10 anos depois, Didier Deschamps referiu que o golo decisivo de Éder na final do Euro 2016 devia ter sido anulado.
Em entrevista ao Ouest-France, Didier Deschamps revelou que ainda não ultrapassou o desgosto da final do Euro 2016. O selecionador francês referiu que, se o VAR já tivesse sido implementado, o golo decisivo de Éder teria sido anulado:
«Olhando para trás, ambas as finais (Euro 2016 e Mundial 2022) doeram porque foi por muito pouco. Até acabei por ser informado, durante uma reunião da FIFA, que o golo de Portugal não teria sido validado caso o VAR existisse, devido a uma falta no início da jogada (alegadamente cometida por João Moutinho sobre Griezmann). Mas claro que isso não muda a história. Se tivesse de escolher a que custou mais, diria 2022. Foi uma oportunidade à escala global. Não gosto de falar de arrependimentos, mas sim de desilusões. A de 2016 custou porque não conquistávamos um título desde 2000. Felizmente, muitos daqueles jogadores estiveram depois em 2018 (no Mundial). O que aconteceu no Qatar também custou porque ser campeão do mundo é a melhor coisa que há»
10 anos depois, França e Portugal preparam-se para iniciar a campanha no Mundial 2026, sendo dois dos países favoritos a levantar o troféu.



