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Para os amantes do basquetebol americano, março é um dos meses mais esperados do ano. É o mês onde tudo pode acontecer e a altura do ano em que mais facilmente conseguimos encontrar um vidente aldrabão. São três semanas do melhor que o basquetebol universitário tem para oferecer, quando miúdos, de cujos nomes, ou grande parte deles, provavelmente nunca mais ouviremos falar, se tornam herói instantâneos em jogos absolutamente imprevisíveis. Muitos deles nunca chegarão à NBA, mas os dez nos quais nos concentramos neste artigo poderão muito bem lá chegar e não há melhor momento do que o terceiro mês de 2017 para convencerem os olheiros da NBA.

10 – Dillon Brooks (Oregon Ducks)

Fonte: registerguard.com
Fonte: registerguard.com

Brooks foi operado no verão e demorou até encontrar  o seu ritmo, com a equipa de Oregon a ter bastantes problemas nessa altura. A partir do momento em que Brooks “engatou” os Ducks fizeram o mesmo… Eu não sou rapaz para acreditar em coincidências, e depois disto muito menos. Dillon Brooks é um extremo que consegue criar todo o tipo de problemas aos seus adversários. É demasiado rápido para os defesas mais pesados, demasiado forte para os mais leves e juntou à sua capacidade de penetração uma respeitável percentagem de 41,4% de lançamentos de três pontos. Se os Ducks quiserem chegar longe neste torneio terão sempre de contar com um super-Brooks, que é exatamente o que ele tem sido desde fevereiro.

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Tem 22 anos, é natural de Paços de Ferreira e adepto do SL Benfica. Desde muito pequeno que é adepto de futebol, desporto que praticou até aos 13 anos, altura em que percebeu que não tinha jeito para a coisa. Decidiu então experimentar o basquetebol e acabou por ser amor à primeira vista. Jogou até ao verão passado na Juventude Pacense e tem o Curso de Grau I de treinador de basquetebol desde os 19. O gosto pela NBA surgiu logo quando começou a jogar basquetebol e tem vindo a crescer desde então, com foco especial nos Miami Heat.                                                                                                                                                 O António escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.