Foi para isto que eles perderam

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Os Kings precisam basicamente de gente para todas as posições, por isso, duas escolhas nas primeiras catorze do draft vêm mesmo a calhar. Com a quinta escolha, De’Aaron Fox é o mais adequado. Um base supersónico, que ainda precisa de melhorar o lançamento, um pouco à imagem de John Wall quando chegou à NBA. E é mesmo no exemplo de Wall que os Kings vão pensar quando escolherem Fox em quinto. Para os Magic, o melhor jogador disponível será sempre a melhor opção. Há várias posições a melhorar, sendo que Jonathan Isaac deverá mesmo ser a melhor escolha. Um extremo longo e rápido, bom defesa mas que ainda precisa de aperfeiçoar o jogo ofensivo seria o parceiro ideal para Aaron Gordon. Isaac seria também a escolha principal para os Timberwolves, mas caso não haja essa possibilidade, Lauri Markkanen encaixará nos Wolves. O finlandês é um poste atirador, que daria espaço ao jogo interior de Wiggins e Karl-Anthony Towns e mais uma arma ofensiva à equipa de Thibodeau.

Na oitava posição, os Knicks pensarão que o que vier à rede é peixe. E o peixe deverá ser um base. A experiência Derrick Rose não correu bem, Carmelo Anthony está mais fora do que dentro e os Knicks precisarão de alguém capaz de marcar pontos para além de Porzingis. Malik Monk é um base explosivo que marca pontos que se farta, tornando-se assim no candidato ideal. Ainda no âmbito dos bases, Dennis Smith é a escolha óbvia para os Mavericks, assim esteja disponível. Smith é um base completo, capaz de organizar uma equipa em campo e os Mavs precisam disso mesmo. Na décima posição surgem de novo os Kings. A equipa de Sacramento deverá escolher um base primeiro e com a crença que têm em Buddy Hield, necessitarão de um jogador interior, até para colmatar a saída de Cousins. Zach Collins é o homem certo. O poste de Gonzaga não tem nada a ver com Cousins, nem é de um Cousins que os Kings precisam agora. Collins é um poste que vale mais pela sua presença defensiva, mas que também sabe atacar perto do cesto e daria uma opção interior interessante à equipa de Sacramento.

Luke Kennard foi a surpresa de Duke nesta temporada e tem subido nas previsões dos analistas a um ritmo alucinante Fonte: http://basketballsocietyonline.com
Luke Kennard foi a surpresa de Duke nesta temporada e tem subido nas previsões dos analistas a um ritmo alucinante
Fonte: http://basketballsocietyonline.com

Os Charlotte Hornets continuam a precisar de presença interior, mas a melhor opção disponível será de longe, um base. Luke Kennard oferece lançamento exterior a uma equipa que não tem grandes marcadores de pontos, exceptuando Kemba Walker, enquanto que Donovan Mitchell oferece uma capacidade defensiva exterior acima da média, a uma equipa que defendeu muito mal a linha de 3 pontos na temporada passada. Os Detroit Pistons, a precisar do mesmo tipo de jogador, ficarão com quem sobrar deste duo Kennard/Mitchell. Ou então, desistem de Reggie Jackson e vão buscar o jovem base francês Frank Ntilikina.

Os Denver Nuggets descobriram um diamante em Nikola Jokic e agora precisam de alguém para colocar ao seu lado. Uma presença constante perto do cesto seria interessante, e aí, John Collins, Jarrett Allen e Harry Giles seriam opções muito interessantes. Um extremo capaz de fazer várias coisas ofensivamente também seria uma boa opção, com o campeão da NCAA, Justin Jackson, no topo dessa lista. Por último surgem os Miami Heat. Uma segunda opção a Goran Dragic, um extremo/poste atirador ou uma reserva de Whiteside seriam as melhores opções. Há rumores sobre uma possível queda nas previsões de Frank Ntilikina, que agradaria a Miami para jogar na sombra de Dragic. Justin Jackson e TJ Leaf davam maior espaçamento ao ataque dos Heat e John Collins, Jarrett Allen ou Harry Giles seriam boas opções para substituir Hassan Whiteside vindos do banco.

Foto de Capa: Bleacher Report

António Pedro Dias
António Pedro Diashttp://www.bolanarede.pt
Tem 22 anos, é natural de Paços de Ferreira e adepto do SL Benfica. Desde muito pequeno que é adepto de futebol, desporto que praticou até aos 13 anos, altura em que percebeu que não tinha jeito para a coisa. Decidiu então experimentar o basquetebol e acabou por ser amor à primeira vista. Jogou até ao verão passado na Juventude Pacense e tem o Curso de Grau I de treinador de basquetebol desde os 19. O gosto pela NBA surgiu logo quando começou a jogar basquetebol e tem vindo a crescer desde então, com foco especial nos Miami Heat.                                                                                                                                                 O António escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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