Vitinha destaca crescimento no PSG: «Estou muito feliz com tudo aquilo em que me tornei»

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Vitinha refletiu sobre a sua evolução como jogador e como pessoa desde que assinou pelo PSG no verão de 2022.

Vitinha concedeu uma entrevista ao canal oficial do PSG, na qual refletiu sobre a sua evolução como jogador e como pessoa desde que deixou o FC Porto por 41,5 milhões de euros, no verão de 2022. O internacional português mostrou-se muito feliz com a experiência na capital francesa:

«Obviamente, seria um grande fracasso se eu não tivesse amadurecido ou se não tivesse melhorado em muitos aspetos, e se não me tivesse tornado uma pessoa melhor e um jogador melhor ao longo destes quatro anos. Se me pedires para comparar o Vitinha de 2022 com o de agora, sinto que evoluí tanto como homem como jogador, e estou muito feliz por isso. Os troféus conquistados são muito importantes, e eu valorizo todos aqueles que ganhei com o clube, mas o que é ainda mais importante é aquilo em que me tornei e aquilo em que continuo a tornar-me. É um processo. Estou muito feliz com tudo aquilo em que me tornei aqui, no Paris Saint-Germain. Espero continuar neste caminho no futuro».

De seguida, abordou o impacto de Luis Enrique na sua carreira:

«Para além das suas qualidades táticas e técnicas como treinador, é uma pessoa fantástica, e sinto-me à vontade com ele. Não falamos apenas de futebol, e isso também é bom. É alguém muito natural e normal, que é muito franco contigo. Sentes que os seus comentários são sinceros e refletem o que ele pensa de ti e o que ele quer de ti, o que é muito importante. Além disso, tudo correu bem a nível da equipa e a nível pessoal, mas também para ele enquanto treinador. Sinto-me totalmente à vontade no meu papel, e não na minha zona de conforto, já que muitas vezes saímos dela, o que é uma coisa boa. Sinto-me plenamente realizado a jogar sob o comando de Luis Enrique».

Relativamente ao sucesso coletivo desde a chegada do técnico espanhol, Vitinha referiu:

«Claro, porque não tens apenas um treinador que te faz ganhar, tens também um treinador que te convence a seguir a sua filosofia de jogo. Tendo em conta a forma como ele trabalha no dia a dia, a forma como treinamos, parece-me improvável que não se goste dele. Na minha opinião, se tudo correr bem nos treinos, os resultados aparecem. A verdade é que estamos todos muito felizes».

O médio falou também sobre a importância da boa relação entre os jogadores do PSG:

«Diria que somos todos boas pessoas, o que é algo importante. É importante saber que, fora do campo, todos vão dar o seu melhor, incluindo os suplentes. Todos sabem o que têm de fazer em campo, os nossos papéis foram bem definidos. Não temos dúvidas sobre o que devemos fazer individualmente quando pisamos o relvado. O jogo coletivo funciona muito bem. O melhor elogio que posso fazer a esta equipa é que, se qualquer jogador tiver um problema ou estiver ausente, a equipa continua a avançar. Qualquer jogador fará o mesmo, e por vezes até melhor. Já provámos isso várias vezes este ano, e provamo-lo também no ano passado. Nos jogos importantes, mesmo que tenhamos um, dois ou três ausentes, jogámos sempre bem e, mais importante ainda, vencemos».

Em antevisão às meias-finais da Champions League, Vitinha destacou o Bayern Munique como a melhor equipa da Europa:

«É claro que hoje em dia existem outras grandes equipas de futebol. Vimos o quão boa equipa o Bayern é. Diria mesmo que são a melhor equipa da Europa este ano, juntamente connosco, tendo em conta o que fazem em campo e os resultados que obtiveram. Vai ser um confronto duplo interessante para todos, mas também dois jogos muito difíceis. São os jogos que se quer disputar na Liga dos Campeões, e espero que consigamos chegar à final».

Poor fim, descreveu a sensação de jogar um jogo desta dimensão no Parque dos Príncipes, em Paris:

«É mágico! Numa noite de Liga dos Campeões, o ambiente, que já é fantástico nos outros jogos, atinge outro nível. Há algo no ar que torna o ambiente incrível, que une os jogadores e os adeptos. É muito positivo sentir essa energia. Nem precisamos de pedir, porque sabemos que vamos senti-la. Isso ajuda-nos muito nestes jogos em casa. E tenho a certeza de que nos vai ajudar novamente no próximo jogo».

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