Análise da primeira metade da época

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A primeira metade da época já está concluída. Os All-Stars simbolizam esse marco e é agora que são feitas todas as decisões importantes. A grande corrida aos playoffs começou agora mesmo.

Posto isto, decidi aproveitar este momento para destacar as melhores e piores equipas, surpresas e jogadores até ao momento.

Charlotte Bobcats – A equipa, outrora formação com pior registo da liga, tem apresentado um basquetebol agradável em comparação com outros anos. Está em 8ª posição na conferência Este e pode ir aos playoffs. A adição de Al Jefferson foi muito boa para o grupo. Tem sido um dos melhores postes da liga, estatisticamente falando, e tem ajudado bastante a equipa. A equipa de Charlotte tem sido, sem dúvida alguma, a maior surpresa deste ano. E se forem aos playoffs, serão uma história de evolução tremenda no espaço de dois anos.

Estes jogadores estão prestes a entrar na história dos Bobcats. Se forem aos playoffs, vão passar da equipa com pior registo da liga aos playoffs no espaço de dois anos. Fonte: Bigstory.ap.org
Estes jogadores estão prestes a entrar na história dos Bobcats. Se forem aos playoffs, vão passar da equipa com pior registo da liga aos playoffs no espaço de dois anos.
Fonte: Bigstory.ap.org

Lance Stephenson – Pessoalmente, é o jogador que mais me tem surpreendido. Lidera a liga em triplos-duplos. A nível de assistências, é o que tem mais na equipa, e é o segundo jogador com mais pontos e ressaltos dos Pacers.

Cleveland Cavaliers – No início do ano, esta formação era apontada aos playoffs, no entanto, têm tido imensos problemas. Luol Deng foi trocado e pouco tempo depois da sua chegada, afirmou que não iria querer ficar na equipa do estado de Ohio. Anthony Bennett está a ser uma grande desilusão e de acordo com as necessidades do plantel, até Alex Len, posteriormente seleccionado pelos Phoenix Suns, teria sido uma escolha melhor.

Boston Celtics – Um grupo com a história dos Celtics não pode jogar para “tentar” ir aos playoffs. As trocas que têm realizado são todas para preparar a equipa para o futuro. Nesse sentido estão a ter uma gestão interessante, mas não deixa de ser decepcionante o estado da equipa.

Chicago Bulls – Não acredito que não haja ninguém que não aplauda o esforço dos Bulls este ano. De um plantel feito à volta de Derrick Rose, a uma grande falta de qualidade ofensiva. Os Bulls estão saudáveis e, certamente que já garantiram um lugar nos playoffs. Noah tem sido o jogador mais influente da equipa cedida em Illinois.

Goran Dragić tem ajudado os Suns a garantir vitórias, quase que suficientes, para irem aos playoffs. Esse destino não está muito longe. Fonte: Zanda.com
Goran Dragić tem ajudado os Suns a garantir vitórias, quase que suficientes, para irem aos playoffs. Esse destino não está muito longe.
Fonte: Zanda.com

Phoenix Suns – Apesar de terem um bom grupo, ninguém esperava que o grupo de Phoenix estivesse tão bem posicionado na corrida aos playoffs. A equipa sensação deste ano tem também um dos jogadores que mais evoluiu. Goran Dragić tem sido impressionante e tem carregado a formação às costas. Estamos perante um jogador que não só joga, como faz jogar muitíssimo bem todos à sua volta.

Sacramento Kings – Na mesma divisão que a equipa anterior, os Kings estão numa posição completamente oposta. Muito longe de sequer sonharem com os playoffs, os Kings têm-me sido uma grande desilusão. Com um dos postes mais irreverentes da liga, DeMarcus Cousins, com Rudy Gay, outrora considerado uma estrela em Memphis, mas que apresenta graves problemas de consistência, e um base que certamente merece um melhor plantel do que aquele em que está em Isaiah Thomas, os Kings têm o dever de estar melhor colocados.

Los Angeles Lakers – Da equipa com mais aparições nas finais da NBA, só se espera que estejam sempre a tentar ir lá mais uma vez. No entanto, estão empatados com os Kings no último lugar da conferencia Oeste, a grande desilusão desta época.

André Albuquerque
André Albuquerque
O André já fez natação, futebol, futsal, basquetebol, judo, karate, jiu-jitsu brasileiro, ténis de mesa. No entanto, não sabe fazer nada sem ser ver os jogos da NBA e do seu Benfica!                                                                                                                                                 O André não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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