André Villas-Boas comentou a chegada de Jorge Jesus ao comando da seleção nacional e analisou a prestação de Portugal no Mundial 2026.
André Villas-Boas recebeu durante esta quarta-feira a Medalha da Cidade do Porto e respondeu a algumas perguntas dos jornalistas. O presidente do FC Porto foi questionado sobre a chegada de Jorge Jesus ao comando técnico da seleção nacional e admitiu que a escolha lhe agrada:
«Em termos de escolha, agrada-me. É um percurso que vem em continuidade. É uma pessoa que merece toda a nossa distinção e adoração. É um verdadeiro treinador de futebol, motivador de homens, com sucesso provado em diferentes campeonatos, em diferentes clubes e que chega agora, ao que me parece ser, ao topo da sua carreira e o abraça com grande ambição. Portanto, muito satisfeito pela escolha e espero que a mesma se traduza em títulos para a seleção nacional».
O dirigente foi menos positivo na avaliação que fez à prestação de Portugal no Mundial 2026, afirmando que a mesma pode ser considerada como um fracasso:
«Se esta era realmente, mais uma vez, uma geração de ouro que queríamos ver potenciada no Mundial, foi um fracasso em absoluto em tudo. Não nos animou, não nos inspirou, não havia uma mensagem que nos permitisse sonhar. Fora, evidentemente, os slogans atrevidos, não havia nada de inspirador em qualquer uma das prestações».
Sem reforço surpresa na apresentação
André Villas-Boas falou sobre o mercado de transferências, mas não deve existir nenhum reforço surpresa no jogo de apresentação frente ao Aston Villa, ao contrário do que sucedeu na época passada, com Luuk de Jong a aparecer no relvado antes da partida contra o Atlético Madrid:
«Tudo tranquilo. O objetivo do FC Porto é manter a sua base depois de um ano de muito sucesso e reforçar nos pontos necessários, como temos feito. FC Porto está sujeito ao mercado como qualquer clube, mas as coisas estão tranquilas».

