A FIFA acusa a UEFA de campanha de difamação contra a liderança de Gianni Infantino, devido ao plano abandonado de vender participações do Mundial.
A guerra aberta entre a FIFA e a UEFA continua. O organismo de lidera o futebol mundial acusou a organização europeia de campanha difamatória contra Gianni Infantino devido ao plano, entretanto abandonado, de vender participações do Mundial a investidores privados.
A polémica reacendeu-se depois do organismo que rege o futebol europeu, na tutela de Aleksander Ceferin, apresentar documentos com a intenção de divulgar provas e documentos da FIFA para entrar na justiça com uma queixa-crime. A UEFA acusa o italiano de gestão danosa e de querer promover «um preço fraudulentamente abaixo do mercado para seu próprio benefício».
A FIFA reagiu e apresentou documentos próprios para a justiça, nos documentos do organismo que rege o futebol mundial pode-se ler:
«A UEFA procura obter provas para um processo-crime no estrangeiro que não existe e que a UEFA admite não ter autoridade para iniciar. Apesar desse problema liminar, a UEFA pede a este tribunal que autorize uma investigação abrangente sobre o FFE».
O órgão que governa o Mundial de futebol afirmou que o FIFA Forward Enterprise foi apenas uma proposta. Alegou também que a UEFA apenas tem motivações económicas e impedir que países sem tanto «poder» tenham estabilidade financeira para se bater com as potências do Velho Continente.
Os advogados da UEFA defenderam também que o Campeonato do Mundo foi subvalorizado para 15 mil milhões de libras, que segundo os mesmos:
«Não resultou de um leilão aberto e competitivo, nem foi testado por qualquer avaliador independente».

