O fabuloso destino de Cristiano Ronaldo

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Há 3 anos atrás, e perante insuficiência de rendimentos fiscais, o governo das Filipinas decidiu adoptar nova forma de dissuadir o seu povo a pagar impostos. Foram atrás de Manny Pacquiao, personalidade (e residente fiscal) mais conhecida no país, dando início a um circo mediático com uma mensagem gritante nas entrelinhas – para além da morte, o pagamento de impostos era a única coisa da qual não se poderia escapar (como Benjamin Franklin, antigo presidente dos EUA, uma vez disse).

Fizeram do pugilista um exemplo, tal como o fisco espanhol quer, agora, fazer de Cristiano Ronaldo. Exista, ou não, evasão fiscal, a sigla CR7 é, por estes dias, um lembrete para que cidadãos e residentes fiscais espanhóis cumpram com as suas obrigações fiscais. É o poder dos media ao favor do fisco, ainda para mais agora, que cresce o rumor de que o melhor jogador do mundo pode abandonar o futebol espanhol. Logicamente.

CR7 celebra o hat-trick diante do Wolfsburgo Fonte: SkySports
Uma imagem que se pode tornar irrepetível
Fonte: SkySports

Cristiano Ronaldo, como profissional exemplar que é, trabalhou exaustivamente a nível físico e emocional para chegar aos patamares atingidos no final da época de clubes, ainda tem uma Taça das Confederações para disputar e vai chegar ao início de Julho cansado e com vontade de gozar umas merecidíssimas férias junto dos seus filhos. Mas não o vai poder fazer. Pelo menos com a tranquilidade que desejava. Porque o fisco espanhol exige que desvie a sua energia, de tão poderoso que quer parecer… e é.

Junte-se isto à influência dos media espanhóis, com implicações nefastas na sua vida (independentemente da ajuda da estrutura do futebol madridista, impossível medir a olho nu, mas que, alega-se, não tem apoiado CR7 como este esperaria) e está criado o cenário para uma mudança de ares que já foi dada como… “irreversível” pelo jornal A Bola, pioneiro desta informação.

Para onde? Por quanto? O que perderia ao sair? É isso que se analisa nas páginas seguintes.

Pedro Machado
Pedro Machado
Enquanto a França se sagrava campeã do mundo de futebol em casa, o pequeno Pedro já devorava as letras dos jornais desportivos nacionais, começando a nascer dentro dele duas paixões, o futebol e a escrita, que ainda não cessaram de crescer.                                                                                                                                                 O Pedro não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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