Os 5 destaques do Sporting x Nacional na Taça da Liga

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O Sporting venceu esta terça-feira o Nacional da Madeira por 3-1 nos quartos-de-final da Taça da Liga e segue em frente na prova.

Maxi Araújo – muito por dentro, algo que já fazia bem antes de chagar a Lisboa, foi importante na conquista do corredor central, mas tabelas com Harder, na ocupação do espaço entre as linhas do Nacional e na objetividade rumo à baliza. Além disso, desequilibrou no 1×1. Na segunda parte, ocupando o lugar de Fresneda, que saiu, jogou mais por fora, subindo muito e bem pela linha, algo que a sua reconhecida polivalência permite. E cruza que não é brincadeira.

Fresneda – o espanhol foi usado na ala esquerda, que funcionou com uma fluidez inesperada na primeira parte. Fresneda foi o expoente máximo da pata canhota leonina nesses 45 minutos, com muitas ações com bola e sem medo de procurar a linha de fundo, qual Nuno Santos, mesmo tendo de usar o pé esquerdo para cruzar. Boa surpresa. Surpresa também foi vê-lo ser substituído ao intervalo.

Hjulmand – o capitão fez um jogo à capitão. Comandou o jogo sem bola, fez o seu papel com ela, permitiu que os homens da frente e das alas jogassem e ainda abriu o marcador, para não deixar nada ao acaso. Sempre em souplesse, foi o elemento de união das unidades da primeira parte, menos rodadas.

Gyokeres – Harder esteve bem, Gyokeres esteve melhor ainda. Entrou para dar trabalho aos defesas do Nacional e fazer… como é que se chama aquilo que o sueco costuma fazer? Ah, sim, golos. Plural, pois claro. Diga-se, para sublinhar, que um dos golos foi um tiraço de livre direto.

Audácia madeirense – o Nacional fez o seu papel defensivo, dentro do possível, mas nunca desprezou as transições ofensivas e até marcou em Alvalade, o que não tem sido fácil (ou sequer possível) para muitos visitantes do reduto leonino. Não havia nada a perder, é verdade, mas merece respeito a coragem nacionalista frente ao Sporting.

Márcio Francisco Paiva
Márcio Francisco Paivahttp://www.bolanarede.pt
O desporto bem praticado fascina-o, o jornalismo bem feito extasia-o. É apaixonado (ou doente, se quiserem, é quase igual – um apaixonado apenas comete mais loucuras) pelo SL Benfica e por tudo o que envolve o clube: modalidades, futebol de formação, futebol sénior. Por ser fascinado por desporto bem praticado, segue com especial atenção a NBA, a Premier League, os majors de Snooker, os Grand Slams de ténis, o campeonato espanhol de futsal e diversas competições europeias e mundiais de futebol e futsal. Quando está aborrecido, vê qualquer desporto. Quando está mesmo, mesmo aborrecido, pratica desporto. Sozinho. E perde.

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