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Faltariam precisamente dois meses para o arranque do sexto Europeu deste século se a realidade não tivesse optado por percorrer outro caminho fora do comum. Nesse sentido, convido-vos a entrar numa viagem a um futuro imaginado.

Depois de uma longa e desgastante temporada, marcada pela entrada de uma nova década, eis o sempre aguardado Europeu de futebol, que pela segunda edição consecutiva vê o número de participantes alargado para 24 seleções e conta com uma novidade em relação a todos os outros: é jogado em 12 cidades de 12 países diferentes, o que revoluciona toda uma organização que antes estava confinada a um único país e que agora se estende pelo continente inteiro. Sinais dos tempos modernos. De Bilbau a Baku, a magia do grande convívio do futebol europeu está de volta e o Velho Continente prepara-se para um mês de grandes vibrações.

Da nossa parte, o importante é levar (outra vez) a Taça para Portugal e não tanto se jogamos bem ou mal. Gelson Martins, com uma ampla redução do seu castigo e Ricardo Pereira, com uma recuperação milagrosa da sua lesão, puderam jogar a parte final da época e viram os seus nomes constarem da lista final de convocados  para o Europeu que em breve partiria para Budapeste, onde se situava o nosso quartel general oficial.

“Safámo-nos de boa”, confidenciavam os atletas aos repórteres presentes à entrada do aeroporto. De facto, foram ambos os grandes privilegiados, uma vez que eram quase nulas as hipóteses de participarem neste grande evento. Os dois acrescentavam que iriam dar tudo pelo país e esperavam apenas regressar dentro de um mês, relembrando uma célebre frase. Estava dado o mote com as atenções viradas para os dois afortunados jogadores e com uma presença massiva de adeptos que se deslocaram para incentivarem e se despedirem da Seleção, que rumava ao Europeu.

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