Gil Vicente e Famalicão defrontaram-se durante a tarde deste domingo, com os gilistas a vencerem por 5-0. Eis os cinco destaques do encontro.
Luís Esteves: Presente em todas as zonas do terreno, Luís Esteves é de importância capital nesta equipa minhota. Destaco igualmente uma grande recuperação de bola em zona defensiva, a impedir um ataque perigoso da turma famalicense a meio da etapa inicial.
É o motor desta equipa. Todo o jogo ofensivo é conduzido pelo médio-ofensivo português. Dos seus pés, saiu a assistência para o segundo golo da equipa gilista. Muita qualidade de passe, soberbo nas variações de jogo, quis coroar a sua grande exibição com um golo de belo efeito de fora da área, mas o seu remate saiu ligeiramente por cima.
Santi García: Muito intenso na pressão sob o portador da bola, o médio espanhol jogou numa posição mais avançada no terreno, do que é habitual. Por vezes impreciso em algumas tomadas de decisão, a sua energia contagia a equipa gilista. Várias recuperações de bola que resultaram em lances de algum perigo por parte da equipa de Barcelos. Uma abordagem demasiado temerária, podia ter sido castigada com uma grande penalidade a favor da equipa do Famalicão. Marcou o quinto golo da equipa de Barcelos já à entrada do último minuto de jogo.
Gustavo Varela: O avançado português entrou a meio da segunda parte e ainda foi a tempo de bisar na partida. O primeiro golo resultou de um excelente lance individual e o segundo pleno de oportunismo, a responder da melhor forma ao cruzamento do lado esquerdo de Joelson Fernandes. Fez uso da sua velocidade e excelente capacidade de antecipação.
Mathias de Amorim: O médio-centro português borrou completamente a pintura, com uma abordagem tão desnecessária como pouco justificável. Tinha ganho bem a frente do lance a Santi García, mas posteriormente atingiu o médio espanhol com uma cotovelada, que foi sancionada pelo árbitro após consulta do VAR. De Amorim deixou a sua equipa reduzida a 10 unidades durante uma hora, sendo claramente o destaque negativo desta partida.
Gustavo Sá: O médio-ofensivo português apenas pôde deixar alguns pormenores da sua qualidade. Das poucas vezes em que pôde ter bola, mostrou toda a sua classe, mas o bloco baixo da sua equipa, não ajudou a que um dos jovens talentos mais promissores do nosso campeonato, pudesse exibir todas as suas qualidades. Mas é de realçar o facto de nunca se esconder do jogo e pedir sempre a bola. Substituído aos 61 minutos de jogo, numa altura em que o Famalicão já perdia por 2-0

