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Football Manager 2021 | 6 desafios para a tua Quadra Natalícia

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Imagina o seguinte cenário: véspera da noite de Natal. Família reunida na sala, enfartados com a ceia, a discutir futebol e política já com três copos de vinho e um digestivo no sistema. Se tivessem que escolher entre participar na discussão regada ou refugiarem-se no quarto a jogar Football Manager 2021, começariam um save com quem?

Apresentamos seis desafios aos nossos leitores, com o objetivo de ser campeão, catalogados nas seguintes dificuldades: Muito Fácil, Fácil, Normal, Difícil e Muito Difícil com uma ronda bónus para quem gosta de gerir o destino de um clube na mó de baixo.

 

1. FC Barcelona – Muito Fácil

Football Manager 2021

Orçamento Inicial: 10 milhões de euros para transferências

Desafio Football Manager 2021: Campeão

Sugestão de reforço: Ponta de Lança

O Barcelona passa neste momento por uma fase conturbada e de restruturação. Com várias contratações multimilionárias falhadas, órfã de um Ponta de Lança de classe mundial com a saída hedionda de Luís Suárez mas ainda assim dotada de enorme potencial com jovens como Dest, Fati, de Jong ou Trincão, este desafio será o mais fácil.

Jogador Chave: Leo Messi

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Primeira Liga | As 5 melhores exibições da 9.ª jornada

Com um total de 27 golos marcados, a nona jornada da Primeira Liga destaca-se como a segunda com mais golos até ao momento do campeonato. Nela, presenciámos o maior placar da prova até ao momento (o 4-3 no Dragão), bem como perdas de pontos surpreendentes de dois dos quatro primeiros classificados.

No extremo inverso da tabela, nota para o abandono das posições de despromoção por parte do SC Farense, emblema que, até ao momento, tinha terminado todas as jornadas nesta posição aflitiva.

Por outro lado, CS Marítimo assume agora a lanterna vermelha, fruto de uma sequência de seis jogos para o campeonato sem conhecer o sabor da vitória.

Posto isto, é altura de analisar a ronda de forma individual, elegendo, assim, as cinco melhores exibições da nona jornada da Primeira Liga.

Menções Honrosas: Rafael Barbosa (CD Tondela), Moussa Marega (FC Porto), Gilberto (SL Benfica), Oleg Reabciuk (FC Paços de Ferreira) e Ryan Gauld (SC Farense)

O regresso inesperado de Mark Cavendish à QuickStep

O regresso do sprinter britânico Mark Cavendish à formação belga, Deceuninck Quick-Step, está consumado, onde já tinha estado no passado, entre as épocas de 2013 e 2015, mas sobre os nomes de Omega Pharma-QuickStep e Etixx-QuickStep. O ciclista esteve perto de abandonar, mas sentiu que não podia deixar o seu legado através da porta pequena.

É um dos melhores sprinters de todos os tempos, mas já vai longe do auge da sua carreira. Aos 35 anos, o ciclista abandona a equipa Bahrain-McLaren para ingressar numa casa que bem conhece.

“Estou tão feliz em juntar-me à Deceuninck-QuickStep, que nem consigo explicar. Eu nunca escondi o meu afeto pelo tempo que já tinha passado aqui e, para mim, sinto que é, realmente, um regresso a casa”, disse Cavendish em comunicado divulgado pela equipa.

“Para além do incrível grupo de corredores, mal posso esperar para recomeçar a trabalhar com o staff, a maioria dos quais estiveram aqui durante a minha primeira passagem, e fizeram parte de um dos períodos mais bem-sucedidos da minha carreira, uma era da qual me orgulho imenso.”

“Mesmo com uma época extremamente difícil e perturbada, este ano, eles mostraram como são fortes e unidos, e eu espero acrescentar algo mais à equipa. Mal posso esperar para estar de volta ao Wolfpack”, referiu o britânico.

O “Manxman” no período que esteve na equipa, acabou por alcançar 44 triunfos, em três temporadas! No total, ao longo da sua vasta carreira, conquistou 146 vitórias, 48 em Grandes Voltas, com a Volta a França a ser o seu terreno predileto, com 30 triunfos, números impressionantes! É o oitavo ciclista com mais vitórias de sempre! Sendo que, dos ciclistas ativos, apenas o alemão André Greipel tem mais triunfos que Cav.

A oportunidade que Patrick Lefevere está a dar a Cavendish é de realçar, visto que o corredor já não vence desde fevereiro de 2018. Esta época, na equipa Bahrain-Mclaren, a sua melhor classificação em etapas foi um modesto 12.º posto, no Tour da Polónia, em 37 dias de competição. O britânico também já tem um histórico considerável de lesões e doenças, que acabaram por arredá-lo de competição.

“Nós e o Mark partilhamos muitas memórias bonitas, e temos uma história que remonta há vários anos. Durante o seu período de três anos com a equipa, ele não se limitou a reivindicar dezenas de vitórias para o coletivo, mas também mostrou ser um espantoso ciclista de equipa, ele é incrivelmente dedicado! Nós estamos felizes por tê-lo de volta à nossa família, uma vez que ele é um líder e traz consigo uma grande experiência, que pode partilhar com os nossos jovens corredores, mas ao mesmo tempo estamos confiantes que ele ainda tem algo para dar à equipa”, disse o responsável máximo da equipa, Patrick Lefevere.

Este ano, o ciclista não teve os melhores dias em cima da bicicleta, e houve mesmo o rumor que iria abandonar no final da temporada. Esta oportunidade é excelente para poder despedir-se em grande do ciclismo, no escalão máximo (WorldTour), e na melhor equipa do Mundo. Até agora, a equipa só tem duas contratações, com Josef Cerny e Cavendish a reforçarem um roster de excelência.

A equipa está, apenas, disposta a fazer, contratações cirúrgicas, porque em equipa que ganha, não se mexe! A formação belga já dispunha de Sam Bennett, Alvaro Hodeg e de Fabio Jakobsen (lesionado) para os sprints, agora fica com mais uma opção válida para as chegadas mais rápidas. E se há equipa que pode fazer o “Míssil” britânico voltar às vitórias, fazendo jus à sua honrosa carreira, é a Deceuninck Quick-Step.

SL Benfica vs Chelsea FC | Os 4 dados a reter sobre as Blues

A partir das 15h do dia 9 de dezembro de 2020, o Chelsea FC Women, sétimo posicionado do Ranking Europeu de Clubes de futebol feminino, estreia-se na presente edição da Liga dos Campeões Feminina. A estreia será patrocinada pela equipa feminina do SL Benfica, 68ª colocada do mencionado ranking, no Benfica Futebol Campus.

As águias estão também em estreia, mas absoluta, na montra europeia e vão igualmente estrear-se nas partidas em casa para a Liga dos Campeões Feminina, depois de terem batido fora de terras lusitanas o PAOK e o Anderlecht, por 3-1 e 2-1, respetivamente.

Na terceira ronda da renovada prova maior europeia – a primeira a duas mãos -, as encarnadas vão ter o mais exigente teste da sua história, por inúmeras razões, seguindo-se quatro delas.

Olympiacos FC x FC Porto | 5 dados estatísticos do embate final

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Perante a última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões, o FC Porto prepara a ida à Grécia para enfrentar o Olympiacos FC, um jogo que em nada muda as contas finais para os azuis e brancos, mas para os helénicos pode ser um tudo ou nada.

Se por um lado, este encontro pode servir para Sérgio Conceição dar minutos aos jogadores menos utilizados na competição, por outro, a compensação financeira em caso de vitória pode ser um aliciante extra para colocar os titulares habituais, já que os três pontos não chegam para alcançar o tão desejado primeiro lugar.

OS DRAGÕES TENTAM FECHAR COM CHAVE DE OURO A PARTICIPAÇÃO NA LIGA DOS CAMPEÕES! SERÁ QUE CONSEGUEM VENCER? APOSTA JÁ NA BET.PT!

Neste momento, está em causa a continuação nas competições europeias para os gregos que, depois de perderem contra os franceses do Olympique de Marseille, podem sofrer um duro golpe nas aspirações do clube se os pupilos de André Villas-Boas consigam pontuar contra o todo poderoso Manchester City FC.

Este tudo ou nada excitante na luta pela Liga Europa pode fazer com que Pedro Martins aposte na melhor equipa possível com um 4-2-3-1 com José Sá na baliza, Holebas, Bas, Semedo, Rafinha; M’Vila, Bouchalakis; R. Vinagre, Valbuena, Masouras; Hassan.

Já Sérgio Conceição pode alinhar um 4-4-2 com: Diogo Costa na baliza; Zaidu, Mbemba, Sarr, Manafá; Grujic, Sérgio Oliveira, Fábio Vieira, Otávio; Martinez, Taremi.

FC Barcelona 0-3 Juventus FC: Italianos dão show em Camp Nou

A CRÓNICA: CR7 RESOLVEU E ENTREGOU O PRIMEIRO LUGAR DO GRUPO À JUVENTUS FC

Nove anos depois de ter chegado, Cristiano Ronaldo abandonou o Real Madrid CF (na temporada 2017/2018), pondo termo à maior das maiores rivalidades do futebol mundial, com Lionel Messi. Dia 8 de dezembro de 2020, quase dois anos e meio depois, os dois astros voltaram a encontrar-se no mesmo relvado, naquele que muitos consideram poder vir a ser a “última dança”. E talvez seja mesmo este o fator que mais interesse acrescentou ao jogo. Ambas as equipas estavam já qualificadas para a próxima fase e supostamente o jogo servia apenas para definir quem ficava em primeiro.

Antes do apito inicial destacavam-se a titularidade de Francisco Trincão, entrando para o lugar do lesionado Ousmane Dembelé. A outra novidade nos convocados dos catalães foi o regressado Samuel Umtiti, 161 dias depois do último jogo.

A tarefa da Juventus FC parecia complicada, mas rapidamente se percebeu que não era impossível. A Vecchia Signora entrou a todo o gás. Cristiano Ronaldo assustou aos 7 minutos de jogo e aos 12 faturou mesmo o primeiro golo da partida. Ronald Araújo, usou os braços de forma ilegal, no entender do árbitro Tobias Stieler, para travar o avançado português. CR7 não tremeu e fez o primeiro do marcador.

As debilidades defensivas do Barcelona eram evidentes e aos 20 minutos de jogo a vantagem aumentou. Aaron Ramsey rasga da esquerda para o meio, como que se de uma passadeira se tratasse, a bola chegou até Cuadrado, que cruzou com qualidade; Cristiano Ronaldo arrastou dois defesas para o primeiro poste e o médio norte-americano, Weston McKennie rematou em grande estilo para o fundo das redes. Nota artística elevada e muitas facilidades da defesa blaugrana.

Se a primeira meia hora de jogo foi de sentido único, o mesmo não se pode dizer dos últimos quinze minutos da primeira parte. A Juventus baixou as linhas e preferiu dar a bola ao adversário, aparentemente inofensivo. Termina o primeiro tempo com o 0-2 no marcador.

A segunda parte começou de forma semelhante à primeira. Aos 49 minutos, no seguimento de um canto, os italianos causaram o pânico na área adversária e depois de revisão no VAR… novo penalti para a equipa forasteira. Novamente, Cristiano Ronaldo não vacilou, fez o terceiro da equipa, e o segundo da conta pessoal.

Ronald Koeman tentou mexer na partida. Trincão saiu ao intervalo, para a entrada de Martin Braithwaite, que pouco acrescentou. Os catalães dominaram a partir do momento em que sofreram o terceiro golo, que já garantia o primeiro lugar do grupo à Vecchia Signora. Leonardo Bonucci ainda encostou a bola para o fundo das redes, contudo o VAR acabou por anular o golo ao capitão. Apesar dos 20 remates efetuados pelos espanhóis, o resultado não mais se alterou e o jogo terminou com a vitória da Juventus, 0-3.

 

A FIGURA

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Cristiano Ronaldo – O português era, juntamente com Lionel Messi, a grande atração da partida. Eram neles que estavam postos os olhos e eram deles de quem se esperavam golos. Ainda que a Juventus se tenha valido pela exibição coletiva, o craque não desiludiu. Jogo discreto, mas tremendamente eficaz. Dois golos através da marca de penálti, brilhantemente executados. Destaques ainda para Gianluigi Buffon, Álvaro Morata, Weston McKennie e Aaron Ramsey.

 

O FORA DE JOGO

FC Barcelona – Longe vão os tempos em que o Barcelona FC dominava o panorama do futebol mundial. Após a humilhante goleada por 8-2, frente ao Bayern Munique na temporada passada, a equipa catalã não mais foi a mesma. O péssimo arranque na Liga Espanhola vinha a ser compensado pelo trajeto satisfatório na Liga dos Campeões. A derrota e exibição apática desta noite, acentua uma grave crise em Barcelona, dentro e fora do campo.

 

ANÁLISE TÁTICA – BARCELONA FC

Ronald Koeman decidiu alinhar com o seu habitual 4-2-3-1. A estratégia do treinador holandês passou por levar os extremos para o centro do campo, de forma a permitir a subida e participação dos laterais no momento ofensivo. As incursões e combinações pelo meio entre Messi e Griezmann foram abafadas pelo miolo defensivo contrário e a equipa acabou por não conseguir criar tanto perigo quanto desejava. Lionel Messi aparecia, no papel, atrás de Antoine Griezmann. Contudo, esta sobrecarga de jogadores no meio-campo da Juventus fez com que o astro argentino tivesse de recuar no campo e apoiar Pjanić e Frenkie de Jong, no momento de construção.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Marc André ter Stegen (6)

Sergino Dest (6)

Ronald Araújo (4)

Clément Lenglet (3)

Jordi Alba (6)

Miralem Pjanic (5)

Frenkie de Jong (5)

Francisco Trincão (5)

Pedri (7)

Lionel Messi (7)

Antoine Griezmann (6)

SUBS UTILIZADOS

Martin Braithwhaite (5)

Samuel Umtiti (5)

Junior Firpo (5)

Riqui Piug (6)

Oscar Mingueza (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – JUVENTUS FC

É caso para dizer que Andrea Pirlo deu um banho tático a Ronald Koeman. O treinador italiano utilizou o já recorrente 3-4-1-2 em momento ofensivo, que se transformava em 4-4-2 no momento defensivo. A equipa preferiu organizar com muita paciência a trocar a bola e atacar a profundidade no momento ideal, procurando Cristiano Ronaldo e Morata. A ganhar, os italianos souberam gerir o jogo e acabaram por controlar facilmente a partida.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Gianluigi Buffon (7)

Matthijs De Ligt (6)

Leonardo Bonucci (7)

Danilo (5)

Arthur (5)

Aaron Ramsey (7)

Weston McKennie (7)

Juan Cuadrado (7)

Alex Sandro (6)

Álvaro Morata (8)

Cristiano Ronaldo (9)

SUBS UTILIZADOS

Adrien Rabiot (5)

Betancur (5)

Paulo Dybala (-)

Federico Chiesa (-)

Federico Bernardeschi (-)

FC Porto | A lufada de juventude e inconsistência trazida por Malang Sarr

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Este não vai ser um artigo para falar mal de Malang Sarr, jovem defesa central que chegou ao dragão no final do mercado de verão passado proveniente do Chelsea FC, mas também não vai ser constituído apenas por elogios. Nos últimos tempos, temos visto uma crescente afirmação do central francês de 21 anos na equipa portista, o que é também uma consequência natural da ausência de Pepe.

Antes da lesão do capitão de equipa, Malang Sarr era uma aposta para o banco de suplentes e entrava em situações complicadas para segurar o resultado ou trancar o corredor esquerdo da equipa. Era titular mais para formar um sistema de três centrais, que, na minha opinião, é o sistema tático que mais exponencia as características do internacional sub-21 francês, como se viu nos dois jogos frente ao Manchester City FC.

Pepe lesionou-se e soaram os alarmes no dragão. Um “jovem” de 38 anos mostrou assim que continua a ser o líder da defensiva azul e branca e a falta que faz é inacreditável. Algo que torna esta ausência de Pepe ainda mais preocupante é o momento de forma que o central internacional português atravessava e a inconsistência defensiva mostrada pelo FC Porto esta época e que assim precisava de um líder com a experiência suficiente de anos anteriores.

Zaidu entrou este ano para o lugar de Alex Telles, sendo que Mbemba e Manafá não têm a capacidade suficiente para manter uma linha sólida à imagem do que o FC Porto precisa. Malang Sarr, apenas com 21 anos, acabou por cair no meio desta defesa com fragilidades mais que reconhecidas.

Antes de fazermos uma análise aos últimos desempenhos deste jovem jogador, é preciso recordar que não se trata de um mero defesa central sem qualquer tipo de pergaminhos. Malang Sarr é uma jovem promessa dos quadros do OGC Nice que é visto como um futuro para a seleção francesa. A prova disso é que atualmente pertence ao Chelsea FC, que o emprestou ao FC Porto para poder regressar pela porta grande a Stamford Bridge.

Sarr é um internacional pelos escalões de formação da seleção francesa e já realizou 129 jogos enquanto sénior, apesar da sua tenra idade. Não é um central goleador, mas o facto de ser um central de pé esquerdo, muito veloz e bom a construir é algo a ter muito em conta para aquilo que pode oferecer a uma equipa. Vê-se pela cara e pelas suas movimentações e energia que é um jovem autêntico. Traz uma lufada de juventude à equipa do FC Porto, mas essa juventude ainda traz alguma inconsistência exibicional em alguém de que, naturalmente, se espera muito.

Com apenas 1 metro e 82 centímetros, o que não é comum num central, Sarr não deixa de ser bom no jogo aéreo. Para além disso, permite que as equipas joguem com a defesa subida, um apanágio do futebol moderno. Daqui partimos para uma análise ao rendimento do central francês de dragão ao peito.

Atletismo | Os melhores do ano: Quais as escolhas da World Athletics?

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No passado sábado, realizou-se a anual gala da World Athletics, que distingue os melhores de cada ano no Atletismo. Apesar de ter sido um ano recheado de cancelamento, adiamentos e em que alguns atletas pouco ou nada competiram, não se pode dizer que nenhum dos nomeados tenha tido um ano fraco ou que, em circunstâncias normais, não tivesse também sido nomeado.

Atente-se aos cinco finalistas para prémio de melhor masculino do ano:

Joshua Cheptegei (Uganda): bateu os recordes mundiais dos 5.000 metros, dos 10.000 metros e ainda dos 5km em estrada.

Mondo Duplantis (Suécia): bateu o recorde mundial do Salto com Vara por duas vezes e ainda saltou o mais alto de sempre ao ar livre (o de pista coberta conta como recorde absoluto)

Ryan Crouser (EUA): Imbatível em dez competições no Peso e chegou aos 22.91m, o terceiro, igualado, a lançar mais longe na história.

Johannes Vetter (Alemanha): Venceu 8 de 9 competições no Dardo e lançou a 97.76m, o segundo maior lançamento da história e pertíssimo de um recorde que parecia impossível até há bem pouco tempo.

Kartsen Warholm (Noruega): Venceu tudo o que havia para vencer e correu os 400 barreiras em 46.87 segundos, a segunda marca mais rápida da história.

E quanto às mulheres? Falemos das cinco nomeadas:

Letesenbet Gidey (Etiópia): Bateu o histórico recorde dos 5.000 metros, que pertencia a Tirunesh Dibaba.

Sifan Hassan (Holanda): Correu a maior distância de sempre em uma hora e bateu o recorde europeu dos 10.000 metros, com a quarta melhor marca da história.

Peres Jepchirchir (Quénia): Venceu o título mundial da Meia-Maratona e quebrou por duas vezes o recorde da Meia-Maratona em provas exclusivamente femininas (1:05:16 o melhor)

Elaine Thompson (Jamaica): Venceu as sete provas de 100 metros que fez e foi líder mundial do ano em 10.85 segundos.

Yulimar Rojas (Venezuela): Não perdeu qualquer prova no Triplo e bateu o recorde mundial em pista coberta, ao saltar 15.43 metros.

Restam assim poucas dúvidas sobre a qualidade dos atletas e das performances em causa. Então, no meio de tanta qualidade, como a World Athletics escolheu?

Finalmente, um Godinho que une o Sporting CP

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Antes que venham já criticar, ameaçar, gritar aos sete ventos que sou de outro clube, que sou infiltrando e o diabo a sete, deviam entender a que Godinho me estou a referir.

Ah espera… É verdade que a ação de qualquer um deles na história do Sporting CP dariam motivo a indignação, mas o que me leva a querer agradecer a Luís Godinho não são os lances em que errou na avaliação. Ou talvez seja. Passo a explicar.

O árbitro do jogo, em Famalicão, conseguiu o que já há muito não se via numa equipa de futebol do Sporting CP: uma união entre todos os jogadores e uma aparente motivação conjunta para ultrapassar todas as dificuldades que se avizinham (tirando quando se juntaram para escrever um comunicado contra um determinado presidente do clube).

Vimos Neto a criar um hashtag imediatamente adoptada pelo universo leonino e muitos dos seus colegas. Vimos jogadores a assumir erros individuais e até respostas certeiras a tentativas de piadas vindas de ex-jogadores de uma equipa do Norte. Adán foi eficaz na resposta (também o poderia ter sido a lançar-se à bola no primeiro golo e a colocar a posição da barreira no segundo. É só um preciosismo). No fundo, vimos os jogadores todos a defenderem o clube que representam, como deveria ser sempre.

Ou seja, Luís Godinho conseguiu unir ainda mais uma equipa que já se mostrava unida e permite agora ao treinador do Sporting CP capitalizar este doping extra. E, reconhecendo minimamente a inteligência comunicativa do nosso treinador, com certeza conseguirá pegar neste episódio aparentemente negativo para a equipa num motivo para que os jogadores entrem em campo mais unidos a lutar por um objetivo comum. Lutar por quem tenta destruir o seu trabalho dentro das quatro linhas.

Luís Godinho foi alvo de críticas no término da partida de sábado que opôs FC Famalicão e Sporting CP
Fonte: Bola na Rede

Luís Godinho tem ainda o mérito de fazer com que o nosso presidente aparecesse a defender o clube com unhas e dentes. A forma de passar a mensagem não terá sido a mais eficaz, mas sabemos das dificuldades de comunicação do Presidente Varandas. No entanto, neste caso, o que interessou foi mesmo a atitude. E convenhamos, só Luís Godinho consegue esta reação do nosso líder. E não estou a defender que Varandas tivesse total razão ao dizer que o último golo tivesse sido mal invalidado, até porque nas entrelinhas admitiu que haveria motivo para invalidar apesar de precisarem de ir ao milímetro procurar motivo para isso.

WRC | Rali de Monza: É a sétima para Sébastien Ogier!

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Parabéns, Ogier e parabéns, Toyota! O piloto Sébastien Ogier, excecional, e Julien Ingrassia (co-piloto) garantiram em Monza o sétimo título no Mundial de Ralis. Sete títulos com três equipas distintas é, de facto, um feito e é certo que o prémio está em boas mãos. Num ano completamente distinto, (apenas sete ralis, devido aos diversos cancelamentos e todas as restrições e medidas de segurança resultantes da pandemia de coronavírus) ao lado de Ingrassia, ganhou o WRC pela sétima vez em oito anos e pode agora somar a edição de 2020 a 2018, 2017, 2016, 2015, 2014 e 2013, após 9 anos de hegemonia de Sebastien Loeb.

Elfyn Evans chegou à última prova com um avanço de 14 pontos mas um percalço (saída de estrada) do piloto impediu que festejasse no primeiro do pódio.

Foi claramente uma desilusão extrema para Evans. O galês apresentou uma prestação regular e teve uma época em que consolidou sempre a sua posição na época. Há quem desejasse que fosse o piloto a concluir a proeza de segurar na taça que consagra a vitória. Esta não lhe passou pelas mãos devido ao seu acidente, saindo de estrada numa zona em que “a aderência da mistura de neve, gelo e asfalto mudou repentinamente”. O acidente aconteceu após um salto que o obrigou a capotar e que o forçou a desistir por motivos de saúde. O piloto ainda completou a quarta especial (do acidente) e a super especial seguinte, mas não foi capaz de se recuperar do incidente nas colinas invernais acima de Monza, o que o colocou fora da disputa.

No entanto… Ogier aproveitou da melhor maneira o incidente de Evans no sábado.

Involuntariamente, o piloto galês entregou o controlo da prova a Ogier, que acabou por liderar até final. O francês ainda apanhou um susto na Power Stage que deixaria qualquer um com o coração nas mãos, quando as escovas do limpa para-brisas do seu carro (Yaris WRC) deixaram de funcionar, o que dificultou a visibilidade em condições meteorológicas bastante difíceis.

Ogier começou o rali na sua calmaria prudente e chegou a estar, inclusive, em quarto lugar da geral e em terceiro lugar no final do primeiro dia de prova. O Rali de Monza, ganhou-o com um tempo de 2h15m51s deixando imediatamente a seguir de si, Ott Tanak (Hyundai i20) e em terceiro ligar a 13.9s o espanhol Dani Sordo (Hyundai i20) em terceiro, a 15.3s.

Adquiriu vantagem e passou para primeiro no primeiro troço do dia perante as penalizações de Dani Sordo e Esapekka Lappi. Ogier ainda viria a perder a liderança para Sordo mas recuperou-a e manteve-a até ao final. Na PE11, “quando se apercebeu da saída de estrada de Evans, mudou por completo a sua condução, nada arriscando até ao fim do rali.”

Thierry Neuville não deu grande “luta”. A P4 foi o seu fim. Neuville bateu numa barreira e danificou o seu Hyundai i20 WRC. O carro acabou por precisar de ajuda para sair do troço depois de ter passado por uma zona de água em que o carro não ligou mais. O belga, vencedor do Rali de Monte Carlo, não conseguiu ser consistente nas suas prestações: desistiu na Estónia perante outro incidente, segundo lugar na Sardenha e segundo lugar em terras turcas.

Ott Tänak (Hyundai) terminou o Rali de Monza em terceito lugar e sem grande chance de obter o título. O grave acidente do Rali de Monte Carlo fê-o começar da pior forma. Sagrou-se campeão no seu país e obteve o segundo ligar no México e um segundo lugar na Suecia. Os seus piores resultados foram em Itália e na Turquia com sexto e 16.º lugares respetivamente. O que fez, não foi suficiente.

Dani Sordo (Hyundai i20) fez notar que é “um piloto que ainda merecia um programa a tempo inteiro”. O espanhol de 37 anos concluiu, na liderança, a primeira etapa do Rali. Nos três ralis em que participou , desistiu no México, venceu na Sardenha e foi segundo em Monza.

Por fim, parabéns à Hyundai! Colocou dois carros (Hyundai i20 Coupé WRC) em vitória e assegurou o título de fabricantes pela segunda vez na sua história O primeiro título foi conquistado em 2019, superando a Toyota por cinco pontos.

Classificação final do Rali de Monza:

1.º Sébastien Ogier (Toyota Yaris): 2h15m51s

2.º Ott Tanak (Hyundai i20), +13.9s

3.º Dani Sordo (Hyundai i20), +15.3s

4.º Esapekka Lappi (Ford Fiesta), +45.7S

Foto de Capa: WRC