A PSP negou este sábado a acusação do Bétis sobre uma alegada situação perigosa no jogo da Liga Europa com o Braga, explicando que os atrasos nas revistas estiveram relacionados com a deteção de material pirotécnico.
A PSP rejeitou a acusação do Bétis sobre uma alegada situação perigosa no jogo da Liga Europa frente ao Braga, explicando que, por se tratar de um jogo de alto risco, houve reforço policial antes, durante e depois da partida entre Braga e Bétis.
Segundo a polícia, entre o ponto de encontro dos adeptos e o estádio foram lançados artefactos pirotécnicos, o que levou ao reforço das revistas de segurança. A PSP afirmou ainda que os atrasos na entrada dos adeptos espanhóis se deveram à suspeita de posse de pirotecnia, posteriormente confirmada, tendo resultado em, uma detenção e duas expulsões do recinto.
A PSP contrariou a queixa do Bétis à UEFA, que falava numa situação perigosa e numa longa espera nas entradas do estádio em Braga. Segundo a PSP, os últimos adeptos do Bétis entraram no estádio pelas 18h05, sem qualquer ocorrência.
A eliminatória está empatada a 1-1 e será decidida a 16 de abril, em Sevilha.

