Benfica e Sporting enfrentaram-se na noite desta segunda-feira, num encontro da primeira-mão dos quartos de final da Champions League. O jogo terminou 4-3 para as águias.
Benfica e Sporting enfrentaram-se na noite desta segunda-feira, na primeira-mão dos quartos de final da Champions League de Futsal. O encontro, realizado num Pavilhão da Luz bem composto, terminou com um 4-3 para a equipa da casa. A partida contou com jogadores do futebol dos encarnados nas bancadas: Nuno Félix, Tomás Araújo, Gonçalo Oliveira, Samuel Soares, João Veloso, Manu Silva, João Rego, Henrique Araújo, Diogo Prioste e António Silva.
A partida começou com os leões a assumirem o protagonismo, com Léo Gugiel a protagonizar a primeira defesa logo aos 2′, a remate de Tomás Paçó. Contudo, a primeira grande oportunidade da partida pertenceu às águias. Lúcio Rocha ganhou a bola a Diogo Santos, mas Bernardo Paçó fechou as portas da baliza.
Depois de um equilíbrio entre os minutos 5′ e 10′, o Sporting voltou a estar por cima, com Allan Guilherme a ter nos pés uma boa oportunidade, aos 12′. O brasileiro viu-se com a baliza aberta e rematou. Somente Lúcio Rocha conseguiu travar o golo, tirando a bola na linha.
Poucos segundos depois, Ivan Chiskhala entrou pela primeira vez em campo e foi assobiado por todo o Pavilhão da Luz. Aos 14′, Diego Nunes surgiu na direita e passou para o centro da área, onde estava Silvestre Ferreira. O internacional português enviou ao lado.
Numa fase em que o Benfica estava por cima do encontro, foi Bruno Pinto que gelou as bancadas. O jogador recebeu uma bola ao segundo poste, proveniente de Alex Merlim, e somente teve que encostar, aos 16′. Wesley França tentou dilatar a vantagem, mas Léo Gugiel voltou a estar ao nível, aos 17′.
O Benfica conseguiu chegar ao empate ainda antes do intervalo, por intermédio de Jacaré, que não desperdiçou um passe de Diego Nunes já dentro da área, rematando em força, aos 18′. Pouco tempo depois, Zicky Té saiu lesionado e acompanhado pelo departamento médico, voltando a campo apenas na segunda parte. As águias terminaram o primeiro tempo por cima, pressionando alto e procurando ameaçar a baliza de Bernardo Paçó. A última oportunidade até foi do guarda-redes do Sporting, que rematou por cima.
Afonso Jesus criou alguma preocupação aos 21, ficando por alguns minutos a ser assistido pela equipa médica. A segunda parte começou disputada, totalmente partido, com oportunidades para os dois lados, o que animou as bancadas, ‘provocadas’ pelos sucessivos contra-ataques.
Aos 28′, nova grande defesa de Léo Gugiel num cara a cara com Wesley França (boa recuperação de bola em zona importante), que desperdiçou e não conseguiu fazer a recarga, devido a falta do Benfica. Alex Merlim não desperdiçou esse livre, com a bola a passar pelo meio da barreira, celebrando de forma efusiva.
Tomás Paçó esteve perto do segundo, aos 30′, rematando cruzado após um canto batido por Alex Merlim. A bola passou a arrasar o poste esquerdo. O Benfica estabeleceu a igualdade aos 31′. Arthur finalizou em força, sem grande hipótese para Bernardo Paçó.
A resposta dos leões foi a melhor, com Zicky Té a fazer o 3-2, aos 31′, com uma grande jogada individual, a partir da direita e segurando a bola perante vários adversários. Os encarnados procuraram voltar a igualar o placar e o Pavilhão da Luz voltou a explodir. Raúl Moreira recebeu a bola após um calcanhar de Higor e rematou cruzado para o 3-3.
Aos 34′, Diego Nunes desperdiçou uma grande oportunidade, fruto de um erro de construção dos verde e brancos. Já a roçar os cinco minutos finais, novo momento de luxo de Bernardo Paçó, travando um remate de Carlos Monteiro, numa fase em que o Benfica estava por cima. No último milésimo de segundo, Diego Nunes marcou o 4-3 e levou o público à loucura.
Com este resultado, o Benfica vai na frente para a segunda-mão, que se disputa no dia 6 de março, no Pavilhão João Rocha.

