No restante do jogo, esteve bem, mas Diogo Queirós (Portugal) não pode arriscar tanto no passe como o fez no lance que deu origem ao segundo golo inglês e que se revelou fatal para as cores lusas.
Enquanto a França se sagrava campeã do mundo de futebol em casa, o pequeno Pedro já devorava as letras dos jornais desportivos nacionais, começando a nascer dentro dele duas paixões, o futebol e a escrita, que ainda não cessaram de crescer.
O Pedro não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Está aí o Portugal de Jorge Jesus, uma fantasia com dois meses de espera e 90 minutos de aprovação. Dizer que é o Portugal de Jorge Jesus é uma afirmação entre o pleonasmo e o eufemismo.