Francisco Trincão chegou aos 200 jogos pelo Sporting e deu uma entrevista aos meios oficiais do clube. Lê as principais declarações.
Francisco Trincão deu uma entrevista à Sporting TV, na qual falou sobre vários temas. Entre eles, o internacional português reagiu ao facto de ter chegado à marca dos 200 jogos pelos leões, precisamente no empate a zeros frente ao Arsenal no Estádio Emirates.
«É um privilégio fazer 200 jogos pelo meu clube. Desde pequeno que sonhava com isto e ainda para mais a vencer, é sempre melhor. Estou muito feliz. Próximo objetivo? … mais 200 jogos. Títulos? É bom e dá-me vontade de querer mais e fazer mais e melhor. É dar continuidade a este projeto para ganhar mais títulos».
«Capitão? É sinal de que a equipa acredita em mim. É uma boa sensação. Responsabilidade de jogar no Sporting? Enorme. Não só dentro do grupo, na academia, no estádio, mas também para todos os adeptos. Sabemos aquilo que representamos para muita gente. Temos de dar sempre o nosso máximo», disse ainda.
Francisco Trincão destacou o papel de várias pessoas nestes 200 jogos:
«Toda a gente que me ajuda no dia a dia, que esteve na academia, no estádio, que faz parte deste grupo, deste staff. Desde os fisioterapeutas, à equipa técnica, cozinheiros, tudo mesmo».
Francisco Trincão recordou momentos especiais pelo Sporting:
«Estreia a marcar? Lembro-me que foi na Liga dos Campeões frente ao Frankfurt. Foi um bom golo. [E o golo mais especial] Talvez o da final da Taça de Portugal, frente ao Benfica [3-1]. Jogo mais especial? Talvez contra o Vitória SC em que fomos bicampeões. Foi o que mais me marcou. [Melhores momentos] As duas conquistas do campeonato e a Taça de Portugal».
Francisco Trincão destacou a união de grupo, sublinhou a importância da transferência para o Sporting e abordou os vários minutos pelo clube:
«Tem a ver com o meu dia a dia, a forma como levo a vida e tento me cuidar, mas também a ajuda do clube . Mas, especialmente, o trabalho diário, o treino, a alimentação. Depois, também, tenho sorte de ter uma genética boa».
«É a mística, um clube diferente. A história, por tudo o que já passou e continua a ser e a ganhar. Não só no futebol, mas em todas as modalidades», disse ainda, além de ter destacado o apoio dos adeptos:
«Não só em casa, mas também fora. Digo muitas vezes que jogamos sempre em casa e esse apoio faz muita diferença. Sempre me trataram bem e é um orgulho enorme ver que as pessoas reconhecem o trabalho que tenho vindo a fazer. A segunda vez que fui ao Marquês foi ainda melhor do que a primeira. Cada vez me surpreende a quantidade de pessoas que vibra connosco».



