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Roberto Martínez realça baliza a zeros: «Foi um estágio positivo»

Diogo Ribeiro · 1 min

Roberto Martínez
Foto: Carlos Silva / Bola na Rede

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Roberto Martínez fez o rescaldo do encontro entre Portugal e a Escócia. Jogo da quarta jornada da Liga das Nações realizou-se no Hampden Park.

Roberto Martínez fez o rescaldo do encontro entre Portugal e a Escócia. Jogo da quarta jornada da Liga das Nações realizou-se no Hampden Park.

Roberto Martínez analisou o jogo entre Portugal e a Escócia a contar para a quarta jornada da Liga das Nações.

«O adversário também joga e depois de 60 minutos ficou num bloco baixo e deu a bola. Tivemos energia para defender. O perigo nestes jogos vem quando achamos que temos o controlo do jogo e a Escócia tem ataques rápidos e bolas paradas. Isso fizemos muito bem. Faltou o último passe e a magia na área. Dar crédito à Escócia, o guarda-redes fez uma exibição incrível. Faltou o golo, mas o desempenho foi positivo e acrescenta. Temos mais jogadores agora, a competitividade aumentou. Foi um estágio positivo com uma vitória e um empate», destacou o selecionador de Portugal.

«Perdemos um jogo contra a Geórgia, que podíamos perder porque estávamos apurados. A minha responsabilidade é experimentar e olhar para ligações novas. Os resultados são consequências do desempenho. Aceito a exigência máxima, está no balneário e internamente. Hoje merecíamos a vitória. Foi o segundo jogo consecutivo fora de casa, a equipa esteve sincronizada, mas faz parte do jogo. Aceitamos o resultado», concluiu Roberto Martínez.

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

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O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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