Benfica e Sporting definiram durante este domingo o vencedor da Primeira Liga de Futsal num encontro realizado na Luz. O jogo terminou com a vitória dos encarnados por 4-3.
Benfica e Sporting fecharam o ano do Futsal em Portugal durante este domingo, com as águias a vencerem a Primeira Liga, depois de um 4-3 no jogo 5 da final.
O encontro contou com vários nomes importantes na bancada, como Vangelis Pavlidis, Samuel Dahl e Samuel Soares, jogadores do Benfica em futebol, Rui Costa, presidente das águias, e Jorge Braz, selecionador nacional. Zicky Té, fora da ficha de jogo por castigo, esteve junto aos adeptos do Sporting.
Ainda dentro do primeiro minuto de jogo, Alex Merlim ficou frente a frente com Léo Gugiel, que levou a melhor. O guarda-redes protagonizou a resposta dos encarnados, com um tiro de longe, que Bernardo Paçó defendeu para a frente.
O começo da partida ficou pautado pelo equilíbrio, com as duas equipas a disporem de oportunidades a parte a parte, com as bancadas do Pavilhão N.º 1 da Luz a vibrarem. As redes balançaram pela primeira vez, aos 7’, com Léo Gugiel a entrar com a bola no meio campo adversário e a fuzilar a baliza leonina, colocando o Benfica a vencer por 1-0.
Os encarnados aumentaram a vantagem no mesmo minuto, por André Coelho. O internacional português recebeu uma recolocação de Arthur e teve espaço para rematar para onde quis. Kutchy podia ter feito o terceiro num frente a frente com Paçó, mas rematou ao lado.
O Sporting beneficiou de uma oportunidade para reduzir, aos 8’, mas um corte em cima da linha impediu o tento. Felipe Valério rematou com perigo, aos 10’, numa fase em que o Benfica já tinha atingido a quinta falta.
Aos 13’, os verde e brancos beneficiaram de um livre direto. Tomás Paçó permitiu a defesa de Diogo Carrera com a perna direita, mantendo o resultado em 2-0. As águias tiveram um dois para zero, mas Afonso Jesus não aproveitou e Bernardo Paçó levou a melhor.
Tomás Paçó fez o 2-1, aos 15’, numa fase em que a equipa do Benfica estava ‘adormecida’. Rocha desperdiçou o empate já nos últimos quatro minutos, aparecendo na área e rematando cruzado, mas ao lado. Allan Guilherme, aos 19’, viu-se sozinho frente a frente com Léo Gugiel, mas não acertou sequer na baliza, com o Sporting a terminar o primeiro tempo por cima.


O primeiro grande momento da segunda parte foi de Léo Gugiel, com uma dupla defesa, aos 22’. O Benfica podia ter feito o 3-1 por intermédio de Higor, depois de uma perda de bola gritante do Sporting, Mas Bernardo Paçó defendeu para cima da trave, aos 24’.
No minuto seguinte, um ressalto num jogador do Benfica levou a que a bola fosse parara a Diogo Santos, que empatou o marcador. As águias voltaram à vantagem aos 26’. Diego Nunes rematou para uma defesa deficitária de Bernardo Paçó e Silvestre não desperdiçou. Tomás Paçó fuzilou Léo Gugiel e fez o 3-3, aos 28’, com a partida a atingir um nível frenético.
Alex Merlim rematou e alguns adeptos ainda se levantaram das cadeiras, aos 31’, mas foi somente ilusão de ótica., ainda que se tenha tratado de um lance de verdadeiro perigo.
Diego Nunes pouco segundos depois conquistou uma grande penalidade, que Kutchy não desperdiçou, colocando o resultado em 4-3 para o Benfica. Bernardo Paçó arrancou pela direita, aos 35, mas perdeu a bola, permitindo uma ocasião de perigo para o Benfica, mas que acabou por não se traduzir em golo, já que Carlos Monteiro não tomou a melhor decisão. Ainda assim, ficou o alerta.
Aos 36, Bernardo Paçó virou herói, com uma grande defesa fase ao remate de Kutchy. O Sporting passou a jogar de cinco para quatro a partir dos 38′. Bruno Pinto enviou uma bola ao ferro no último minuto, causando alguma apreensão. O Benfica conquistou uma falta nos últimos segundos, que resultou na expulsão de Tomás Paçó. O marcador não voltou a mexer e o pavilhão ‘explodiu’ de loucura, com o bicampeonato.

