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Andraz Sporar | Mau momento? Uma questão de confiança

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Chegou ao Sporting CP como melhor marcador da Liga Europa até então. Desde que chegou, marcou nove golos em 30 jogos oficiais, mas no seu antigo clube marcou 54 golos em 62 jogos. Creio que podemos afirmar que Andraz Sporar ainda não atingiu todo o seu potencial com a camisola verde e branca e – pessoalmente – acho que só há um fator a impedi-lo de o fazer…

Confesso que gosto de Andraz Sporar e adorava vê-lo ter sucesso no Sporting CP. Considero que é um avançado completo, na medida em que consegue dar profundidade e consegue jogar como homem-alvo e, a juntar a isto, é muito inteligente nas suas desmarcações, conseguindo posicionar-se quase sempre bem para receber a bola em condições de criar perigo perto da baliza adversária. É um jogador capaz de fazer golos, todos eles que podem ser apostados na Betfair Sportsbook, uma das mais conceituadas casas de apostas a nível global.

No entanto, este ano ainda não conseguiu assumir-se como titular absoluto apesar de, na minha opinião, ser a melhor opção que temos para jogar como ponta de lança devido ao que oferece ao jogo: há um Sporting CP a jogar com Jovane a ponta de lança e outro com Andraz Sporar a jogar na posição. Apesar da competição não ser muita, no jogo com o Paços de Ferreira, Tiago Tomás apresentou-se a um grande nível, ganhando, provavelmente, a titularidade para os próximos jogos.

Mas porque é que Sporar não se consegue afirmar como homem-golo desta equipa do Sporting CP?

Na presente temporada, o internacional esloveno não tem encontrado – muitas das vezes – a fórmula do golo
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Bem, falta de qualidade não me parece ser a resposta uma vez que o avançado esloveno já se conseguiu destacar a jogar nas competições europeias pelo seu antigo clube. Se for observar o sistema de jogo de Rúben Amorim, percebo que o problema também não parte do mesmo, visto que o Sporting CP cria muitas oportunidades de golo e pratica um futebol muito ofensivo que ajuda qualquer avançado a marcar golos e mais golos. Se não é falta de qualidade nem culpa do sistema de jogo da equipa, só pode ser uma coisa: falta de confiança do jogador.

Considero que falta de confiança é o principal obstáculo para o avançado esloveno no momento e creio que para quebrar esta falta de confiança é necessário marcar (urgentemente). Um ou mais golos seriam muito importantes para restabelecer o jogador em termos anímicos.

No entanto, não têm faltado oportunidades que Andraz Sporar desperdiçou e, à medida que vai desperdiçando mais, vai sendo criada uma bola de neve que se vai tornando maior por cada bola que não beija as redes adversárias. Por outro lado, Andraz Sporar não é completamente aceite no seio dos adeptos (que o acusam de falta de eficácia) e possui à sua volta os fantasmas (criados pelos media) de que Rúben Amorim procura um avançado diferente.

Reconheço que um problema de confiança é de resolução complicada, mas acredito em Rúben Amorim para conseguir arranjar uma solução enquanto bom líder que aparenta ser! Até porque, se Andraz Sporar se encontrar com os golos, podemos ter um avançado bastante produtivo sem ter de ir buscar outro ao mercado de inverno, “protegendo” os cofres do clube. Se eu fosse o treinador dos leões procuraria dar uma grande penalidade ao avançado esloveno para subir os índices de confiança, mas, neste momento, apenas posso confiar no treinador que depois de unir o plantel, está a unir o Sporting CP!

Artigo revisto por Diogo Teixeira

 

Universo Paralelo | Jorge Jesus não regressa ao SL Benfica

Após uma época desastrosa, que acabou com a derrota dos encarnados frente ao FC Porto, na final da Taça de Portugal, a direção liderada por Luís Filipe Vieira procurou o regresso de Jorge Jesus de modo a preparar a temporada 2020/2021.

As “águias” sofreram a sua segunda chicotada psicológica num espaço de três anos, com a demissão de Bruno Lage após a derrota por duas bolas a zero frente ao CS Marítimo, em jogo a contar para a 29ª jornada da Primeira Liga.

Até ao fim da época, o adjunto Nélson Veríssimo assumiu o comando da equipa, como técnico interino, sendo que o favorito a ocupar o lugar era Jorge Jesus. O técnico português, que tem encantado no outro lado do oceano, foi sondado – e até abordado – por Luís Filipe Vieira, que tentou, incessantemente, o seu regresso.

No entanto, Jesus recusou o convite por achar que não estão reunidas as condições para que volte aos encarnados. Desde já, o seu nome não é um tema consensual no seio do universo benfiquista, especialmente após a sua ida para o rival da segunda circular, em 2015.

Jorge Jesus decide não regressar a Portugal
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Além disso, o técnico está a desfrutar do seu bom momento no Flamengo, ao serviço do qual já conquistou uma Copa Libertadores, uma Recopa Sudamericana, uma Supercopa do Brasil e um Campeonato Brasileiro.

Não obstante, nem tudo são más notícias. Com a nega de Jesus, Vieira pode, agora, escolher um treinador que se identifique com o tão aclamado “projeto da estrutura”, que assenta na valorização e integração de jogadores da casa no plantel principal, algo que com Jesus não seria possível.

Outro aspeto positivo são os milhões que se poupam, porque Jesus, como se sabe, é um técnico caro quer em termos de salários, como a nível de construção de plantel, pois exige uma abordagem agressiva ao mercado de transferências.

A nega de Jesus pode ter sido a melhor escolha para o SL Benfica e para os seus adeptos, que vêm, assim, a garantia da continuidade na aposta da prata da casa, como também a não existência de um all-in financeiro desnecessário, que poderá colocar em causa a estabilidade financeira do clube.

Artigo revisto por Diogo Teixeira 

SL Benfica 5-0 UD Vilafranquense: Hoje só faltou mesmo tourada na Luz

A CRÓNICA: ALUGA-SE MEIO-CAMPO ENCARNADO. PARA MAIS INFORMAÇÕES, LIGUE XXX

Hoje foi mais um dia de Prova Rainha, a competição onde todas as surpresas podem acontecer. Restava saber se o UD Vilafranquense iria conseguir dar um ar da sua graça aqui, esta noite, no reduto do SL Benfica em jogo a contar para a quarta eliminatória.

De facto, hoje não foi um desses dias. Não há outra forma de começar esta crónica: três golos em apenas quatro minutos. As águias entraram a todo o gás e, ao que parece, a “bilha” do Vilafranquense veio um pouco vazia. Claro está, sem esquecer os poucos argumentos quando comparado com o adversário. A verdade é que foi como “ketchup”. Gonçalo Ramos aproveita uma má abordagem do central Sparagna e faz o primeiro do duelo aos 11 minutos. Foi o primeiro golo do menino esta temporada e o terceiro com a camisola sénior dos encarnados. Passado três minutos, Pizzi dilata a vantagem no marcador. Depois de uma fabulosa assistência de Nuno Tavares, o médio coloca a bola sem espinhas dentro da baliza ribatejana. Mas os de Vila Franca não conseguiram respirar e o terceiro tento estava mesmo aí à espreita: desta vez, por intermédio de Seferovic, o avançado ganha a frente a Diogo Coelho numa grande jogada individual e faz o terceiro da noite para a equipa de Jorge Jesus. Primeiros 15 minutos de jogo e já cheirava a goleada.

O ímpeto do Benfica acabou por esmorecer um pouco, bem como o jogo durante o resto da primeira parte. Ainda assim, houve tempo para o quarto tento das águias aos 42 minutos. Novamente, Sparagna fica muito mal na fotografia. Depois de mais uma assistência de Nuno Tavares, Seferovic, de carrinho, bisa na partida e volta a “apanhar” a equipa ribatejana em contra mão. Os encarnados foram, então, para os balneários com uma vantagem sólida e que era mais do que justificada.

A segunda parte continuou no mesmo sentido. O Benfica continuou com o pé no acelerador e nem mesmo a postura ainda mais recuada da equipa de João Tralhão evitou a mão cheia de golos. Aos 57 minutos do jogo, fez-se arte no Estádio da Luz. Num golo bem parecido ao de Tabata frente ao FC Paços de Ferreira. Depois de Gilberto dar de calcanhar, Pedrinho coloca em arco na baliza adversária e faz o quinto para as águias.

Ainda houve temo, aos 69 minutos, para uma tentativa do golo de honra. Depois de percorrer vários metros e de alguma passividade de Gabriel, Carlos Fortes remata em jeito. Helton Leite bem se esticou, mas o que lhe valeu foi mesmo o poste. A partida acabou em 5-0 num jogo em que Benfica dominou do primeiro ao último segundo. Os encarnados seguem, assim, para a próxima elimanatória

 

A FIGURA

SL Benfica x UD Vilafranquense
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Pedrinho – É o único jogador que completa os 90 minutos dos vários atletas em destaque esta noite. E, por isso, dou-lhe esta nota de destaque. Já para não falar do excelente golo que tirou da cartola. Uma autêntica obra de arte que acabou por ser como um brinde pela boa exibição que prestou ao Benfica esta noite.

 

O FORA DE JOGO

SL Benfica x UD Vilafranquense
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Sparagna – O central não teve mesmo uma noite feliz no Estádio da Luz. Ficou muito mal na pintura em dois dos quatro golos do SL Benfica nesta partida. Más abordagens aos lances e alguma passividade por parte deste jogador acabaram por custar caro aos ribatejanos numa noite que, por si só, não se estava a adivinhar nada fácil.

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

O SL Benfica apresentou-se esta noite num 4-4-2 com uma postura assertiva e impetuosa. O que se destacou no jogo dos encarnados esta noite foi a facilidade com que se criou jogo no espaço interior. Para isso, Pizzi, Rafa e Pedrinho foram fundamentais para criar mais nessa zona. Gonçalo Ramos também foi protagonista nesta forma de jogar. Deu muita mobilidade também nessa zona central. Criou muitas dificuldades para as quais a equipa do Vilafranquense não estava a conseguir dar resposta. O jogo dos encarnados foi simples e descomplicado. Jogaram curto e de uma forma eficaz e com uma caraterística que muitas vezes tem faltado ao conjunto de Jorge Jesus: velocidade!

 

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES

Helton Leite (5)

Gilberto (6)

Gabriel (4)

Seferovic (7)

Pizzi (7)

Rafa (6)

Otamendi (5)

Jardel (5)

Pedrinho (8)

N. Tavares (8)

G. Ramos (8)

SUBS UTILIZADOS

Taarabt (6)

Darwin (6)

Everton Cebolinha (5)

Samaris (5)

Waldschmidt (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – UD VILAFRANQUENSE 

O UD Vilafranquense apresentou-se esta noite no Estádio da Luz num 5-4-1. Depois da má entrada nesta quarta eliminatória, eram evidentes as debilidades do conjunto de João Tralhão. Depois dos primeiros três golos, o técnico da equipa ribatejana tentou reforçar o setor recuado, onde colocou Jefferson como terceiro central. Uma tentaiva de reforçar e de dar resposta às movimentações de Seferovic e Gonçalo Ramos. Mas a verdade é que não chegou. O Benfica continuou com muita facilidade em criar espaços. Isto porque o meio-campo ribatejano também teve muito que se lhe diga. Ainda assim, nota para Tiago Martins e Vitor Bruno que conseguiram destoar um pouco desta exibição tremida da equipa de Vila Franca.

As entradas de Carlos Fortes e Leo Cordeiro, que aconteceram ao início da segunda parte, não mudaram nada no sistema tático do Vilafranquense. Os visitantes continuaram muito recuados, mas desta vez de uma forma muito mais compacta e organizada. Isto de forma a evitar, ao máximo, que o conjunto de Jorge Jesus dilatasse ainda mais a vantagem.

 

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES

Tiago Martins (7)

Sparagna (2)

Diogo Coelho (3)

Izata (4)

Varela (5)

Jefferson (6)

Rodrigo (5)

Kady (5)

Rúben Gonçalves (6)

Vitor Bruno (7)

Marcos Vinicius (5)

SUBS UTILIZADOS

Leo Cordeiro (5)

Carlos Fortes (6)

André Claro (6)

Marco Grilo (-)

Timbó (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

SL Benfica 

Não foi possível colocar questões ao treinador do SL Benfica, Jorge Jesus.

UD Vilafranquense 

BnR: Queria perguntar-lhe sobre a facilidade do SL Benfica em construir, sobretudo através de espaços interiores. O que acha que falhou? 

João Tralhão: Nesse caso, dou mais mérito ao Benfica. Eles têm um jogo interior muito forte. Nós já sabíamos disso e vínhamos a contar com isso. Quando digo que o jogo interior deles é muito forte, não falo só da qualidade técnica. Eles têm um jogo muito intenso, com muitas combinações e nós tínhamos de ter velocidade, não só do ponto de vista das ações mas da decisão. Em alguns momentos não conseguimos fazê-lo. E por vezes não conseguimos fazê-lo. E foi isso que ditou o erro. Não vou estar aqui a apontar erros individuais porque a equipa foi brava. Acho que nos faltou foi capacidade de decisão.

Taça 1947 | Sporting CP 3-3 SL Benfica (2-3 GP): Águias vencem 1.ª edição

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A CRÓNICA: SL BENFICA APROVEITA FALHAS DEFENSIVAS

A primeira final da nova competição de Hóquei em Patins foi disputada entre os rivais da Segunda Circular, Sporting CP e SL Benfica. Ambas as equipas entraram muito equilibradas na partida, com o equilíbrio no número de oportunidades a dominar toda a primeira parte. No entanto, os leões conseguiram marcar ainda no primeiro tempo por Romero, com uma stickada de longa distância.

O segundo tempo foi mais animado. Os encarnados entraram mais pressionantes e aproveitarem o desnorte da defensiva leonina para chegarem facilmente à baliza de Girão. Contudo, foi mesmo o Sporting a alargar a vantagem. Ferran Font, em jogada inaugural, fez o segundo da partida para o Sporting, mas desenganem-se aqueles que pensavam que a tranquilidade iria chegar. O capitão do Benfica, Diogo Rafael, também numa iniciativa individual, reduziu para os encarnados, com a ajuda de um desvio do remate nos patins de Platero.

O Benfica continuava à procura do empate, com Girão, até de cabeça a solucionar os lances provocados pelos buracos na defesa dos leões. No entanto, é outra vez o Sporting contra a corrente do jogo a marcar. Font aproveitou o livre direto pela décima falta dos encarnados para fazer o 3-1, numa situação aparentemente bem estudada pelo hoquista espanhol, quanto aos movimentos de Pedro Henriques.

Os encarnados acabaram também por aproveitar as bolas paradas e conseguiram assim não só reduzir a desvantagem, como também igualar a partida. Nicolía, de grande penalidade, e Ordoñez, de livre direto pela décima falta do Sporting, acabaram por levar o jogo ao prolongamento.

No prolongamento, não houve lugar a golos, apenas duas oportunidades nos ferros, uma para cada lado. Já nos penaltis, os dois guarda-redes destacaram-se com apenas à quinta grande penalidade cobrada a ser concretizada. Três defesas para Pedro Henriques, duas para Girão e Nicolía cobrou o penalti decisivo.

O Benfica ganhou com mérito, apesar de nunca ter estado em vantagem no tempo regulamentar e no prolongamento. Os encarnados nunca desistiram e aproveitaram as falhas defensivas dos leões e ficam assim com a primeira Taça 1947.

 

A FIGURA

Diogo Rafael – O capitão dos encarnados deu o exemplo à equipa e marcou o primeiro para os encarnados, quando começava a parece que a baliza de Girão era inviolável. Foi um dos elementos que pautou o ritmo de jogo do Benfica e cumpriu ao concretizar a grande penalidade, no desempate final.

 

O FORA DE JOGO

Defesa do Sporting – Mesmo em vantagem, a defesa leonina mostrou-se sempre frágil no capítulo das marcações, com os jogadores do Benfica a chegarem facilmente a zona de finalização. Algo a melhorar na equipa de Paulo Freitas que já tinha revelado fragilidades.

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

Os sportinguistas apresentaram um ataque dinâmico com a troca de bola constante. O 1×1 foi usado durante a segunda parte por jogadores como Romero, Verona ou Toni Perez, abrindo brechas na defensiva adversária.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Girão (8)

Verona (7)

 Romero (7)

Font (8)

João Souto (7)

SUBS UTILIZADOS

Zé Diogo Macedo (-)

Telmo Pinto (7)

 Pedro Gil (7)

Platero (7)

Toni Perez (8)

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

O Benfica conseguiu através de uma gestão de posse, criar desequilíbrios na defesa leonina. No entanto, a defesa ficou muitas vezes expostas aos contra-ataques do Sporting. Valter Neves e Diogo Rafael tentaram fazer a ligação entre a defesa e o ataque.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Pedro Henriques (8)

Valter Neves (7)

Diogo Rafael (8)

Edu Lamas (6)

Ordoñez (7)

SUPLENTES UTILIZADOS

Marco Barros (-)

Vieirinha (7)

Nicolia (7)

Aragonès (6)

Gonçalo Pinto (7)

Foto de capa: SL Benfica

FC Porto 2-1 CD Tondela: Dupla-maravilha vale passagem na Taça

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A CRÓNICA:  MAREGA E TAREMI RESOLVEM NUM JOGO BEM MAIS CALMO QUE O ANTERIOR

Depois de um 4-3 neste mesmo estádio, no fim de semana passado, FC Porto e CD Tondela entraram em campo determinados a mexer novamente com os corações dos adeptos, desta vez num jogo a eliminar, da quarta eliminatória da Taça de Portugal.

Numa clara fotocópia do que havia sido a partida entre estas duas equipas na semana transata, o FC Porto entrou praticamente a vencer com um golo caricato de Mehdi Taremi. Corona isolou o iraniano que, em esforço tocou para a defesa de Trigueira e acabou por levar autenticamente com a bola no corpo e viu esta entrar na baliza beirã.

As tabelas constantes e movimentações nas costas da defesa do Tondela iam resultando, mas faltava eficácia no momento da decisão. Quem aproveitou foi mesmo o conjunto de Pako Ayestarán que transformou um canto defensivo em golo. Murillo arrancou e ultrapassou Manafá, no dois para um contra Corona, tocou em João Mendes, que desmarcou Mario Gonzalez para atirar para um golo provável que Diogo Costa negou e, na recarga, João Mendes atirou para uma baliza deserta. Estávamos ainda no décimo oitavo minuto de jogo.

Aos 24′, Marega respondeu para o FC Porto. O maliano tabelou com Otávio que, na linha, cruzou atrasado com conta, peso e medida para o avançado que, de primeira, devolveu a vantagem aos dragões. Entre perdidas portistas e alguns alertas beirões, veio o intervalo com muitos ajustes certamente a serem feitos em ambas as equipas.

A segunda parte foi de menor fulgor e trouxe até preocupações. Zaidu foi o homem em destaque no início do segundo tempo, com dois picos de velocidade tremendos, num deles a colocar Marega na cara do golo, mas com o maliano a desperdiçar frente a Trigueira. O lateral nigeriano teve de abandonar o terreno com dificuldades físicas aos 51′ e é, assim, uma dor de cabeça para Sérgio Conceição.

O jogo manteve-se morno, pacato, sem oportunidades em qualquer das balizas até aos 75′, quando o Tondela fez várias alterações e se lançou para a frente, com o objetivo de anular a desvantagem no marcador. As intenções foram as melhores do conjunto beirão, mas não sortiram efeito, já que o FC Porto se soube organizar defensivamente em quase todos os momentos. Nos que não soube, por exemplo, ao minuto 87′, em que Anne apareceu sozinho em frente a Diogo Costa para cabecear, o conjunto da beira alta não conseguiu aproveitar.

Luis Díaz ainda marcou para os dragões aos 88′, mas o golo foi invalidado por fora de jogo. O FC Porto segue, assim, em frente na Taça de Portugal, num jogo onde o destaque vai para a dupla Marega-Taremi, que não consegue parar de faturar.

A FIGURA

Fonte: FC Porto

Dupla de avançados do FC Porto – Taremi e Marega parecem estar a combinar bem e foram deles os dois golos que deram vantagem ao FC Porto.

O FORA DE JOGO

Fonte: FC Porto

Defensiva beirã – Mesmo com cinco defesas, o Tondela teve muita dificuldade em controlar a profundidade e a largura do ataque portista, sendo ultrapassados em constantes tabelas dos dragões.

ANÁLISE TÁTICA – FC Porto

O FC Porto apresentou-se em 4-4-2, à semelhança do que já tinha feito no primeiro jogo diante do Tondela. Os portistas procuraram explorar a largura e profundidade da defensiva beirã, principalmente através de tabelas entre os extremos e os avançados, com um avançado a tabelar e o outro, imediatamente, a desmarcar-se nas costas do defensor.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

 Diogo Costa (6)
Manafá (5)
Mbemba (6)
Diogo Leite (6)
Zaidu (6)
Corona (6)
Grujic (6)
Sérgio Oliveira (6)
Otávio (7)
Marega (7)
Taremi (7)

SUBS UTILIZADOS

Luis Díaz (6)
Romário Baró (5)
João Mário (5)
Toni Martínez (5)

ANÁLISE TÁTICA – CD Tondela

O CD Tondela manteve o 5-3-2 que assustou o FC Porto no jogo a contar para a Liga. Os beirões procuraram controlar os danos atrás e sair rápido, principalmente através de Murillo, para apanhar os dragões em contra-pé. Destaque ainda para mais um par de jogadas em que os defesas centrais subiram, com o recurso a tabelas, e chegaram a zonas de finalização.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Pedro Trigueira (6)
Bebeto (5)
Medioub (5)
Jota Gonçalves (5)
Enzo Martínez (5)
Khacef (5)
Jaquité (5)
João Mendes (6)
Jaume (6)
Murillo (6)
Mario González (6)

SUBS UTILIZADOS

Rafel Barbosa (6)
João Pedro (6)
Filipe Ferreira (6)
Anne (6)
Pedro Augusto (6)

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

FC Porto

Bola na Rede: Marega e Taremi voltaram a marcar, à semelhança do que já tinham feito na semana passada frente ao Tondela. Além dos golos, os dois juntos na frente dão-lhe mais soluções ofensivas?

Sérgio Conceição: É a dupla que escolhi para estes dois jogos, assim como tenho o Evanilson e o Toni Martinez. Os quatro avançados dão-me garantias.

CD Tondela

BnR: Apesar de marcar quatro golos no agregado destes dois jogos, sofreu seis. Pergunto-lhe que ilações defensivas há a tirar destes dois jogos?

Pako Ayestarán: Erros pontuais contra uma equipa que exige muito. O FC Porto é uma equipa que é capaz de criar muitas ocasiões em pouco tempo, de pôr muitos jogadores na grande área. Não houve erros coletivos, mas individuais. Foi mais pela exigência do rival do que por propriamente a equipa estar a defender mal.

GP Abu Dhabi: Max Verstappen voa na hora da despedida

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A CORRIDA: VEMO-NOS EM 2021!

Na última corrida do calendário, se a qualificação nos disse como é que o resultado iria ficar, a verdade é que as odds estavam certas: Max Verstappen (Red Bull) agarra o primeiro lugar, e nunca mais ninguém o vê. 55 voltas depois, vemos o piloto holandês a passar a linha da meta, com Valtteri Bottas e Lewis Hamilton (Mercedes) a completar o pódio.

Numa corrida que considero a corrida mais monótona do campeonato, o único incidente de corrida foi o surpreendente abandono de Sergio Pérez (Racing Point), a abandonar por problemas no seu monolugar. Ele que já tinha começado em 19.º, por penalização, não consegue ajudar a equipa cor-de-rosa a alcançar o terceiro lugar do Campeonato de Construtores.

E foi tudo a que esta prova se baseou. É o fim de contas para os Campeonatos de Construtores e de Pilotos da temporada de 2020.

Com o quinto e o sexto lugar da McLaren, Lando Norris e Carlos Sainz (respetivamente), a equipa britânica garante o terceiro lugar do Campeonato de Construtores, por apenas sete pontos de distância do quarto lugar (Racing Point) e apenas atrás da Mercedes e da Red Bull.

Já no Campeonato de Pilotos, Lewis Hamilton já teria sido declarado campeão, como já se sabia, mas esperava-se que Max Verstappen pudesse ultrapassar o finlandês da Mercedes, Valtteri Bottas. Porém, hoje não foi um desastre para Bottas, pelo que Verstappen se singe pelo terceiro lugar do Campeonato, com apenas nove pontos de diferença.

Apesar da incrível corrida de Daniel Ricciardo (Renault), nem o abandono de Sergio Perez bastou para o australiano passar ao quarto lugar da classificação final, pelo que assim, o mexicano termina no quarto lugar, apenas por um diferença estonteante de seis pontos.

Também Abu Dhabi serve para marcar as despedidas para o próximo ano: De lembrar que Sergio Pérez ainda não tem lugar para o ano, e Kevin Magnussen (Haas) também se despede da Fórmula 1, juntamente com o seu colega de equipa, Romain Grosjean, que não pôde estar presente.

Não foi das corridas mais emocionantes do campeonato, muito pelo contrário, acabou por tornar-se numa corrida monótona, em que o único foco de distração foi analisar as estratégias das equipas e fazer as contas para a classificação final.

Assim sendo, acaba assim, mais uma época de Fórmula 1. 17 corridas em cerca de cinco meses, é de louvar o trabalho que milhares de pessoas tiveram para que tal facto acontecesse, sendo 2020 um ano atípico.

Quanto a nós, voltaremos brevemente, em 2021, com mais novidades. Se tudo voltar ao normal, em fevereiro estaremos nos testes de Barcelona, e em março teremos o GP da Austrália para voltar a acompanhar o melhor que há nos Desportos Motorizados.

Para quem perdeu tudo aquilo que foi a temporada 2020 de Fórmula 1, pode rever no nosso BnR Modalidades. Ah, e como diz o título da corrida: em 2021 estamos cá e já perspetivámos algumas coisas. Não percas!

Foto de Capa: Red Bull Racing

Vitória SC 0-1 CD Santa Clara: A bola abençoada dos açorianos!

A CRÓNICA: O “GOLO” QUE DESEJA O VAR

A partida dos 16 avos da Taça de Portugal no Dom Afonso Henriques fica decidida numa tarde amena na cidade berço, onde o Vitória SC e o CD Santa Clara medem forças para determinar qual irá enfrentar a próxima fase desta competição.

O jogo inicia com um minuto de silêncio em homenagem a Rui Viana (tal como as respetivas camisolas da equipa da casa), o fisioterapeuta do clube vitoriano, que partiu demasiado cedo. Após a bonita homenagem, o árbitro inicia a partida.

Uma partida que começa a beneficiar o Vitória SC, que demonstra mais oportunidades nos primeiros minutos e posse de bola. Ao contrário do que se verifica na partida, um passe mal executado é o suficiente para beneficiar os visitantes, que sem qualquer hipótese para Bruno Varela de possível defesa, o marcador estava inaugurado em apenas sete minutos de partida por Júlio Romão.

Em modo de troco, o Vitória SC tenta inúmeras tentativas de golo, nomeadamente por parte de Miguel Luís e Pepelu, mas André Ferreira desvia os perigos da sua baliza com sucesso. A primeira parte ainda apresenta mais tentativas de golo, nomeadamente o remate rasteiro de Mensah, mas a bola permanece fora das redes do CD Santa Clara.

Após o intervalo, a formação vitoriana tenta determinadamente chegar ao empate. Bruno Duarte falha a oportunidade mais iminente aos 60′ da segunda parte ao cabecear para o lado esquerdo da baliza adversária e falhando no seu objetivo. Bruno Varela ainda não fica ileso de ceder um castigo ainda mais pesado e injusto ao Vitória SC, após o remate da formação açoriana que passa a meros centímetros longe da baliza do guarda-redes português.

As tentativas desesperadas da formação vitoriana de chegar ao empate continuam a insistir na baliza de André Ferreira, mas a equipa peca por erros individuais dos avançados, que falham na finalização de forma miserável.

Na última oportunidade, sobe Bruna Varela para a grande área (que leva um amarelo após entradas agressivas no meio dos jogadores da equipa adversária). Quaresma prepara-se para marcar o último canto da partida, remata alto para o desvio de um defesa do CD Santa Clara, Pepelu cabeceia ao segundo poste para as mãos de André Ferreira. Os jogadores do Vitória SC ficam a reclamar que a bola já tinha entrado, aquando a defesa de André Ferreira.

Para tristeza da formação da casa, não existe revisão ou VAR na Taça de Portugal e o árbitro termina a partida sem mais declarações aos 95’ de jogo. O Vitória SC despede-se da Taça de Portugal, com um resultado miserável perante a exibição em campo. No entanto, a eficácia inédita do CD Santa Clara leva à melhor neste domingo anuviado na cidade de Guimarães e segue em frente nesta competição.

 

A FIGURA

André Ferreira – O guarda-redes português demonstrou-se capaz e apto para o desafio proposto neste jogo da Taça de Portugal, sendo a sua primeira titularidade da época presente. O evidente salvador da formação açoriana, perante as inúmeras defesas alcançadas após ser alvo de várias oportunidades na cara do jovem.

 

O FORA-DE-JOGO

Bruno Duarte – Peca por erros individuais em demasia, falhou oportunidades cruciais que poderiam ter concebido à equipa um resultado mais favorável. À semelhança do que é observado em jogos passados, continua um jogador pouco agressivo e com um ritmo que deixa muito a desejar, principalmente enquanto elemento mais avançado da formação vitoriana.

 

ANÁLISE TÁTICA – VITÓRIA SC

A equipa de João Henriques apresenta-se nesta jornada da Taça de Portugal com um 4-3-3 mais agressivo e avançado, com Maddox, Bruno Duarte e Quaresma a liderar a frente vitoriana. Miguel Luís, Pepelu e André Almeida a assegurar o meio-campo da formação da cidade de Guimarães. Enquanto que Sacko, Jorginho, Mumin e Mensah permanecem inalterados na defesa, tal como no jogo anteriores. Bruno Varela continua a ser a opção eleita para o técnico português.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Bruno Varela (7)

Sacko (6)

Jorginho (8)

Mumin (7)

Mensah (6)

Miguel Luís (7)

André Almeida (6)

Maddox (5)

Bruno Duarte (4)

Quaresma (7)

SUBS UTILIZADOS

Rochinha (8)

Lyle Foster (7)

M. Edwards (6)

Janvier (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – CD SANTA CLARA

À semelhança da formação vitoriana, o Santa Clara também aposta num 4-3-3. O técnico Daniel Ramos apenas aposta numa abordagem diferente no trio de ataque, Ukra continua a ser a escolha eleita no lado direito, acompanhado desta vez por Carlos Carvalho e Crysan. Tal como no jogo em casa do CD Nacional, o meio-campo da formação açoriana é formado por Julio Romão, Rashid e Costinha. Por sua, a defesa também permanece intacta.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

André Ferreira (10)

Rafael Ramos (7)

Mikel (6)

Fábio Cardoso (7)

Rashid (7)

Carlos Junior (6)

João Lucas (7)

Ukra (5)

Julio Romão (8)

Costinha (7)

Cryan (6)

SUBS UTILIZADOS

Néné (7)

João Afonso (6)

Diogo Salomão (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

CD Santa Clara

BnR: André Ferreira foi hoje lançado no seu segundo jogo a titular. Acha que isto dará mais oportunidades ao jovem, devido ao que se verificou hoje no jogo?

Daniel Ramos: É um talento um bocado mais escondido, devido ao Marco assumir mais a titularidade, mas foi notório a valia dele, o clube acredita muito nele e hoje foi a prova disso. Estamos muito satisfeitos em todos os setores, hoje verificou-se isso na baliza e em outros. É um jovem talento claro, e terá mais oportunidade de o demonstrar.

Vitória SC

BnR: Considera que foi um resultado injusto perante o que o Vitória apresentou em campo?

João Henriques: O adversário fez um golo e nós não conseguimos e foi o resultado final. Fomos a equipa mais esclarecida, com mais oportunidades evidentes e que lutou sempre pelo resultado. O grupo está ferido, magoada perante a exibição, mas demonstrou a sua resposta em campo. Foi um dos melhores jogos a nível de organização e que coletivo. A equipa está ferida e está magoada perante os resultados e deixou a resposta disso mesmo em campo.

A única perda, e foi uma grande perda, foi única: A perda de um elemento da nossa família. O Rui Viana. Queríamos fazer uma homenagem mais positiva, pois o Rui merecia isso, era uma pessoa merecedora de um resultado positivo, perante a pessoa feliz e respeitosa que sempre foi connosco. Quem produz desta forma, está muito perto de ganhar. Se foi injusto ou não? Digo-lhe que em dez jogos iguais a estes, ganhávamos nove deles. A questão de ser injusto ou não no futebol é muito complicado e relativo. Estamos tristes com o resultado pois queríamos mais e eramos merecedores de mais.

Sporting CP 67-63 SL Benfica: Venceu o dérbi quem conseguiu

A CRÓNICA: NA FALTA DE QUALIDADE E NA LUTA ATÉ AO FINAL, O LEÃO SOBREPÔS-SE À AGUIA

Só foi dérbi pelos envolvidos e pela luta até ao fim. O Sporting CP recebeu o SL Benfica, no Pavilhão João Rocha, em jogo a contar para a décima jornada do campeonato nacional de basquetebol, e acabou por vencer num jogo sem história.

Sem público nas bancadas do João Rocha, defrontaram-se, na quadra, os dois primeiros classificados do campeonato que estão apenas separados por um ponto. Arnette Hallman foi quem abriu o marcador a favor dos encarnados, num primeiro período onde os leões se sobrepuseram ao SL Benfica. As águias entraram melhor na partida, mas só marcaram nove pontos no primeiro quarto (o que não é habitual).

O segundo período já foi mais intenso e equilibrado, tanto a nível pontual como a nível de jogo jogado. Se nos primeiros dez minutos foi a equipa de Carlos Lisboa a fazer um parcial mau, a formação de Luís Magalhães conseguiu fazer ainda pior, ao marcar apenas sete pontos, e comprometer a vantagem que tinha no marcador. À ida para o intervalo, o SL Benfica vencia o dérbi por 22-33.

No recomeço da partida, recomeçou a disputa do resultado entre as equipas de Lisboa. O Sporting CP reentrou na partida com uma taxa de acerto muito mais elevado do que a das águias, mas nesses dez minutos não foi o suficiente para se colocar na frente do marcador.

No último período do encontro, os leões continuaram com a mesma vontade que demonstraram no terceiro. O jogo seguiu bastante renhido até ao minuto final da partida e o Sporting CP conseguiu mesmo dar a volta ao resultado. Alguma descontração em certos momentos defensivos, e mesmo nos ofensivos também, fizeram com que a formação de Carlos Lisboa perdesse a vantagem e o encontro. No final, levou a melhor o Sporting CP por 67-63.

A FIGURA

Luta renhida até ao final – Dérbi que é dérbi é um jogo intenso e renhido entre ambas as equipas e, a nível pontual, foi isso que existiu. Se houve algo que fez com que se prendessem os adeptos à televisão para ver este encontro foi a luta pontual entre o Sporting CP e o SL Benfica, porque pouco mais existiu para ver.

 

O FORA DE JOGO

Falta de qualidade nas exibições – Uma coisa levou à outra. Se o dérbi foi tão renhido como foi, também se deveu à falta de qualidade de jogo apresentada por ambas as equipas. Parte a parte, foi uma das piores exibições do coletivo do Sporting CP desde o “reerguer” da modalidade, e o culminar das exibições do SL Benfica resultou no estilo de jogo apresentado neste dérbi. Venceu quem jogou menos mal.

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

A equipa de Luís Magalhães fez o seu jogo recorrendo a transições rápidas, principalmente a nível ofensivo. Era notória a utilização de contra-ataques rápidas, aproveitando algumas desatenções, e também um jogo interior que envolvesse todos os jogadores na quadra. Algumas jogadas estudadas, bastante calmas, mas que deram resultado, e a ajuda de Travante Williams que é uma peça fundamental na equipa dos leões.

Nos momentos defensivos, o Sporting CP recorria à marcação individual e saía a ganhar em alguns duelos, dada a altura de alguns jogadores comparando aos das águias.

 

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES 

Francisco Amiel (5)

James Ellisor (7)

Bailey Fields (7)

Travante Williams (8)

João Fernandes (6)

 SUBS UTILIZADOS 

Diogo Ventura (7)

Cândido Sá (5)

Shakir Smith (-)

Cláudio Fonseca (-)

Diogo Araújo (-)

Pedro Catarino (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

 Com os jogadores já recorrentes nos cincos iniciais escolhidos, Carlos Lisboa abordou o encontro frente ao Sporting CP como costuma fazer com os restantes.

Foi possível ver um SL Benfica a apostar em contra-ataques, lançamentos da linha de três pontos e era notória uma estratégia algo elaborada a nível de algumas transições ofensivas.

A nível defensivo, apesar de algumas vezes descontraído de mais, o coletivo do SL Benfica partia para uma marcação individual, em detrimento de uma marcação à zona que, em certas alturas do encontro, era preferível.

 

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

 Eric Coleman (7)

Betinho (7)

Tweety Carter (7)

Caleb Walker (6)

Arnette Hallman (6) 

SUBS UTILIZADOS 

José Silva (5)

Scott Lindsey (6)

Cameron Jackson (6)

Rafael Lisboa (5)

Foto de capa: LPB

Podcast BnR T1/EP15: O rescaldo da jornada europeia

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No décimo-quinto episódio do podcast fazemos o rescaldo da semana europeia e do que poderá acontecer nas rondas a eliminar.

Vem daí para este programa com a moderação do Pedro Pinto Diniz e com os comentários de Jorge Faria de Sousa, Luís Pinto Coelho e Rui Pedro Cipriano.

Se queres saber quem foram os escolhidos, então ouve o novo episódio do Podcast BnR.

Podes ouvi-lo no Spotify, Anchor, Breaker, Google Podcasts, Apple Podcasts, Overcast, Pocket Casts e Radio Public.

SL Benfica x UD Vilafranquense | 4 dados a reter antes do embate inédito

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Em 2020, já vimos quase (de) tudo. Quase. Faltam algumas inéditas ocorrências. Uma delas vai ter lugar, físico e temporal, no Estádio da Luz, pelas 20h30 deste domingo, 13 de dezembro: SL Benfica e UD Vilafranquense defrontam-se pela primeira oficial vez.

DUELO DE LISBOETAS QUE TÊM O OBJETIVO DE VIAJAREM ATÉ AO JAMOR. QUEM VAI PASSAR NESTE DUELO ENTRE DAVID E GOLIAS? APOSTA JÁ EM BET.PT!

O segundo classificado da Primeira Liga é o primeiro adversário primodivisionário da UD Vilafranquense nesta edição da Taça de Portugal, na qual já venceu o Vidago FC, fora, por 5-1, e a AD Sanjoanense, em casa, por 2-1. Já as águias chegam a esta quarta eliminatória após terem vencido o USC Paredes por uma bola a zero.

A inexistência de confrontos anteriores dificulta a realização de uma antevisão adequada. Ainda assim, seguem no presente artigo alguns dados relativos a ambas as equipas que se podem revelar importantes.