No restante do jogo, esteve bem, mas Diogo Queirós (Portugal) não pode arriscar tanto no passe como o fez no lance que deu origem ao segundo golo inglês e que se revelou fatal para as cores lusas.
Enquanto a França se sagrava campeã do mundo de futebol em casa, o pequeno Pedro já devorava as letras dos jornais desportivos nacionais, começando a nascer dentro dele duas paixões, o futebol e a escrita, que ainda não cessaram de crescer.
O Pedro não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Há noites que não são apenas vitórias; são afirmações. Na quarta-feira à noite, na Luz, o Benfica viveu uma dessas raras ocasiões em que a história se escreve a vermelho e branco, com emoção, coragem e ambição