Publicidade

Vítor Bruno responde ao Bola na Rede: «Não havendo ninguém com o perfil do Nico, queríamos que tivessem um perfil de transporte e de pisar por dentro»

Diogo Ribeiro · 2 min

Vítor Bruno FC Porto
Foto: Paulo Ladeira / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Vítor Bruno analisou a vitória do FC Porto diante do Midtjylland. O técnico dos dragões respondeu à questão do Bola na Rede.

Vítor Bruno analisou a vitória do FC Porto diante do Midtjylland. O técnico dos dragões respondeu à questão do Bola na Rede.

O FC Porto venceu o Midtjylland por 2-0 na sexta jornada da Europa League. O Bola na Rede marcou presença no encontro e, no final do jogo, teve a possibilidade de colocar uma questão a Vítor Bruno, técnico dos dragões.

Podes ver AQUI a pergunta a Thomas Thomasberg, treinador do conjunto dinamarquês.

Bola na Rede: O FC Porto conseguiu por diversas vezes atrair a pressão do Midtjylland e encontrar espaço nas costas para acelerar. Neste cenário, que justificações táticas encontra para o sucesso da 1ª fase de construção e, um pouco mais à frente no campo, qual a importância de ter o Fábio Vieira a jogar mais próximo do meio-campo para ver o jogo de frente e lançar e de ter o Pepê pela esquerda, onde parece mais facilmente identificar o espaço livre para receber, rodar e definir?

Vítor Bruno: Quando lançamos o jogo, temos várias valências que temos de analisar. Olhamos para o nosso rendimento diário – o dos jogadores -, para o treino, para o tipo de resposta que dão e olhamos muito para o lado estratégico. É inevitável, faz parte do nosso trabalho. Quando analisamos este adversário percebemos que era importante, na ausência do Nico, que estava castigado, ter gente por dentro que conseguisse ocupar esse espaço. Não havendo ninguém com o perfil do Nico, também não queremos cópias uns dos outros, mas que tivessem um perfil de transporte e de pisar por dentro, à frente da linha média, atrás da linha média e gente que ameaçasse permanentemente todo esse trajeto que os médios faziam para a pressão e alimentar a dúvida. Fizemos isso com o Galeno bem aberto no corredor para fazer com que pudessem dançar à largura, porque sabíamos que era uma equipa que ia fechar muito caminho por dentro com três médios. Queríamos ter gente a esticar a largura para encontrar dentro e para muitas vezes o Fábio, como disse e bem, poder ser alguém que alimenta com alguma qualidade pelo talento que tem os últimos 30/40 metros com uma definição mais dimensionada no campo. O golo resulta de um momento desses e depois há outros movimentos identificados sobre a linha defensiva que explorámos e bem. Temos várias imagens e analisámos isso ao intervalo. Os jogadores estavam lá, mas as bolas não entravam e entraram na segunda parte para fazer mais três ou quatro golos. Espero que os tenhamos guardado para o próximo jogo.

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
La Liga

Quem vive do passado é che | Valência

Para os adeptos do Valência, os che, o virar do milénio foi sinónimo de coleccionar quadros bonitos para mais tarde apreciar. No final dos anos 90 e início dos anos 2000, o Valência encheu a vitrina: uma Taça do Rei, uma Supertaça de Espanha, dois campeonatos, uma Taça UEFA e uma Supertaça Europeia. Importa referir que, embora não tenha vencido, disputou duas finais consecutivas da Liga dos Campeões, sendo derrotado primeiro pelo Real Madrid, depois pelo Bayern de Munique. Em campo brilharam nomes como Santiago Cañizares, David Albelda, Pablo Aimar, Rubén Baraja e Gaizka Mendieta; já no banco, Claudio Ranieri, o futuro obreiro do conto de fadas em Leicester, plantou as sementes que Héctor Cúper e Rafael Benítez souberam regar e transformar em frutos.

Ailton Pereira · 3 min de leitura
Ler a crónica
Seleção Nacional

5 jogadores que mais se destacaram com Jorge Jesus na Seleção Nacional

Os primeiros quatro jogos de Jorge Jesus ao comando da Seleção Nacional permitiram perceber quais os jogadores que melhor se adaptaram às ideias do novo selecionador. Entre golos, assistências e novas dinâmicas táticas, cinco nomes destacaram-se pela influência que tiveram no rendimento da equipa e pela forma como potenciaram as suas qualidades individuais. De João Félix a Rúben Neves, passando por Gonçalo Ramos, Vitinha e João Cancelo, este é o top-5 dos jogadores que mais se evidenciaram neste arranque da era Jorge Jesus.

Miguel Costa · 3 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.