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Morten Hjulmand: «O Sporting é um clube muito grande em Portugal, mas o Atlético Madrid também»

Rodrigo Lima · 2 min

Morten Hjulmand no Atlético Madrid
Foto: Atlético Madrid

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Morten Hjulmand deu uma entrevista ao jornal Marca, na qual falou sobre as primeiras semanas como reforço do Atlético Madrid.

Morten Hjulmand concedeu uma entrevista ao jornal Marca, onde recordou a passagem pelo Sporting e abordou os primeiros tempos como jogador do Atlético Madrid. O médio dinamarquês destacou a dimensão do novo clube e revelou a ambição de construir uma história de sucesso ao serviço dos colchoneros:

«O Sporting é um clube muito grande em Portugal, mas o Atlético também. Queria estar aqui, jogar e fazer parte da história do Atlético. Esse é o meu objetivo aqui. Já disse na apresentação que, neste momento, estou a viver o meu sonho: fazer parte da família do Atlético. E é aqui que me vejo durante muitos anos».

O internacional dinamarquês também abordou a adaptação ao novo país e explicou que a língua não tem sido um obstáculo na comunicação com os novos companheiros:

«O espanhol é parecido com o português, por isso consigo perceber um pouco de espanhol e acho que eles também conseguem perceber algumas palavras quando falo em português. É por isso que já consigo comunicar com os jogadores e a equipa técnica».

Depois de três temporadas em Portugal, Morten Hjulmand comparou as diferenças entre o futebol português e o espanhol, sobretudo ao nível da intensidade:

«Tenho de adaptar-me. É mais rápido e mais físico do que em Portugal. Foi bom ter tido quatro semanas e agora ter mais duas antes do primeiro jogo da Liga espanhola. A adaptação é muito importante porque tive semanas inteiras para conhecer o nível e compreender o ritmo. Mas a qualidade que existe aqui exige que me adapte o mais rapidamente possível. Por isso foi perfeito ter tido este tempo, porque, obviamente, aqui o nível é diferente, tudo é mais rápido e mais físico».

O médio foi questionado sobre a tatuagem do Arsenal, clube do qual era adepto na infância:

«Eu era adepto do Arsenal quando era criança, mas já não tenho essa tatuagem. Faz parte do meu passado. Depois de me tornar profissional, quando me mudei para a Áustria, a minha mentalidade em relação a ser adepto mudou, porque agora estou no mundo profissional como jogador. Por isso, já não acompanho o clube como antes, porque agora tenho esta profissão. Mas sim, na época passada estivemos muito perto e esperemos que possamos alcançar este objetivo novamente nesta época com o Atlético».

Rodrigo Lima

Redação Bola na Rede · ver artigos