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«O Damac tem sido um desafio exigente e que tem exigido muito da nossa equipa técnica» – Entrevista Bola na Rede a Armando Evangelista

Depois de ter somado a primeira vitória ao serviço do Damac e a atravessar uma série de seis encontros consecutivos a pontuar, Armando Evangelista já prepara a nova fase da temporada na Liga da Arábia Saudita. Neste domingo, frente ao Al Hilal, segue-se novo teste de fogo e o Bola na Rede foi saber mais acerca das dificuldades que tem tido num clube cuja realidade é bem diferente dos maiores do campeonato asiático. Um balanço em exclusivo do treinador português sobre a temporada no Damac.

«A Liga Saudita está a ter um crescimento enorme e isso também é visível no trabalho que a Liga e a Federação Sauditas estão a desenvolver».

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Bola na Rede: Boa tarde, Armando Evangelista. Começo por lhe perguntar sobre o futebol da Arábia Saudita. Tinha deixado elogios ao crescimento do futebol no país asiático. Mantém essa perspetiva? A realidade correspondeu às expectativas que tinha antes de chegar?

Armando Evangelista: Sim. As expectativas que tinha não foram defraudadas, até porque se olharmos para a Liga Saudita, para os jogadores e treinadores que neste momento consegue atrair, percebemos que existe um leque alargado de profissionais com provas dadas a nível europeu e mundial. A Liga Saudita está a ter um crescimento enorme e isso também é visível no trabalho que a Liga e a Federação Sauditas estão a desenvolver com o intuito de criar uma imagem diferente daquela que existia há uns anos. As medidas que têm sido postas em prática têm funcionado e parece-me que estão a beneficiar e muito a imagem daquilo que é hoje a Liga Saudita. É verdade que ainda tem que evoluir e tem muito por onde crescer, até porque me parece que existe ainda uma diferença muito grande entre 10 clubes que pertencem ao PIF e os restantes. Existe aqui uma grande diferença entre eles, uns já têm uma SAD e têm investimento privado e outros não. Mas, a verdade é que a Liga Saudita tem crescido, tem-se organizado e isso reflete-se na qualidade de jogo. Estou contente por aqui estar e estou a desfrutar ao máximo desta minha experiência.

Bola na Rede: Há vários treinadores portugueses a trabalhar na Arábia Saudita. Acredita que o treinador português construiu uma imagem forte e credível nesse contexto?

Armando Evangelista: O treinador português é “apetecível” não só na Liga Saudita. Se olharmos para o panorama mundial, vemos treinadores portugueses nas melhores ligas europeias, asiáticas, americanas, no Brasil e nas melhores ligas africanas. Temos sido visionários e temos sabido, ao longo destes anos, preparar-nos para as exigências do futebol, que nos dias de hoje está muito minucioso, e para as mudanças culturais quando mudamos de país, ou continente. Há outro fator, que por vezes desvalorizam um pouco, que se prende com o facto de nos fazermos acompanhar por uma equipa técnica composta por pessoas competentes e capazes de fazer face à exigência que hoje em dia o futebol tem. Existem muitas variáveis dentro do futebol que são precisas controlar e só pessoas competentes o conseguem. Temos entendido a importância de construir uma equipa técnica competente, ambiciosa e que partilhe dos mesmos princípios do treinador. Isto ajuda a desenvolver trabalhos credíveis. Daí não me admira que sejamos procurados por todo o mundo, porque por onde passamos damos provas da nossa competência e da nossa visão do que é o futebol e da sua evolução.

Armando Evangelista Damac Arábia Saudita
Fonte: Damac

Bola na Rede: Do ponto de vista tático, sente que o futebol saudita está a evoluir em termos de organização coletiva e rigor estratégico, ou ainda existe uma diferença significativa face ao futebol europeu?

Armando Evangelista: Ao olharmos para os jogadores e treinadores que estão nesta Liga percebemos de imediato que é uma Liga rica, competitiva e muito exigente em termos estratégicos, até porque temos os melhores a competir. Agora, é importante continuar a evoluir na organização e na forma como o jogador saudita olha para a competição e para a exigência que a mesma tem. Por vezes o jogador saudita não está na disposição de sacrificar alguns aspetos da juventude para se preparar da melhor forma para o que é a exigência desta competição. Mas isso tem melhorado, até pelo exemplo que os estrangeiros têm trazido à Liga e pela exigência que os treinadores estrangeiros começam a colocar. Pelo que me vou apercebendo, existe uma evolução muito grande para aquilo que era o antes da chegada do Cristiano Ronaldo e o que é agora, depois da chegada do Cristiano Ronaldo. Tem havido evolução, mas precisam de evoluir ainda mais em termos de profissionalismo, mentalidade e organização. No entanto reforço que se sente que essa evolução está presente e que se sente que existe um trabalho muito grande por trás.

«O Damac tem sido um desafio exigente e que tem exigido muito da nossa equipa técnica».

Bola na Rede: O Damac apresenta recursos mais modestos quando comparado com outros clubes do campeonato. Como tem sido a gestão do plantel perante essas limitações e de que forma isso influencia o trabalho diário da equipa?

Armando Evangelista: O Damac tem sido um desafio exigente e que tem exigido muito da nossa equipa técnica. O Damac faz parte do grupo de clubes de que falei anteriormente, em que o investimento não é o que toda a gente pensa que existe na Arábia Saudita. A diferença de investimento é muito grande para aquilo que são os clubes que fazem parte do PIB e os clubes que têm investimento privado. Posso dizer, por exemplo, há clubes na Arábia Saudita que fazem contratações por 70 milhões, 60 milhões, 50 milhões. O Damac é um clube que não compra jogadores, o que vai construindo é com jogadores livres no mercado, ou por empréstimo. Isso dificulta. Esta época foi particular, porque o Damac, em relação à temporada passada, montou um plantel praticamente novo. Foi uma janela de verão muito difícil, não conseguimos chegar nem próximo daquilo que pretendíamos para a composição de plantel. Esperamos que a janela de transferências que agora se vai abrir seja mais feliz e que possamos equilibrar o nosso plantel, dando-lhe mais qualidade e mais opções para aquilo que é a exigência desta Liga. Estamos a trabalhar arduamente para que isso possa acontecer, só que são aspetos que não dependem só da equipa técnica e do treinador. São vários fatores que têm de estar alinhados para que esta janela possa ser aquilo que pretendemos e para que possamos ter uma equipa mais competitiva. Não tem sido fácil trabalhar diariamente com um grupo reduzido, tendo em conta a exigência do campeonato. Estamos numa fase em que jogamos de três em três dias, com um grupo composto por 15 / 17 jogadores, completando com os Sub-21, que foi uma equipa montada este ano. Mas, estamos otimistas em relação àquilo que vai ser a janela do mercado e que vamos conseguir equilibrar e dotar a equipa de valores individuais para que possamos ser mais competitivos. De todo o modo, estou muito contente com aquilo que temos vindo a fazer, até porque se olharmos para a evolução que a equipa tem tido, podemos ver que nos últimos seis jogos somámos sempre pontos e não temos nenhuma derrota. Foram seis jogos consecutivos a somar pontos, o que não é fácil nesta Liga, principalmente quando temos as dificuldades que temos tido no Damac.

Bola na Rede: A equipa soma uma vitória, seis empates e apenas quatro derrotas em 12 jornadas. Que leitura faz deste percurso e que objetivos estabelece para a próxima fase da época?

Armando Evangelista: Nota-se a evolução, foi um plantel construído de novo. Inicialmente tivemos algumas dificuldades, até porque os poucos reforços que chegaram, chegaram já com o campeonato em andamento. Esta evolução destes seis jogos sem perder demonstra aquilo que temos vindo a fazer e a evolução que os jogadores têm tido. Estamos a trabalhar com um número muito grande de jogadores sauditas, com alguns deles a surpreender toda a gente pelo rendimento muito acima da média do que era esperado. Estou contente com a evolução, mas ciente de que esta segunda parte da época vai apertar. O número de jogos vai aumentar, em janeiro e fevereiro vamos ter à volta de 13, 14 jogos e é óbvio que temos que apetrechar a equipa com outras peças e outros valores para que possamos ser competitivos. De qualquer forma, estamos a trabalhar nesse sentido e espero conseguir isso neste mercado, sabendo que não depende só de mim, nem depende só da minha equipa técnica. Estamos empenhados nisso, porque esta liga é muito exigente e queremos ser cada vez mais competitivos e evoluir cada vez mais dentro do processo. Fomos muito bem recebidos por parte dos jogadores, que receberam muito bem as nossas ideias e assimilaram aquilo que era pretendido. Por isso, com um plantel mais equilibrado, acrescentando aqui algum valor individual, poderemos ter condições para atacar esta segunda volta de forma diferente.

Armando Evangelista Damac
Fonte: Damac

Bola na Rede: O plantel é composto por jogadores de várias nacionalidades. Como tem sido o processo de adaptação, nomeadamente ao nível da língua, da cultura e da integração no modelo de jogo?

Armando Evangelista: É verdade que as questões culturais e linguísticas são sempre fatores que não facilitam a integração e a evolução. Mas, a verdade é que quando trabalhamos com jogadores estrangeiros, grande parte dos que temos vieram de clubes europeus, têm uma mentalidade e formação diferentes. Depois temos a barreira linguística, hoje em dia o inglês é uma língua de ligação, mas nem todos falam inglês. Na realidade, a experiência que trago, recordo-me, por exemplo, que isso também foi notícia em Portugal, em Arouca, a trabalhar com 17 ou 18 nacionalidades diferentes, ou seja, com línguas e culturas diferentes, tivemos sucesso. O importante aqui é termos a noção de que há que saber respeitar a cultura, as dificuldades linguísticas, os timings e a religião de cada um. Quando assim é, quando existe respeito, quando existe este tipo de compreensão, as coisas funcionam. Quando existe verdade naquilo que se faz, as coisas funcionam e as pessoas estão mais abertas para receber e assimilar informação. A verdade é que sendo uma barreira, tem sido ultrapassada com relativa facilidade. Se há algo de que me orgulho naquilo que estamos a fazer, é o espírito de grupo e a união que estamos a conseguir implementar no Damac.

«No meu plantel tenho jogadores sauditas que estão a surpreender toda a gente pela evolução que têm tido».

Bola na Rede: Em termos de identidade de jogo, até que ponto conseguiu implementar as suas ideias no Damac, tendo em conta o contexto competitivo e as características do plantel?

Armando Evangelista: O treinador português olha para aquilo que tem pela frente, para as características dos seus jogadores, para o contexto do clube e da liga e procura tirar o melhor de cada jogador, o melhor daquilo que o clube nos pode oferecer para nos poder enquadrar no que são as exigências da liga. É óbvio que todo treinador tem um modelo de jogo ideal, mas nem sempre pode trabalhar em cima desse modelo. Isso porque para isso teria de jogadores com as características certas para que tudo pudesse funcionar. O que temos feito é procurar e olhar para as características dos jogadores que temos, olhar para as dificuldades que esta liga nos apresenta e conjugar tudo isso num modelo de jogo que nos possa dar a maior rentabilidade possível. É dessa forma que temos trabalhado. O ideal é poder escolher jogadores para aquilo que é o nosso modelo de jogo, para aquilo que nós idealizamos enquanto modelo de jogo, mas nem sempre é possível, e aqui não foi possível. Há que olhar para o problema e procurar soluções. É o que temos feito, procurar soluções dentro daquilo que temos e trabalhar, porque temos sido competitivos e queremos continuar a ser.

Bola na Rede: O crescimento do campeonato tem sido muito associado à chegada de jogadores e treinadores estrangeiros. Considera que esse processo está a ajudar também no desenvolvimento do jogador saudita?

Armando Evangelista: Sem dúvida que sim, porque o jogador saudita tem qualidade técnica, tem que evoluir a nível profissional, na forma como encara o profissionalismo, em termos de organização estratégica e tática. Sabemos que a chegada de treinadores e jogadores com outras experiências ajuda a evolução. Hoje em dia, o jogador saudita tem muitos e bons exemplos para seguir e para que possa refletir naquilo que tem feito e naquilo que precisa de fazer para chegar ao nível destes bons exemplos. Esta mistura de treinadores e jogadores que vêm de diversos campeonatos e de experiências diferentes, toda esta mistura ajuda a crescer a liga e o jogador saudita. É preciso olharmos para isso e ter a capacidade de tirar o melhor de cada um que está a representar a liga saudita, sejam treinadores, sejam jogadores. Acho que muitos jogadores estão a aproveitar isso de uma forma bastante benéfica e nota-se a evolução. No meu plantel tenho jogadores sauditas que estão a surpreender toda a gente pela evolução que têm tido. Estas chegadas, desde que vistas de forma positiva, são de aproveitar e de certeza que têm contribuído para aquilo que esta liga e os responsáveis por ela pretendem, que é dar uma imagem diferente daquela que tinha há uns e demonstrar que a liga saudita é um projeto viável.

«Al Hilal? Agora nós acreditamos muito naquilo que estamos a fazer, acreditamos nos nossos jogadores e acredito que vamos poder ser competitivos neste tipo de jogos».

Bola na Rede: Na próxima jornada defronta o Al Hilal e, nos cinco jogos seguintes, terá ainda pela frente Al Nassr e Al Ittihad. Como se prepara a equipa para enfrentar estes adversários de maior dimensão e exigência competitiva?

Armando Evangelista: A forma como se preparam estes jogos é a mesma como se prepara em toda a parte do mundo. Quando sabemos que existe uma diferença abismal entre estes clubes e o clube onde estamos a trabalhar, sabemos que a parte estratégica vai ter um peso enorme naquilo que poderá ser o desfecho do jogo. Em termos de individualidades não conseguimos competir nem de perto com estas equipas. Temos que apelar ao crer e à concentração dos nossos jogadores, bem como à parte estratégica para que eles tenham a capacidade de assimilar e de seguir a estratégia à risca. Esta é a única forma, não vejo outra, de poder equilibrar, ou de poder ser competitivo perante estes adversários. Porque estando tudo a funcionar a 100% temos que esperar que do outro lado haja um dia menos bom para que possamos ter um resultado que nos garanta somar pontos. Esta é a realidade. Agora nós acreditamos muito naquilo que estamos a fazer, acreditamos nos nossos jogadores e acredito que vamos poder ser competitivos neste tipo de jogos, enfrentando este tipo de adversários.

Bola na Rede: No Damac conta com dois jogadores bem conhecidos do futebol português: Kewin Silva, ex-Moreirense, e Morlaye Sylla, ex-Arouca. Que balanço faz do contributo de ambos para a equipa?

Armando Evangelista: Conheço muito bem, até porque são jogadores que tiveram algum tempo na nossa realidade, na nossa liga. Inclusive o Sylla trabalhou comigo em Arouca, conheço-o muito bem. São jogadores que trazem experiência e profissionalismo a esta liga. São o tipo de jogadores que valorizam a liga e o tipo de jogadores que a liga procura. São atletas sérios, com um tipo de adaptação fácil ao que é a cultura e as diferenças linguísticas que encontramos aqui na Arábia Saudita. É óbvio que Portugal é sempre um mercado apetecível para reforçarmos a equipa, mas é muito caro. É um dos que melhor conhecemos e que nos pode dar aquilo que pretendemos para equilibrar e tornar mais competitivo o plantel do Damac. No entanto, temos de estar atentos a outros mercados e mercados emergentes face àquilo que é a capacidade financeira do Damac. É um trabalho difícil, em que temos que procurar, por vezes, jogadores baratos, em que ainda não chegaram a um ponto de maturação que faça deles jogadores caros. Procuramos o tipo de jogador que nos possa ajudar e que nos seja permitido em termos financeiros.

Armando Evangelista Damac
Fonte: Damac

Bola na Rede: Admite continuar a olhar para o mercado português como uma via para reforçar o plantel do Damac no futuro?

Armando Evangelista: Sim, o mercado português é sempre muito apetecível. Saem sempre bons jogadores para todas as ligas e nós com o conhecimento que temos da Liga Portuguesa e pela facilidade com que recolhemos informação sobre determinados jogadores, é um mercado que está muito presente.

Bola na Rede: Esta é a sua segunda experiência no estrangeiro. Vê-se a consolidar um percurso fora de Portugal ou mantém a ambição de regressar ao futebol português a médio prazo?

Armando Evangelista: Olho para a minha carreira e para a gestão que procuro fazer dela, onde quero estar em primeiro lugar, onde me sinta bem, me sinta desejado, onde as pessoas acreditem que posso agregar valor àquilo que são os clubes. Depois há outro fator que vai norteando o que é a gestão da minha carreira, que se prende com aquilo que é a minha evolução enquanto treinador. Parece-me que quantas mais experiências deste género vivenciar, maior crescimento poderá ter a partilha do conhecimento. Isto porque, se o treinador português, e incluo-me neste lote, como é óbvio, tem capacidade, é criativo, é disciplinado, mas também é um treinador que não tem problemas nenhuns em olhar para aquilo que é feito de bom por outros colegas, noutras ligas, e aproveitar isso mesmo em benefício próprio. Não fujo à regra, procuro aprender e evoluir com toda a gente e procuro, acima de tudo, assimilar com as diferentes ligas, culturas e línguas por onde tenho passado. É óbvio que a liga portuguesa está sempre presente naquilo que é o planear da minha trajetória enquanto treinador, porque é a minha liga, é a minha casa, é onde tenho a minha família, é onde tenho os meus amigos, e, quando estamos fora, há sempre esse desejo de querer voltar. Por isso, dou muito valor a estas experiências no estrangeiro, mas, claro, sempre com o coração em casa e na liga portuguesa.

Mário Cagica Oliveira
Mário Cagica Oliveirahttp://www.bolanarede.pt
O Mário é o fundador do Bola na Rede, professor universitário e comentador de Desporto na DAZN Portugal e Rádio Observador. Vive o Desporto 24/7 e tem em José Mourinho a sua referência.

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