Rúben Dias reagiu à vitória do Manchester City no terreno do Manchester United e afirmou que Bruno Fernandes agrediu Phil Foden no lance da expulsão.
O Manchester City levou a melhor sobre o Manchester United, vencendo o dérbi em Old Trafford por 1-0, graças a um golo polémico de Erling Haaland. Em declarações à DAZN, Rúben Dias mostrou-se muito satisfeito com o resultado e analisou a partida:
«É capaz de ser dos (triunfos) mais saborosos desde que estou aqui. (…) O jogo tornou-se mais complicado após a expulsão e o que tínhamos preparado mudou por completo. Acabámos por fazer o que, se calhar, eles nos fariam a nós. Mas estou muito feliz, é uma vitória enorme de todos, do grupo. Toda a gente deu um passo para cima, forçou, quando foi preciso driblar dois, três, para respirarmos, toda a gente o fez. Quando foi altura de defender e estarmos tranquilos com esse momento, toda a gente se encontrou. Houve sempre uma crença muito forte de que podíamos vencer o jogo».
De seguida, o internacional português deixou fortes elogios aos colegas de equipa:
«Acima de tudo, tem a ver com o sangue novo que entrou. Tem a ver com a performance do Elliot (Anderson), do Enzo (Fernández), do Antoine (Semenyo), a forma como o Cherki nos ajudou a ficar com a bola antes do intervalo, como o Ndiaye entrou, pegava na bola e driblava os que fossem precisos, que era o que precisávamos. Toda a gente cá atrás esteve muito compacta, muito ligados na missão individual de cada um, o Gigio (Donnarumma), na parte final, a fazer aquela defesa. Foi um conjunto de tudo isto que nos fez alcançar o resultado de hoje. É super importante para nós, mas, ainda assim, nada mais do que três pontos».
Questionado sobre a expulsão de Phil Foden, o capitão do Manchester City defendeu o médio inglês e acusou Bruno Fernandes de agressão no mesmo lance:
«Estava a falar com o árbitro para perceber se era vermelho ou não, fiquei um bocado confuso. Pareceu-me que houve uma agressão antes da do Phil (Foden)».
Por fim, Rúben Dias abordou o plano de jogo dos cityzens a partir do momento em que ficaram reduzidos a 10 elementos:
«A coisa mais básica foi metermos o Cherki à direita, para equilibrarmos em 4x4x1. Quando o mister pôde falar ao intervalo lá fizemos ajustes mais específicos. Essencialmente era fechar o meio, cobrir o espaço e, a cada passo mais próximo da nossa baliza, ativar a nossa concentração e tentar reduzir ao máximo o tempo que tivessem para executar o passe».



