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Cardiff já aparece no horizonte próximo de muitos adeptos de futebol. O local da final da ‘Champions’ é cada vez mais repetido em contas de Menssenger, WhatsApp, InstaDirect e Snapchat, sobretudo as que pertencem a monegascos, madrilenos e turinenses (excluam-se adeptos do Torino), ávidos da glória e a alegria que o clube da cidade pode trazer, e que tornam cada vez mais inquietos os dias destas gentes.
Nunca mais chega a altura da definição. A hora de confirmar a presença na final da prova-maior do futebol de clubes.
Sonha-se muito. Cada vez mais. Mas dois desses quatro sonhos transformar-se-ão em pesadelos no próximo dia 10, quando estiver decidido quem ‘salta’ fora da corrida ao ouro (ou à prata, neste caso, que constitui o troféu).
Não será a primeira vez, nem será a última, que a segunda semana de maio deixará um enorme amargo de boca contrastante com a enorme alegria da proximidade de poder ver o nome do clube tatuado na história do futebol. Antes, muito se chorou e sorriu precisamente nesta semana do quinto mês do ano.

Fonte: Nairaland
A frieza dos números gera emoções quentes nesta altura do ano: Mourinho, por exemplo, já esteve de joelhos (como na foto que acompanha esta introdução), a rezar para vencer um desempate por grandes penalidades que viria a perder (o ‘seu’ Real viria a perder para o Bayern) e a rejubilar de alegria (como na foto de capa deste artigo), com Camp Nou a ver, impotente, perante o apuramento do Inter às custas do Barça.
Tudo por causa de números. Números que se acumulam, ano após ano, frenesim após frenesim, até estabelecer recordes que definem quem foi melhor ou que traçam curiosidades que nós, adeptos de futebol, tanto gostamos de saber.
Importa que alguém vá à história procurar saber tudo o que ela tem para contar, para depois contar aos colegas de paixão. Fomos nós, os privilegiados. E trouxemos muito para contar sobre as meias-finais da era ‘Champions’.
Sejam bem-vindos à Força dos Números.
Foto de capa: SkySports
JOGADORES
7 auto-golos

Fonte: DailyMail
Os quartos-de-final da Champions (dobro do jogos) tiveram, contando já com esta edição, tantos auto-golos como as meias-finais.
O Barcelona foi, a par do Real Madrid, quem mais beneficiou do azar alheio. Em 1999/00, Pellegrino, ao serviço do Valência (primeiro auto-golo desta era nesta fase) e em 2001/02, Helguera (que já apareceu, neste capítulo, na força dos números relativa aos quartos-de-final da Champions) ajudaram uns blaugrana que também viriam a ser vítimas do infortúnio – Piqué contribuiu para a passagem do Bayern à final de 2012/13, naquele que viria a ser o penúltimo auto-golo desta fase da Champions, antecedendo o de Fernando (Manchester City) em benefício do Real Madrid.
No espaço temporal entre a pouca sorte de Pellegrino e Fernando, surgem, para além dos referidos Piqué e Helguera, os nomes de Jeremies (fez um dos golos do Real contra o ‘seu’ Bayern) Zivkovic (marcou a favor do Manchester United, pelo Leverkusen, em 2001/02, ano em que os alemães até chegaram à final), Riise (pelo Liverpool, em 2007/08 marcou um golo do Chelsea)
12 expulsões

Fonte: GettyImages
Há uma curiosa tendência de presença portuguesa neste recorde das meias-finais da Champions: Pepe (Real Madrid), Jorge Andrade (Deportivo) e João Pinto (FC Porto) fazem com que Portugal lidere neste capítulo, secundado por Itália – Costacurta (Milan) e Thiago Motta (Inter) -, França – Abidal (Barcelona) e Carotti (Leeds) – e Inglaterra – Alan Smith (Leeds) e John Terry (Chelsea).
O escocês Darren Fletcher (Manchester United), o grego Zikos (Monaco) e o marroquino Naybet (Deportivo) foram os jogadores que acabaram por ir tomar banho mais cedo em meias-finais da Champions.
130 jogadores e 34 nacionalidades diferentes coloriram o placard

Fonte: MyLocalPitch.com
São estes os números dos golos já apontados em meias-finais da Champions.
34 nacionalidades diferentes, dividida por 130 jogadores, já estiveram registadas na ‘score sheet’, sendo a espanhola a que mais predomina – 22 jogadores do país vizinho já visaram as redes contrárias. Portugal só teve 4 jogadores diferentes a deixar marca – Paulo Sousa (pela Juventus) foi o primeiro, antes de Figo (pelo Real Madrid) , Costinha (pelo… Monaco) e o inevitável Cristiano Ronaldo.
10 golos do melhor marcador

Fonte: Sports Mole
Não será surpresa para ninguém – Cristiano Ronaldo é quem mais golos marca nesta fase da competição na era ‘Champions’, com 10 tentos, divididos entre Real Madrid (7) e Manchester United (3). Perto do português, apenas Robert Lewandowski, com 6 (4 pelo Dortmund, 2 pelo Bayern), Litmanen e Del Piero, com 5 (todos pelo Ajax e pela Juventus, respectivamente), embora o italiano tenha necessitado da “ajuda” de duas grandes penalidades, sendo mesmo o jogador que mais castigos máximos converteu nas meias-finais da era Champions (só foram assinaladas 11).
20 jogadores marcaram 2 ou mais golos

Fonte: Pinterest
Repetimos: Não será surpresa para ninguém – Cristiano Ronaldo está representado nesta lista, sendo mesmo o único jogador a conseguir marcar dois ou mais golos por duas equipas diferentes (bisou uma vez pelo Manchester United e duas pelo Real Madrid). A igualar o português no número de bis surgem Messi (Barcelona) e Litmanen (Ajax).
Com ‘apenas’ dois golos num jogo surge um desfile de nomes de luxo: Muller (Bayern), Drogba (Chelsea), Kaká (Milan), Neymar (Barcelona), Rooney (Manhcester United), Anderson (Manchester United), Philip Cocu (PSV), Pipo Inzaghi (Juventus), Juan Sanchez (Valência), Savicevic (Milan), Shevchenko (Dínamo de Kiev), Angulo (Valência), Stoichkov (Bulgária) e o único defesa central nesta lista – Sergio Ramos (Real Madrid).
‘Last but not least’: 3 obreiros de feitos incríveis- Olic e Del Piero fizeram um hat-trick por Bayern e Juventus, respectivamente, enquanto Lewandowski assinou um sensacional poker ao serviço do Dortmund, frente ao Real Madrid.
7 jogadores marcaram por equipas diferentes

Fonte: Daily Mail
Repete-se novamente: Não será surpresa para ninguém – Cristiano Ronaldo também está presente nesta lista, graças aos golos apontados ao serviço de Manchester United e Real Madrid.
A acompanhar o português, entre os jogadores que marcaram por 2 equipas diferentes em meias-finais da era Champions, surgem, por ordem cronológica do primeiro golo, Shevchenko (Dínamo de Kiev e Milan) Philipp Cocu (marcou por PSV e Barcelona), Morientes (Real Madrid e Monaco) Ji-Sung Park (PSV e Manchester United), Fernando Torres (Liverpool e Chelsea), Lewandowski (Bayern e Dortmund).
GUARDA-REDES
50 guarda-redes, 16 nacionalidades diferentes

Fonte: GettyImages
Meia centena de guarda-redes já defenderam as redes em toda a história das meias-finais da Champions, divididos por 16 nacionalidades diferentes. A mais representada é a espanhola (novamente) e a alemã, com 9 guarda-redes diferentes a marcar presença entre os postes: Vitor Valdes (Barcelona), Casillas (Real Madrid), Canizares (Valência), Diego Lopez (Real Madrid), Pepe Reina (Liverpool), Cesar Sanchez (Valência), Molina (Deportivo), Zubizarreta (Barcelona) e Almunia (Arsenal) entre os do país vizinha e Klos (Dortmund), Kahn (Bayern), Neuer (Bayern e Schalke), But (Bayern e Leverkusen), Illgner (Real Madrid), Lehmann (Arsenal), Gospodarek (Bayern), Ter Stegen (Barcelona) e Weidenfeller (Dortmund) entre os germânicos).
Portugal só teve a representação de um guarda-redes. Vitor Baía, campeão europeu pelo FC Porto, disputou 3 jogos (em 93/94 as meias-finais só se disputavam a uma mão), não sofreu em 2 (na gloriosa campanha de 2003/04, frente ao Depor).
A previsível titularidade de Subasic, pelo Monaco, na quarta-feira acrescentará um novo guarda-redes e uma nova nacionalidade a esta lista.
14 jogos

Fonte: Goal.com
Casillas, (pelo Real Madrid) Vitor Valdés (Barcelona) e Van der Sar e(Manchester United e Ajax), respectivamente, são as caras mais familiares entre os postes das balizas em meias-finais da Champions, todos com 14 jogos disputados.
Em perseguição ao trio, estão, com 12 jogos, Neuer (10 pelo Bayern, 2 pelo Schalke) e Cech (todos pelo Chelsea).
21 golos sofridos

Fonte: Sports Mole
Manuel Neuer foi o guarda-redes que mais golos consentiu em meias-finais da Champions. Os 6 golos encaixados ao serviço do Schalke e os 5 que sofreu do Real Madrid enquanto guardião do Bayern são os principais contribuintes para o recorde negativo do alemão.
6 jogos sem sofrer golos

Fonte: UEFA
Vitor Valdés (pelo Barcelona) e Edwin Van der Sar (2 pelo Ajax, 4 pelo Manchester United) são os guarda-redes que mais vezes deixaram a sua baliza inviolada em meias finais da Champions.
Cech (pelo Chelsea), que esteve 5 vezes sem sofrer, e Dida, que deixou as redes do Milan intocáveis por 4 ocasiões, também merecem destaque.
TREINADORES
16 recorde de presenças

Fonte: GettyImages
José Mourinho, com 8 eliminatórias e 16 jogos disputados, é o treinador com mais presenças em meias-finais na era ‘Champions’, divididas em representações por 4 clubes diferentes: Chelsea (6 jogos), Real Madrid (6), FC Porto (2) e Inter (2).
Logo atrás do “Special One”, aparecem Alex Ferguson (treinador com mais presenças em meias-finais da era Champions por um só clube – Manchester United), Pep Guardiola (8 jogos pelo Barcelona e 6 pelo Bayern) e Carlo Ancelotti (2 jogos com a Juventus, 4 com o Real Madrid e 8 com o Milan), todos com 14 presenças.
Nenhum se apurou para as meias-finais deste ano, pelo que o recorde de presenças em meias-finais da era Champions vai continuar a ser do português.
7 recorde de vitórias

Fonte: Telegraph
Alex Ferguson (Manchester United) e Omar Hitzfeld (3 com o Dortmund e 4 com o Bayern) são os dois treinadores com mais vitórias em meias-finais da era ‘Champions’. O alemão leva vantagem sobre o escocês, dado que teve menos oportunidades (10 contra 14) para as conseguir.
Atrás deste duo de monstros dos bancos aparecem, com 5 triunfos, aparecem Marcelo Lippi (Juventus), Louis Van Gaal (2 pelo Bayern, 2 pelo Ajax e 1 pelo Barcelona) e os inevitáveis José Mourinho (1 por Inter, Porto e Chelsea e 2 pelo Real Madrid) e Pep Guardiola (3 pelo Barcelona e 2 pelo Bayern)
22 golos marcados

Fonte: Daily Mail
Alex Ferguson, ao serviço do Manchester United, foi quem viu a sua equipa balançar mais vezes as redes contrárias nas meias-finais da ‘Champions’, contando com a preciosa contribuição de Cristiano Ronaldo (claro!) e de Wayne Rooney, os seus melhores marcadores, ambos com 3 golos, ao serviço do United, nesta fase da prova.
No que toca a golos sofridos, é Guardiola quem detém o recorde indesejado, com 20 golos sofridos – 12 pelo Bayern, 8 pelo Barcelona. Impossível esquecer, neste particular, a goleada consentida, pelo Bayern, diante do Real Madrid, em 2013/14 (0-4 em Munique, 0-5 no conjunto das duas mãos).
39 treinadores e13 nacionalidades diferentes

Fonte: Getty Images
Entre os 39 técnicos, foram 13 os países representados nos bancos de suplentes em meias-finais da ‘Champions’, entre Espanha e França (as mais representadas, com 7 técnicos diferentes), Itália (6), Alemanha (5), Holanda (4), Argentina (3), Inglaterra, Portugal, Chile, Israel, Rússia, Escócia e Irlanda (todos com 1).
Na corrente edição da ‘Champions’, apenas um nome se vai estrear – Leonardo Jardim. O técnico do Mónaco vai fazer subir para 2 o número de representantes portugueses em meias-finais da era ‘Champions’.
EQUIPAS
6 máximo de clubes diferentes em representação de um país

Fonte: Squakwa
Inglaterra (Manchester United, Manchester City, Arsenal, Chelsea, Liverpool e Leeds) e Espanha (Real Madrid, Barcelona, Atlético de Madrid, Valência, Deportivo e Villareal) são os países que mais equipas diferentes colocaram em meias-finais da era Champions, liderando uma lista de 9 países, perseguidas por Alemanha (Bayern, Dortmund, Leverkusen e Schalke) e França (PSG, Monaco, Nantes e Lyon), ambas com quatro equipas.
Portugal, desde 93/94, apenas colocou uma equipa nesta fase da prova: o FC Porto, que por lá apareceu nas primeiras e nas décimas (2003/04, quando se sagrou campeão europeu) meias-finais. da ‘Champions’) .
11 presenças, 6 delas consecutivas

Fonte: UEFA
Com a presença na meia-final deste ano, o Real Madrid vai descolar do Barcelona e tornar-se na equipa com mais encontros disputados em meias-finais da era Champions e no conjunto com mais jogos disputados nesta fase da prova.
Os merengues, com a qualificação para a “final four” deste ano, conseguiram a 12ª presença (estavam empatados com os blaugrana – ambos com 9), a 7ª consecutiva (tinha 6, juntamente com os catalães). Curiosamente, este último trajecto começou a ser trilhado em 2010/11 num… Real-Barça!
11 vitórias

Fonte: GettyImages
É este o número máximo de triunfos conseguidos por uma equipa em meias-finais da Champions e pertence ao Bayern. Os bávaros conseguiram este número em 10 presenças (20 jogos), sendo a única equipa com mais vitórias que eliminatórias disputadas.
Em termos absolutos, os alemães podem ser ultrapassados pelo Real Madrid, caso os merengues (10 vitórias), triunfem nos dois duelos com o Atlético de Madrid.
28 golos marcados, 27 sofridos

Fonte: Goal.com
Eis os máximos de tentos conseguidos e encaixados por uma equipa em meias-finais da Champions.
A Juventus é a equipa que com a média (a maior também) mais produtiva da competição com 4.3 golos (26 tentos em 6 eliminatórias) conseguidos por presença, e da qual não é alheia os 6 golos apontados ao Mónaco em 1997/98 ou os mesmos 6 conseguidos ao Ajax no ano anterior (6-2). O Bayern, porém, é o detentor do recorde absoluto, com 28 golos apontados (o Real Madrid está à espreita, com 27), ao qual não será alheio um certo 7-0 (4-0 + 3-0) que, ao mesmo tempo, explica o recorde de golos sofridos detido pelo Barcelona.
A equipa com pior média em termos de golos sofridos é o Schalke. Os alemães, curiosamente com Manuel Neuer na baliza (depois de terem deixado o FC Porto pelo caminho), sofreram 6 tentos frente ao Manchester, na única meia-final de Champions que disputou. Com mais que uma presença e pior média, surge o Monaco – 4 golos por eliminatória (12 golos sofridos em 3 presenças… e 5 jogos, já que a primeira presença aconteceu em 1993/93, altura em que as meias-finais se disputavam a uma só mão).
100% de taxa de apuramento para a final

No total, foram 3 as equipas que garantiram o apuramento para o jogo decisivo da ‘Champions’ sempre que pisaram o palco das meias-finais: O Leverkusen, em 2001/02 (nem precisou de vencer, somou apenas 2 empates, qualificando-se graças à diferença de golos às custas do Manchester United), o Valência, que triunfou nas duas meias-finais em que esteve (1999/00, depois de deixar o Barça pelo caminho, e 2000/01, eliminando o Leeds),e o… Atlético de Madrid – os colchoneros qualificaram-se para a final da Liga dos Campeões por duas vezes nos últimos 3 anos, deixando para trás, respectivamente, Barcelona e Bayern. O Real Madrid que se cuide este ano, pois.
ELIMINATÓRIAS
8 duelos entre equipas do mesmo país

Fonte: Zimbio
O Real Madrid – Atlético será o 9º confronto entre equipas do mesmo país, igualando a Espanha à Inglaterra como o país com mais confrontos entre os “seus” clubes em meias-finais da Champions.
A primeira disputa aconteceu na época 1999/00, com um Valência-Barcelona, que antecedeu um Barcelona – Real Madrid (2001/02), duelo que se viria a repetir em 2010/11, algo que, porém, não seria inédito, visto que o Chelsea – Liverpool se repetiu por três vezes em meias-finais da Champions (2004/05, 2006/07 e 2007/08).
A estes duelos acresce um Inter – Milan (2002/03) e um Manchester United – Arsenal (2008/09).
10 recorde de golos numa eliminatória

Fonte: UEFA
Juventus e Monaco vão-se encontrar pela segunda vez na história em meias-finais da Champions. A avaliar pela primeira, temos espetáculo garantido – é que em 1997/98, época do primeiro encontro entre monegascos e turinenses, foi estabelecido um recorde de golos numa eliminatória desta fase da prova. Nada mais nada menos que 10, 5 em cada mão: aos 4-1 em Turim (Del Piero brilhou com um hat-trick e Costinha marcou para o Mónaco), favoráveis à Juve, sucedeu um 3-2, para o Monaco, no Principado.
2 eliminatórias foram decididas via grandes penalidades

Fonte: PInterest
Em 46 eliminatórias da era Champions, apenas 2 se resolveram da marca dos 11 metros. Ponto comum às duas? José Mourinho.
Foi preciso esperar até 2006/07 para haver uma decisão por grandes penalidades numa meia-final da Champions. Na altura, Chelsea (de Mourinho e Paulo Ferreira) e Liverpool, depois de duplo 1-0 a favor da equipa da casa, resolveram a passagem à final da marca dos 11 metros, abrindo espaço para o show de Pepe Reina, que garantiu a passagem dos reds à segunda final da Champions em 3 anos, levando Anfield Road ao rubro.
A outra eliminatória empatada nos 180 minutos regulamentares + 30 de prolongamento (2-1 nas duas mãos para a equipa da casa) foi o Real Madrid – Bayern de 2011/12, onde Neuer brilhou no Santiago Bernabéu, deixando para trás os portugueses Cristiano Ronaldo, Pepe, Fábio Coentrão… e José Mourinho









