Aurélien Tchouaméni abordou os insultos dirigidos a Vinícius Júnior, relembrando o caso de Gianluca Prestianni e deixando um aviso para o futuro.
Numa entrevista ao Pivot Podcast, Aurélien Tchouaméni refletiu sobre o histórico de insultos dirigidos a Vinícius Júnior. O médio francês deixou um aviso de medidas drásticas, relembrando o caso do Benfica x Real Madrid com Gianluca Prestianni:
«Chamaram-lhe macaco. Sinto que o próximo passo é abandonar o campo e deixar de jogar. Não vamos permitir que essas cenas voltem a acontecer».
Aurélien Tchouaméni abordou também os primeiros meses difíceis no Bernabéu e explicou como foi capaz de o ultrapassar:
«Fui transformado em bode expiatório. Nos primeiros 10 a 20 minutos, o estádio assobiava cada vez que eu tocava na bola. (…) Essa situação ou te destrói, ou pensas: ‘as coisas são assim, vamos ver o que posso controlar’, e a única coisa que posso controlar é o meu rendimento».
Hoje em dia, o internacional francês é peça fundamental do Real Madrid e não valoriza comentários alheios:
«Há um ou dois anos, era um mau jogador, assobiaram-me no estádio, por isso senti que passei por muito, e isso definitivamente ajudou-me mentalmente. Agora sei que, independentemente do que faça, as pessoas vão falar, por isso simplesmente não presto atenção».
Por fim, descreveu a pressão de jogar no Real Madrid como um «privilégio»:
«O nível de pressão no Real Madrid é algo diferente. As pessoas vão falar de tudo o que fazes, seja bom ou mau. Jogar no Real Madrid é o maior palco do desporto: a pressão é um privilégio.».



