Os Hornets corrigiram cedo neste verão três das suas maiores lacunas: Dwight Howard chegou a uma equipa a desesperar por um poste capaz de dominar, o draft trouxe o talento de Malik Monk a uma equipa que não garante um real talento desde Kemba Walker e Michael Carter-Williams vem suprir a necessidade de uma alternativa ao mesmo Kemba. A partir de agora, sobram as dúvidas. Será Dwight Howard capaz de voltar a dominar? Conseguirá Malik Monk aliar o talento à consistência? E será este o real valor de Carter-Williams? Ou conseguirá replicar a sua performance da temporada em que venceu o rookie do ano? Porque este plantel dos Hornets tem reais capacidades de conseguir o regresso aos playoffs e deverá mesmo consegui-lo, caso nada de estranho aconteça.
Tem 22 anos, é natural de Paços de Ferreira e adepto do SL Benfica. Desde muito pequeno que é adepto de futebol, desporto que praticou até aos 13 anos, altura em que percebeu que não tinha jeito para a coisa. Decidiu então experimentar o basquetebol e acabou por ser amor à primeira vista. Jogou até ao verão passado na Juventude Pacense e tem o Curso de Grau I de treinador de basquetebol desde os 19. O gosto pela NBA surgiu logo quando começou a jogar basquetebol e tem vindo a crescer desde então, com foco especial nos Miami Heat.
O António escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Enrique Riquelme continua a dar entrevistas em Espanha. O candidato opositor de Florentino Pérez garantiu que já tem fechado treinador para o Real Madrid.
Marco Silva vai estar em Lisboa nesta quarta-feira. O técnico português vai definir em breve o seu futuro, numa altura em que tem proposta de renovação do Fulham e interesse do Benfica.
Dia de final entre Rayo Vallecano e Crystal Palace na Conference League. Quando Liam Rosenior trocou o Estrasburgo pelo Chelsea, no princípio do ano civil, acabava de deixar os franceses no topo da fase de liga.