O Benfica venceu o FC Porto por 3-2 no Clássico de Hóquei em Patins. Fica com os cinco destaques do encontro.
FC Porto e Benfica defrontaram-se no Dragão Arena em encontro a contar para os oitavos-de-final desta edição da Taça de Portugal de Hóquei em Patins. O Benfica derrotou a equipa azul e branca por 3-2. Estes foram os destaques do encontro:
Zé Miranda – Indubitavelmente um dos jovens mais talentosos do nosso hóquei nacional. Grande capacidade no remate de meia distância, e uma visão de jogo assinalável para alguém de apenas 22 anos. Nesta tarde/noite no Dragão Arena, não deixou os seus créditos por mãos alheias e marcou um belo golo que colocou o 2-0 no marcador a favor da equipa encarnada. Poderia ter coroado a sua excelente exibição com um segundo golo, repelido pelo poste da baliza portista. Falhou um livre directo, permitindo a defesa de Xavi Malián.
Roberto di Benedetto – Excelente primeira parte do defesa-médio francês. Vários detalhes que evidenciam toda a sua classe e qualidade, ficando na retina uma grande jogada individual que resultou no golo inaugural da equipa encarnada. Papel fulcral no terceiro golo da equipa benfiquista. Na segunda parte, esteve uns furos abaixo do que se tinha exibido na etapa inicial, mas a sua primeira parte é digna de todos os elogios.
Gonçalo Alves – Um dos únicos destaques de uma paupérrima primeira parte da equipa azul e branca, tendo marcado um grande golo com uma grande stickada de meia distância, que devolveu a emoção ao encontro, logo na jogada seguinte ao segundo golo da equipa do Benfica. Na segunda parte, falhou aquela que é uma das suas grandes especialidades: as grandes penalidades. Permitiu a defesa de Conti Acevedo nesse lance, que poderia ter colocado o empate no marcador. Teve mais uma oportunidade para ajudar a sua equipa a empatar o resultado, mas não foi bafejado pela sorte, uma vez que viu dois dos seus remates baterem no poste da baliza encarnada.
Xavi Malián – Mais uma vez, um dos grandes responsáveis pelo facto do FC Porto ter encaixado “apenas” três golos na primeira parte. Intervenções de elevado grau de dificuldade, que tiveram o condão de manter a equipa portista dentro do jogo. Na segunda parte, voltou a estar em grande destaque negando sucessivas oportunidades clamorosas de golo da equipa encarnada, destacando-se uma grande defesa a um livre directo de Zé Miranda.
Carlo di Benedetto – Depois de uma primeira parte desinspirada, o avançado francês veio com outra atitude para a etapa suplementar. Cobrou de forma exemplar um livre directo que recolocou os portistas na discussão do resultado, tendo estado ligado a vários ataques da equipa portista.

