Carlos Vicens analisou a goleada do Braga frente ao Ferencváros por 4-0. O treinador respondeu à pergunta do Bola na Rede.
Carlos Vicens marcou presença na conferência de imprensa, após a goleada do Braga frente ao Ferencváros que garantiu a passagem aos quartos-de-final da Europa League. O Bola na Rede esteve no Estádio Municipal de Braga e, no final do encontro, teve oportunidade de colocar uma questão ao treinador.
Bola na Rede: O Braga conseguiu variar entre saída de bola curta e longa, com muitas diagonais de Gabri Martinez, que aproveitavam os movimentos do trio de ataque que arrastavam a marcação individual adversária. Quão importante foi esta dinâmica para quebrar a pressão alta do Ferencváros?
Carlos Vicens: É algo que preparamos já na primeira mão, mas os timings foram melhores hoje. A vantagem de jogar eliminatórias a duas mãos é que dá para experimentar coisas, perceber os erros e melhorá-los. Sabíamos que, jogando contra uma equipa tão física que marca homem-a-homem, precisávamos de ter muita personalidade e de querer ter a bola. Mas também era necessário que eles sentissem a ameaça (da bola longa), e o Gabri ajudou-nos a fazer isso mesmo. Foi algo planeado para eles nunca estarem tranquilos quando nos apertavam. Foi uma parte importante do jogo porque, como já sabes, a construção de jogo é fundamental para nós. Penso que fomos inteligentes no ‘mix’ entre bolas curtas e bolas longas, decidimos bem nos momentos e isso permitiu-nos vencer hoje.



