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À entrada para esta 7ª jornada, um ‘City’ que, na época passada, havia perdido os dois jogos na ‘Premier’ diante os ‘blues’, encontrava-se também impedido de contar com Sergio Aguero. Do lado londrino, uma vitória no ‘Vicente Calderón’ na Liga dos Campeões a meio da semana davam alento para receber o adversário em casa sabendo que uma vitória seria suficiente para igualar pontualmente a armada de Manchester. 4 remates em todo o jogo não é um número nada impressionante para a equipa de Antonio Conte que jogava em casa.
Do lado contrário, a expectável maior quantidade de posse de bola e um total de 19 remates premeiam uma equipa à imagem do seu técnico. Pressionante a todo o campo e sempre perigosa em ataque posicional. Penalizado na sua ferocidade ofensiva pela saída de Morata, lesionado, a entrada de Willian no seu lugar e a passagem de Hazard para a posição mais adiantada do ataque tornou a equipa da casa carente de um homem de área.

Fonte: Premier League
Bem perto da meia hora de jogo, a capacidade de criação dos forasteiros ficou demonstrada num remate já dentro da área de David Silva respondendo Courtois com atenta defesa. No último lance da etapa inicial, Fernandinho de cabeça obrigou novamente o guardião belga a agir. Para a segunda parte estava reservada (67’) a jogada-piloto da partida: De Bruyne fura na defesa contrária combinando em tabela com Gabriel Jesus à entrada da área e chuta de pé esquerdo marcando junto do poste direito.
Perto do final, Gabriel Jesus, a 5 minutos dos 90, atirou com selo de golo, mas Rudiger salvou o campeão inglês de mais um golpe. Com bola e sem bola, o Manchester City foi melhor, mais consistente, mais inteligente que o Chelsea e…no ataque, foi o mais perigoso…e a diferença não foi pouca!
Este ‘City’ de Guardiola está numa forma incrível. Nada de modesto, portanto. Colam-se agora ao vizinho ‘United’ no topo da classificação e, assim, perduram a série invicta em ‘Stamford Bridge’.
Desculpa lá, Pep!
Foto de capa: Manchester City FC
A FIGURA

Kevin de Bruyne (Manchester City) – Foi o golo, sim, confesso. Foi o golo o critério de atribuição deste ‘galardão’. É que, no miolo, o belga Kevin de Bruyne e o espanhol David Silva são os cérebros da criação de jogo da equipa. Não é só criar espaços para os outros, é também criar espaços com os outros. E, já agora, também há golo e muita chegada na finalização. Neste caso, o líder de assistências da última Premier League decidiu o jogo! E como foi ele….está escolhido!
O FORA-DE-JOGO

Andreas Christensen (Chelsea FC): O jovem central dinamarquês tem sido um dos grandes destaques deste arranque de época dos ‘blues’. Tem sido aposta de Conte no seu 3x5x2, mas a mobilidade e imprevisibilidade da forma de atacar do adversário foram elementos com os quais não conseguiu lidar da melhor forma. Ainda que no ar seja forte, caiu no engodo da caça dos espaços que é o ataque em circulação contrário e fraquejou contra a velocidade dos dianteiros que marcava.








