FC Porto e Sporting empataram (0-0) em jogo da meia-final da Taça de Portugal. Rui Borges respondeu à questão do Bola na Rede em conferência de imprensa.
Rui Borges analisou o empate entre FC Porto e Sporting (0-0) no encontro da segunda mão da meia-final da Taça de Portugal. O Bola na Rede esteve presente no Estádio do Dragão, e, no final do encontro, teve a oportunidade de colocar uma questão ao treinador dos leões.
Infelizmente, não foi possível colocar uma questão a Francesco Farioli, treinador do FC Porto.
Bola na Rede: O FC Porto iniciou o encontro com uma pressão logo à entrada da área do Sporting, num 2+4, com Alberto Costa a saltar na pressão ao Maxi. Gostaria de lhe perguntar de que forma tentou bater essa pressão do FC Porto. Por outro lado, de que forma é que o Sporting procurou beneficiar da marcação individual de Pablo Rosario a Francisco Trincão?
Rui Borges: É algo expectável, é algo que o Porto faz sempre. Acho que o Porto, 95% dos jogos roda à direita com o Alberto. Hoje, claramente, por a equipa percebia-se que ia rodar à direita porque jogou o Kiwior a lateral esquerdo. É um central adaptado. Sabíamos que era o que já nos tinha acontecido noutros jogos contra o FC Porto. Sabíamos que o Pablo Rosário ia andar atrás do Trincão, por isso, o Quenda na largura, dava-nos dupla largura, prendia mais um pouco o Alberto, dava-nos o Maxi Araújo mais baixo para sair sobre a pressão da direita do FC Porto. Alargava o central do FC Porto mais para corredor, não tem tantos hábitos a lateral, é natural, e conseguimos várias, já instalados tentar mudar comportamentos. Andar Maxi e Quenda fora, Quenda dentro e Maxi fora, foi o que aconteceu na primeira parte. Enquanto tivemos essa energia boa, fizemos uma grande primeira parte em termos daquilo que era a qualidade de jogo ofensivo e com as dinâmicas que tínhamos de perspectiva.

