Última horaPaulo Fonseca vai assinar contrato até 2030 com o Sporting
Publicidade

Wolverhampton FC: Deu trabalho subir com sorte

Pedro Machado · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Dizem que a sorte se procura e encontra no meio do trabalho. Por isso, sim, pode-se falar em sorte se olharmos para a subida do Wolverhampton através de um golo apontado aos 93 minutos num jogo que não foi por si disputado.

Porque fazê-lo implica olhar para o trabalho desenvolvido pela equipa técnica e jogadores ao longo do ano. Implica lembrar o longo e difícil caminho percorrido (42 jogos até agora, no Championship, que é um dos campeonatos mais competitivos do mundo) até aqui, e que contempla uma série de três vitórias consecutivas com que o Wolverhampton abriu o campeonato e a forma se reergueu de uma goleada sofrida em Villa Park (4-1), vencendo cinco dos seis jogos, com exibições convincentes que se seguiram numa demonstração de carácter que lhes deu acesso ao pequeno luxo de poder festejar a subida 18 horas antes de entrar em campo.

A (merecida) festa do Wolverhampton
Fonte: Wolverhampton FC

Nuno Espírito Santo (o treinador), Rúben Neves (fez um golaço no último jogo desta série e fez o tento que decidiu o jogo frente ao rival Cardiff), Diogo Jota (o goleador da equipa), Ivan Cavaleiro (o jogador com mais jogos neste Wolves), Hélder Costa ou Roderick, por exemplo (falando apenas dos portugueses) trabalharam para que, juntos, pudessem celebrar, efusivamente, o golo de Maupay (Brentford). Um cabeceamento que morreu nas redes do Fulham e que ditou a passagem do Wolverhampton à liga onde todos ambicionam jogar.

Sorte? Sim, sorte. Mas com muito trabalho.

Foto de capa: Wolverhampton FC

Pedro Machado

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Exigir sem pressionar | Fórmula 1

Na semana passada escrevi sobre quem soube esperar. Esta semana, três jovens lembram-me de que também se pode chegar cedo. Anteriormente, Carlos Alcaraz ganhou o primeiro Grand Slam, o US Open de 2022, com apenas 19 anos. Lamine Yamal, além do espectáculo que dá em campo e do título de campeão do mundo, foi o primeiro a terminar três edições consecutivas no top 10 da Bola de Ouro antes de completar 20 anos. Este fim-de-semana, no Grande Prémio do México de Fórmula 1, apareceu o terceiro: Kimi Antonelli. Aos 20 anos, na sua segunda temporada na Fórmula 1, é o campeão mais jovem de sempre e o primeiro italiano a conquistar o título desde 1953. Terminou em terceiro, atrás de Max Verstappen e Lewis Hamilton, e o pódio ficou com três campeões do mundo: quatro títulos de um, sete de outro e a estreia do mais novo. A fotografia emoldura o passado, o presente e, quiçá, o futuro.

Ailton Pereira · 3 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.