Roberto Martínez falou sobre vários temas em entrevista. Selecionador Nacional quer mais um ponta de lança para levar ao Mundial 2026.
Roberto Martínez deu uma entrevista à agência Lusa, na qual falou sobre vários temas. Entre eles, o técnico de 52 anos abordou o aspeto psicológico de ir ao Mundial, sendo que se prepara-se para participar no seu terceiro Campeonato do Mundo:
«Vai ser o meu terceiro Campeonato do Mundo e aprendi que ninguém chega como uma equipa campeã. É preciso crescer durante os primeiros três jogos e fazer tudo para que os nossos jogadores estejam confortáveis durante o torneio. Não temos história em Mundiais e isso faz parte da nossa preparação psicológica. Ir passo a passo e fazer os jogadores acreditarem que podemos realmente ganhar o Mundial».
Roberto Martínez abre a porta a um novo ponta de lança para o Mundial 2026:
«A porta da seleção está sempre aberta, mas a competitividade que existe faz com que a dificuldade em entrar seja grande. Mas, neste momento, achamos que precisamos de um terceiro ponta de lança e que essa será uma posição importante para Mundial. Temos vários perfis e o estágio de março vai ser muito importante nisso».
«Este Mundial vai ser complexo e exigente para as seleções europeias. Por isso, este estágio vai ser muito importante para primeiro jogarmos em altitude, no México, e depois num estádio fechado, que será com os Estados Unidos. Achamos que devíamos experimentar isso antes do Mundial e para nós é a preparação perfeita», disse ainda.
Roberto Martínez também falou sobre o último mês antes do Mundial:
«Essa é uma altura difícil por causa das lesões, mas faz parte. Acho que uma seleção que consegue ganhar uma taça ou um torneio é porque conseguiu adaptar a equipa nos momentos chave em que há lesões e castigos. Estamos agora mais preparados como equipa para ter soluções. Portugal cresceu muito durante os últimos torneios».
«Queremos fazer um amigável no dia 10 de junho, dia de Portugal, para criar a química perfeita com os nossos adeptos antes de irmos para o Campeonato do Mundo», concluiu Roberto Martínez.

