Última horaManchester United pode provocar ‘terramoto’ no que diz respeito aos treinadores: eis o alvo dos red devils
Publicidade

Obrigado, Sneijder!

Carlos Monteiro Teixeira · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

É mais um grande nome do futebol que se aposenta. Depois de Van Persie e Arjen Robben terem anunciado o fim das suas carreiras futebolísticas (Maio e Julho deste ano), Sneijder também se junta ao duo que tantas vezes “destruiu” defesas adversárias. 35 anos depois o holandês decide iniciar o seu descanso depois de anos glórios em grandes clubes europeus.

Para trás deixa um histórico invejável para qualquer jogador de futebol. Foram mais de 710 jogos e 189 golos marcados durante 17 anos de carreira. O palmarés? Enormíssimo e que será referido mais à frente.

Os clubes e a “Laranja Mecânica”

Seis clubes representados em toda a sua carreira: Ajax, Real Madrid, Inter de Milão, Galatasaray, Nice e Al-Gharafa. A estes não nos podemos esquecer dos 15 anos na Seleção Holandesa, a tão conhecida “Laranja Mecânica”. O seu ponto alto foi a final do Mundial 2010 em que saiu derrotado pela Espanha. Retirou-se no ano passado com 133 jogos nas pernas, detendo assim o recorde do jogador com mais internacionalizações pelo país. Os 31 golos marcados fazem-no fechar o Top-10 dos mais goleadores de sempre.

Sneijder não é um desconhecido no mundo do futebol mas à sua grandiosidade nunca foi reconhecida devidamente. Talvez um título internacional pela sua Seleção ter-lhe-ia dado outra visibilidade.

Fonte: The Netherlands Football Team

Sneijder, o melhor do mundo em 2010?

É um tema que hoje em dia ainda é discutido pelos amantes do futebol. Uns dizem que nesse ano o holandês foi o melhor da seleção vice-campeã do Mundial (a par de Müller foi o melhor marcador com cinco golos) e do Inter treinador por José Mourinho que venceu Liga dos Campeões, Campeonato Italiano e Taça de Itália. Outros assumem que o nível individual de Messi era superior e merecedor desta distinção. Na verdade, os primeiros são os que têm mais razão, na minha opinião. Merecia pelo menos estar no top-3, algo que não se veio a suceder pois foi 4º com 14,48% dos votos. Messi foi 1º com 22,65%, Iniesta 2º com 17,36% e Xavi 3º com 16,48%. Estes votos foram atribuídos por treinadores e capitães de equipa.

Se o formato da atribuição da Bola de Ouro fosse igual ao de 2009 (votos só de jornalistas), Sneijder teria vencido, Iniesta seria 2º, Xavi 3º e Messi 4º. Mesmo não conseguindo a premiação máxima, o holandês fez parte da Equipa do Ano da UEFA.

Foto de Capa: Ajax

Revisto por: Jorge Neves

Carlos Monteiro Teixeira

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.