Mike (5)

Leandro Sanca (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – CASA PIA AC

O Casa Pia apresentou uma defesa com quatro elementos. À frente deles, Zolotic ocupou a posição 6, fazendo as coberturas aos outros dois médios, Vitó e Vítor Gonçalves. No ataque, os velozes Godwin, Diego Medeiros e Malik. Filipe Martins dispôs assim a sua equipa no 4-3-3 em que tem apostado nos jogos mais recentes, abandonando a defesa a cinco que utilizou no início da temporada.

Inicialmente, a equipa tentou sair curto, mas não tirou grande proveito disso fruto da pressão da Académica, pelo que deixou de arriscar nessa situação. Manteve a sua linha defensiva bastante subida, mas foi sempre concedendo bolas descobertas que punham a equipa em trabalhos redobrados. Com a expulsão e com a subida de rendimento dos seus médios, os gansos ganharam novo fôlego.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ricardo Batista (5)

Marvin Martins (5)

Kelechi (6)

Zach Muscat (6)

Derick Poloni (6)

Zolotic (6)

Vitó (6)

Vítor Gonçalves (5)

Godwin (8)

Diego Medeiros (4)

Malik (5)

SUBS UTILIZADOS

Alex Freitas (5)

Christian (3)

Platiny (3)

Bruno Sousa (4)

Djoussé (3)

 

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Académica OAF

BnR:  Que avaliação faz da prestação do adaptado Bruno Teles?

Rui Borges: O Teles já jogou a central na Primeira Liga no Paços de Ferreira. Tem comportamentos mais definidos para jogar a lateral, mas, acima de tudo, senti da parte do jogador vontade de jogar ali. Fez um belíssimo jogo tem sido um dos jogadores mais regulares da nossa equipa.

Casa Pia AC

BnR: O Casa Pia já causou problemas a vários candidatos à subida. Realisticamente, até onde pode ir a sua equipa?

Filipe Martins: Nós contruímos uma equipa nova. Destes 28 elementos, apenas 3 estavam no ano passado. Antes, a mentalidade do clube não era de vitória. Temos demostrado que temos equipa para jogar contra qualquer adversário. Cada jogo deste campeonato é uma final. Vamos tentar fazer um campeonato tranquilo, que é esse o nosso objetivo, e ombrear contra as equipas mais fortes deste campeonato como é a Académica.