José Mourinho abordou o interesse em Endrick e criticou o timing da atribuição do castigo de Vinícius Júnior.
Opinião
FC Porto não soube dançar sevilhanas e acabou subjugado, numa derrota que deve alertar o futebol português | Real Bétis 3-2 FC Porto
O Real Bétis e o FC Porto (3-2) protagonizaram um encontro a alta velocidade, pouco habitual nos planos dos dragões, habituados a um ritmo diferente em Portugal, numa Primeira Liga em que têm a obrigação de dominar de forma clara 80% dos jogos. Os espanhóis assumiram os ‘gastos’ do jogo desde o apito inicial, deixando os azuis e brancos desconfortáveis com uma alta pressão e remetidos ao seu meio campo. A única forma dos dragões conseguirem aproximar-se da baliza adversária era a partir de contra-ataques, mas os mesmos raramente tinham logro. Manuel Pellegrini não abdicou do seu estilo e a defesa apresentou-se alta no terreno (foram várias as vezes em que os 10 jogadores de campo do Real Bétis estiveram no meio campo do oponente). A colocação por parte do chileno de Ángel Ortiz à direita dava ainda mais ritmo. Dois laterais (o jovem de 22 anos e Fran García) com uma grande vertente ofensiva, obrigavam os béticos a assumir o controlo do jogo, impondo uma mudança acima da do oponente.






































