Patrícia Ribeiro e o crescimento do padel: «Vamos a qualquer clube de padel e os campos estão cheios desde as 9h até às 23h ou à meia-noite. As pessoas divertem-se muito»

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Patrícia Ribeiro concedeu uma entrevista ao Bola na Rede. Atleta de padel falou da atualidade da modalidade em crescimento.

Patrícia Ribeiro foi a mais recente entrevistada pelo Bola na Rede. A atleta de padel falou no crescimento da modalidade no plano social e abordou a transição para o padel competitivo.

«Muita gente não transita do padel social para o padel profissional. Em Portugal e Espanha, que é onde tenho mais referências, há muito padel social. Vamos a qualquer clube de padel e os campos estão cheios desde as 9h até às 23h ou à meia-noite. As pessoas divertem-se muito. Ainda não há muito padel competitivo. Em Portugal está a começar a crescer, mas acho que a transição é o que nos falta. A transição não é fácil, obviamente. Entra aí o querer competir, treinar mais e fazer as coisas bem. Quando comecei a jogar, bastava treinar duas ou três vezes por semana e jogar, mas agora já não. O padel evoluiu muito no mundo e em Portugal. Para chegar à parte competitiva já é preciso abdicar de muita coisa e é preciso ter nutricionista, fisioterapeuta, preparador físico. É preciso uma equipa por trás para ser competitivo. Há também torneios da federação em níveis mais baixos, que considero ser padel social, mas que acaba por ser competir alguma coisa a nível federado. Não deixa de ser social, porque são pessoas que treinam duas ou três vezes por semana, mas gostam de competir e acabam por jogar torneios federados a nível mais baixo. Falta um pouco de competição, porque em Portugal o padel é gigante em termos de jogadores, campos de padel e atletas. O que nos falta mais é o trabalho de transição, principalmente com os jovens, para começarem na brincadeira e quererem depois levar isto mais a sério e chegarem à competição», destacou a atleta.

toda a entrevista de Patrícia Ribeiro.

Diogo Ribeiro
Diogo Ribeirohttp://www.bolanarede.pt
O Diogo tem formação em Ciências da Comunicação, Jornalismo e 4-4-2 losango. Acredita que nem tudo gira à volta do futebol, mas que o mundo fica muito mais bonito quando a bola começa a girar.

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