Diogo Dalot falou sobre a sua estadia no Manchester United. O lateral-direito português abordou também as críticas de que tem sido alvo e do trabalho de Michael Carrick.
Diogo Dalot falou sobre a sua situação no Manchester United. O lateral português falou acerca da evolução do clube inglês nos últimos anos:
«Talvez seja difícil de ver por quem está de fora, mas se eu comparar o United hoje com o que era há sete anos, é um clube completamente diferente. Estou a falar da estrutura, das pessoas no clube que mudaram quase todas… mudou tudo. Já não existe aquela nuvem a pairar sobre o clube, nem as dúvidas constantes… Sentimos que o clube está mais perto de onde devia estar», afirmou no podcast de Rio Ferdinand.
O lateral-direito português falou das mudanças com Michael Carrick:
«Acho que a grande vantagem que ele tem neste momento é saber exatamente o que é jogar pelo United, o que é estar em Carrington, o que as pessoas e os adeptos esperam de nós, o estilo de jogo que devemos praticar. Acho que a maior qualidade que ele tem… Sem a bola estamos a fechar muito bem no meio, a permitir aos adversários jogar mais por fora, e estamos a defender a nossa área muito bem. Uma das coisas a melhorar que identificámos é que temos de aumentar a intensidade da pressão quando estamos um pouco mais subidos no campo, mas quando temos de defender a nossa área fazemo-lo com as nossas vidas».
Diogo Dalot falou também das críticas de que tem sido alvo em Inglaterra:
«Ficou um pouco mais difícil com o online, hoje em dia toda a gente pode dizer o que quiser, e a não ser que vivas numa cave vais ter noção do que está a acontecer. Mas, para ser honesto, o facto de ter vivido aqui quase toda a minha carreira profissional fez-me ter de aprender a lidar com isso. Aquilo que eu digo sempre e que tento passar aos meus companheiros de equipa é que, enquanto vestir esta camisola, não irei esconder-me nem irei fazer-me de vítima. Por isso é que, se perdermos o jogo, eu vou estar lá. Ainda para mais agora, sendo um dos líderes da equipa, sinto que também tenho essa responsabilidade».

