Em declarações aos meios do FC Porto, Jan Bednarek refletiu sobre a importância do estágio em Inglaterra, dando a conhecer um pouco da sua rotina diária.
Os exigentes treinos do estágio no St. George’s Park estão a levar o plantel do FC Porto ao limite, mas a ambição dos “dragões” continua intacta. Em declarações aos meios do clube, Jan Bednarek destacou a importância do trabalho intenso feito durante pré-temporada:
«Acho que é uma fase exigente, exigente com certeza para todos nós, pelo trabalho que estamos a dedicar. Acho que vai além do limite de todos nós. Acho que todos odiamos o Callum [preparador físico] neste momento porque é muito difícil. Mas acho que é disto que precisas para lutar pelas melhores coisas. Acho que provámos no ano passado que conseguimos fazê-lo, que conseguimos ser realmente intensos, que somos capazes de trabalhar arduamente uns pelos outros. E sim, acho que todos sabemos que é muito duro, todos sabemos que é muito difícil, mas acho que nos apoiamos todos uns aos outros. Acho que sabemos qual é o nosso objetivo e, para ganhar troféus, para ganhar jogos, todos precisamos do aspeto físico que, sim, todos temos de trabalhar».
O defesa-central polaco abordou também a forma como o estágio em Inglaterra proporciona momentos que fortalecem as ligações dentro do grupo:
«Acho que já criámos todos uma ligação na época passada durante os momentos difíceis, tivemos muitos com as lesões… mas acho que cada vez que passamos tempo juntos isso melhora-nos como equipa, como grupo de jogadores e acho que só podemos ser melhores. Acho que a melhor coisa é que todos exigimos mais uns dos outros, e acho que essa é a parte mais importante: o facto de ainda estarmos famintos, ainda exigirmos mais uns dos outros e tentarmos seguir em frente. Acho que isso é o principal para nós».
Por fim, Jan Bednarek falou sobre a importância da recuperação e revelou uma parte da sua rotina diária no centro de treinos:
«O mais importante é recuperar. Acho que cada um tem de encontrar a sua própria forma de recuperar, mas acho que essa é a chave entre as sessões; elas são tão intensas que a única coisa a fazer é obter o combustível, que é a comida e algum descanso. Para algumas pessoas é uma sesta, para outras é, não sei, beber erva-mate… Acho que há coisas individuais, mas o mais importante é estar pronto para a outra sessão de treino. (…) Estou na cama e vejo golfe. Acho que essa é a parte principal para desanuviar um pouco a cabeça e é isso que eu faço».

