Os 5 melhores jogadores que passaram por SL Benfica e Inter de Milão

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SL Benfica e Inter de Milão medem forças nos quartos de final da Liga dos Campeões desta temporada e o favoritismo até parece apontar para a equipa italiana, segundo nos indica a Betano.

Alguns atuais e antigos futebolistas terão o coração dividido nesta eliminatória, uma vez que representaram ambos os emblemas. Neste artigo, serão apresentados os cinco melhores jogadores que vestiram as duas camisolas, com uma menção honrosa para João Cancelo, que, por força dos escassos dois jogos que contabilizou na equipa principal das águias, não tem lugar nesta lista. Contudo, no futuro, caso o já badalado retorno do lateral à Luz se efetive, talvez venha a integrar este top-5…

5.

Maniche – Embora tenha saído do Benfica de forma polémica e tenha também defendido as cores de Sporting e FC Porto, a qualidade que Maniche mostrou pelos encarnados é inegável. O médio cumpriu toda a formação na Luz e, ao longo de duas temporadas na equipa principal, contou 14 golos e seis assistências em 67 partidas, antes de trocar as águias pelos dragões em 2002. Posteriormente, numa fase mais tardia e descendente do seu trajeto (2008), representou o Inter durante meio ano por empréstimo do Atlético de Madrid e, apesar de só ter entrado em campo 11 vezes, com um tento apontado, auxiliou os milaneses a vencer uma Taça de Itália.

4.

Georgios Karagounis – Depois de se destacar no Panathinaikos, o médio mudou-se para Milão em 2003 e por lá permaneceu durante dois anos. À semelhança de Maniche, Karagounis também conquistou uma Taça de Itália, todavia não se conseguiu afirmar plenamente nos nerazzurri – somou 36 encontros, a maior parte deles vindos do banco, e duas assistências – e, de seguida, transferiu-se para os encarnados. Nas duas épocas (em 2007, voltou para o “seu” Panathinaikos) passadas em Lisboa, nomeadamente na segunda, o grego teve um maior protagonismo, alinhando de águia ao peito por 67 ocasiões, nas quais fez as redes abanarem três vezes e realizou quatro passes para golo.

3.

João Mário Benfica Boavista
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede

João Mário – Apesar de nunca ter realmente justificado os assinaláveis 45 milhões de euros investidos pelo Inter na sua contratação em 2016, João Mário teve momentos positivos em Itália, onde registou quatro golos e 12 assistências nos 69 duelos que disputou nas duas temporadas e meia em que atuou pelo clube. Findada a sua ligação aos milaneses, o médio mudou-se para o Benfica em 2021 e, após uma época razoável, tem estado na melhor forma da sua carreira no atual ano desportivo, tendo já anotado 23 golos e 12 assistências. Pelos nerazzurri, o internacional português foi incapaz de levantar qualquer troféu. Só o tempo dirá se a sua sorte será diferente pelos encarnados…

2.

Paulo Sousa – Curiosamente, o antigo médio também passou pelos dois rivais da 2ª Circular. Porém, antes de trocar o Benfica pelo Sporting, acompanhado por Pacheco, no verão quente de 1993, Paulo Sousa brilhou durante quatro épocas na equipa principal (também terminou a sua formação no clube) das águias, pela qual completou 112 partidas e venceu uma Liga, uma Taça e uma Supertaça nacionais. Em Itália, o atual treinador viveu os seus melhores anos ao serviço da Juventus, mas também vestiu a camisola do Inter entre 1997 e 2000, contudo, devido a problemas físicos só foi utilizado em 40 desafios neste período.

1.

Júlio César – O antigo guardião é, sem qualquer dúvida, o melhor jogador a ter representado os dois emblemas. Chegado a Milão em 2005, Júlio César viveu sete anos (300 jogos!) de sonho em Itália, afirmando-se como um dos melhores atletas do mundo na sua posição e conquistando todas as competições possíveis: um Campeonato do Mundo de Clubes, uma Liga dos Campeões, cinco Campeonatos, quatro Supertaças e três Taças italianas e recebeu ainda o prémio de melhor guarda-redes da UEFA em 2009/10. Em 2014, após sofrer sete golos da Alemanha na humilhante eliminação do Brasil do “seu” Mundial, o veterano foi recebido com desconfiança em Portugal. No entanto, Júlio César tratou de contrariar todas as dúvidas e voltou a mostrar muita qualidade nas 83 vezes que alinhou de águia ao peito, enriquecendo ainda mais o seu palmarés com três Ligas, uma Taça e uma Supertaça portuguesas.

Artigo da opinião de Simão Vitorino.

Redação BnR
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