Em Dallas, vivem-se tempos estranhos. Por um lado, há todo um agradecimento a fazer a Nowitzki e a vontade de nunca o ver pendurar as botas. Por outro, os Mavericks vivem em stand-by, nos anos mais próximos, com a presença do alemão a não permitir uma completa remodelação da equipa. Depois de terem garantido o explosivo Dennis Smith Jr., no draft do último verão, a equipa de Dallas procurará construir à volta do base e de Harrison Barnes, sendo que o melhor caminho deverá mesmo ser o maior número de jogos possível para garantir uma escolha alta no próximo draft, carregado de excelentes jogadores interiores (uma das lacunas da equipa).
Tem 22 anos, é natural de Paços de Ferreira e adepto do SL Benfica. Desde muito pequeno que é adepto de futebol, desporto que praticou até aos 13 anos, altura em que percebeu que não tinha jeito para a coisa. Decidiu então experimentar o basquetebol e acabou por ser amor à primeira vista. Jogou até ao verão passado na Juventude Pacense e tem o Curso de Grau I de treinador de basquetebol desde os 19. O gosto pela NBA surgiu logo quando começou a jogar basquetebol e tem vindo a crescer desde então, com foco especial nos Miami Heat.
O António escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Rui Borges analisou o duelo entre o Sporting e o Casa Pia ganho pelos leões por 3-0. Técnico respondeu à questão do Bola na Rede em conferência de imprensa.
Álvaro Pacheco analisou o duelo entre o Sporting e o Casa Pia ganho pelos leões por 3-0. Técnico respondeu à questão do Bola na Rede em conferência de imprensa.
Foram lances isolados em que o Sporting explorou falhas nossas. Foi uma boa evolução da equipa ao longo do jogo. Sabemos a grandeza do Sporting. Estamos a habituar-nos às ideias do Álvaro, esta foi a primeira semana com ele, mas já tentámos colocar algumas ideias em prática. Ele quer que levemos a paixão para dentro de campo e por isso buscámos o resultado, com vontade e determinação. Acho que vão haver grandes coisas esta época.