Brasil 3-1 Peru: Canarinha conquista Copa América no Maracanã

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O Brasil conquistou hoje a nona Copa América da sua história, após bater o Perú na final por 3-1. Num Maracanã a rebentar pelas costuras, os golos da Canarinha foram da autoria de Everton, Gabriel Jesus e Richarlison, ao passo que Guerrero fez o golo de honra dos derrotados.

Antes do jogo, em sites de apostas presentes no mercado internacional, o Brasil era dado como largo favorito, com odds rondar os 1.30 para vencer o jogo. Por outro lado, a odd do surpreendente Peru pagava cerca de 13 vezes o valor apostado! Tais valores puderam ser apurados na página de casas de apostas desportivas Wincomparator, que avalia sites nos quais os brasileiros costumam fazer os seus prognósticos.

O Maracanã viu a equipa da casa assumir o favoritismo desde o início, controlando as operações desde cedo e conseguindo mais posse de bola que o Perú. A seleção orientada por Gareca mostrou dificuldades em construir desde a retaguarda, apresentando um bloco defensivo mais cauteloso e tendo em Paulo Guerrero o homem-alvo do seu movimento atacante.

E foi praticamente na primeira oportunidade de perigo que o Brasil chegou à vantagem. Excelente trabalho de Gabriel Jesus na direita do seu ataque, que culminou com um centro largo para o segundo poste, onde apareceu Everton a finalizar de primeira para gáudio dos adeptos brasileiros.

Após o golo madrugador, a Canarinha voltou a estar perto de marcar aos 24’ e 36’, por Coutinho e Firmino respetivamente, ao passo que o Perú mostrava muitas dificuldades para ameaçar a baliza de Alisson. A equipa de Tite apresentou a dinâmica ofensiva habitual, fortemente enraizada na mobilidade do tridente ofensivo Everton-Firmino-Gabriel Jesus, que foram um constante quebra-cabeças para a defesa do Perú.

Apesar disso, e contra a corrente de jogo, a seleção do Peru chegou ao empate já perto do intervalo, por intermédio de Paolo Guerrero. O avançado converteu com sucesso uma grande penalidade que castigou mão de Thiago Silva dentro da área do Brasil.

Mas a festa dos peruanos durou pouco, quatro minutos apenas, que foi o tempo que o Brasil demorou a encontrar o caminho para a baliza à guarda de Gallese. Numa jogada rápida de ataque que começou com um desarme fantástico de Firmino, Arthur assistiu Gabriel Jesus e o avançado brasileiro finalizou com calma, levando a sua equipa a vender por 2-1 para o intervalo.
Everton marcou o primeiro golo da final
Fonte: Copa América

No regresso para a segunda parte manteve-se a toada do primeiro tempo, com o Brasil a ser mais perigoso e o Perú a não conseguir justificar o porquê de estar a disputar esta final. Aos 51’, Coutinho ficou novamente perto de marcar, num remate de meia distância que ficou a centímetros do alvo e cinco minutos mais tarde foi a vez de Firmino também ficar pertíssimo do golo, com um cabeceamento após passe de Alex Sandro.

Aos 70’ Gabriel Jesus recebeu ordem de expulsão, quando viu o segundo amarelo após entrada displicente sobre um adversário. O Perú aproveitou o desnorte dos brasileiros para assustar Alisson por duas vezes, primeiro Trauco e depois Flores, mas foi mesmo o Brasil a voltar a marcar, num penalty polémico que castigou falta inexistente de Zambrano sobre Everton. Na cobrança, Richarlison fez com categoria o 3-1 final e colocou o Maracanã em delírio.

Vitória justa do Brasil, que foi sempre a equipa mais dominadora e esclarecida ao longo do jogo, não vacilando mesmo após a expulsão de Gabriel Jesus. Os brasileiros vencem a Copa América em casa, confirmando o favoritismo que lhes foi atribuído desde o início da competição.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES

Brasil: Alisson, Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva, Alex Sandro, Arthur, Casemiro, Gabriel Jesus, Coutinho (Militão, 76’), Everton (Allan, 90’) e Firmino (Richarlison, 74’).

Perú: Gallese, Abram, Trauco, Zambrano, Advíncula, Yotún (Ruidíaz, 77’), Tapia (Gonzáles, 82’), Cueva, Carrillo (polo, 86’), Flores e Guerrero.

Frederico Seruya
Frederico Seruya
"It's not who I am underneath, but what I do, that defines me" - Bruce Wayne/Batman.                                                                                                                                                O O Frederico escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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