Na antevisão ao Benfica x CD Nacional, Tiago Margarido referiu que os madeirenses vão com a mesma atitude que foram a Alvalade e ao Dragão.
No próximo domingo, o Benfica recebe o CD Nacional na 29.ª jornada da Primeira Liga. Na conferência de imprensa de antevisão ao encontro, o técnico dos madeirenses, Tiago Margarido, começou por descrever o que espera ver do lado dos encarnados:
«Não perspetivo um Benfica diferente, eventualmente mais intenso naquilo que é o seu processo defensivo no que concerne à pressão sobre o adversário, nos duelos e agressividade, penso que o seu treinador vai querer puxar dos galões nesse sentido. É isso que expectamos para o jogo, no que respeita à atitude dos jogadores. No que concerne à forma de jogar, acreditamos que vai manter o que tem feito nos últimos tempos, continuando no 4-2-3-1, onde os extremos podem vaiar, estando mais por dentro ou por for e o posicionamento do Rafa, que também pode ser mais à esquerda ou à direita. Contamos que será essa a estrutura ofensiva do Benfica».
De seguida, reforçou a importância de o seu plantel se focar nos seus princípios:
«O Nacional vai fazer o seu jogo, não vamos estar preocupados em deixar o adversário intranquilo. Vamos tentar impor a nossa identidade, obviamente que será difícil porque estamos a jogar contra uma das melhores equipas do nosso país, num estádio também difícil. Sabemos de todas essas dificuldades, mas temos a ambição de expor o nosso jogo, a espaços».
Tiago Margarido demonstrou ambição de um bom resultado no Estádio da Luz:
«Seria excelente, como é óbvio. Vamos com a ilusão de conseguir pontos, dividir o jogo, como dividimos em Alvalade em que só perdemos aos 90+6’, assim como no Dragão, em que só perdemos através de uma grande penalidade e ganhamos em Braga. Por isso temos a legitimidade de abordar o jogo com a ambição de poder tirar pontos».
Com três baixas (Paulinho Bóia, Ivanildo Fernandes e Ulisses) e duas dúvidas (Miguel Baeza e Gabriel Verón), o técnico confessou a dificuldade de preparar este jogo:
«Este jogo foi difícil de preparar. Não só não temos o Paulinho Bóia, como não temos o Miguel Baeza, como eventualmente não vamos ter o Gabriel Veron. São dois jogadores que estão em dúvida para o jogo o que é um revés para o entrosamento do onze base».



