Ana Cabecinha e Inês Henriques: A injustiça da não introdução dos 50 km Marcha e falta de igualdade do COI

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No BnR TV Modalidades desta semana, reunimos dois nomes ilustres da Marcha portuguesa: Ana Cabecinha (CO Pechão) e Inês Henriques (CN Rio Maior). Foram vários os assuntos falados dentro do assunto “Atletismo“, porém, abordou-se também a questão dos 50 km Marcha, a redução das distâncias nas provas e o Doping receberam uma especial atenção.

A preparação durante e agora pós-confinamento voltou, inevitavelmente, a ser tocado e as duas atletas frisaram que têm-se mantido em forma, mas que sentem falta da competição onde até os exercícios “mais exigentes” já fazem parte do plano de ambas.

No que diz respeito à Marcha, Ana Cabecinha e Inês Henriques classificaram como “injusto” a não introdução da distância de 50 km na disciplina no escalão feminino. Quanto à redução das distâncias, ambas as atletas acham complicado essa medida ser introduzida. Ana Cabecinha mostrou-se “feliz por ainda não terem terminado com a Marcha” nas provas de Atletismo e Inês Henriques critica as organizações de “não ouvir os atletas” neste aspeto.

Assunto (quase obrigatório) no Atletismo, os casos de Doping foi tema abordado pelas duas atletas que classificaram, novamente, “injusto” quando esta situação se sucede vezes sem conta. Inês Henriques e Ana Cabecinha recordaram mesmo situações em que o Doping afetou de forma indireta (subida de posições, após provas) as suas carreiras e também o sucedido com Naide Gomes, atleta olímpica portuguesa.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

João Pedro Barbosa
João Pedro Barbosahttp://www.bolanarede.pt
É aluno de Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social, tem 20 anos e é de Queluz. É um apaixonado pelo desporto. Praticou futebol, futsal e atletismo, mas sem grande sucesso. Prefere apreciar o desporto do lado de fora. O seu sonho é conciliar as duas coisas de que gosta, a escrita e o desporto.

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