O árbitro Omar Artan foi impedido de entrar nos EUA para o Mundial 2026 e o governo da Somália já reagiu à decisão e à falta de ação da FIFA.
Omar Artan, distinguido como o melhor árbitro de África em 2025, foi impedido de entrar nos EUA para o Mundial 2026. Desde então, um porta-voz da FIFA já confirmou que o organismo não tem qualquer opção para reverter a decisão do governo norte-americano.
O árbitro foi deportado para Istambul, numa altura em que os EUA limitam a passagem de vistos a cidadãos da Somália, apesar de o jovem de 34 anos ter recebido um passaporte diplomático.
Esta terça-feira, o governo da Somália emitiu um comunicado em que lamenta a «situação lamentável», reforçando que Omar Artan «tem sempre representado o pais e o desporto somali com profissionalismo». O ministério de Juventude e Desporto revelou também que está a trabalhar em articulação com o ministério dos Negócios Estrangeiros para «através da via diplomática» falar com «as autoridades competentes dos Estados Unidos e da FIFA para obter uma explicação clara sobre o assunto».
Omar Artan foi citado no comunicado em reação à decisão, desejando «muito sucesso» aos colegas de profissão e referindo:
«Apesar das circunstâncias, mantenho uma atitude positiva e estou centrado nos próximos desafios da minha carreira como árbitro»

