Publicidade

Portugal 76-64 Chipre: Jogo que valeu pelo(s) triplo(s)

Alexandre Freitas · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

A Seleção Nacional Portuguesa venceu o Chipre por 76-64, num jogo onde estava em causa a liderança do grupo C na pré-qualificação para o Europeu de 2021.

A seleção lusa já havia perdido em casa do seu rival por um reduto resultado de 69-67 e necessitava de vencer, obrigatoriamente, a partida, que se realizou em Sines. Tal aconteceu.

Portugal liderou, desde o início do encontro, embora a seleção cipriota não tenha permitido à seleção portuguesa descolar-se muito no resultado. No entanto, houve distintas ocasiões onde a seleção portuguesa assegurou uma margem de dois dígitos frente à equipa do Chipre.

Aos 7 minutos do segundo quarto, o Chipre aproveitou-se do adormecimento português e igualou o resultado. Igualdade que não durou muito, uma vez que a seleção comandada por Mário Gomes, no final da primeira parte da partida, vencia com um parcial de 41-33.

Betinho contribuiu para a vitória com mais uma excelente exibição Fonte: Federação Portuguesa de Basquetebol

Portugal continuou com uma excelente prestação defensiva e uma ótima eficácia na linha de 3 pontos (32% no final do jogo) e conseguiu anular o jogo interior do Chipre, que causou, inclusivamente, 21 turnovers durante o jogo.

Na partida destacaram-se três atletas da seleção nacional: Nuno Oliveira (16 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências), Tomás Ribeiro (18 pontos e 5 triplos em nove tentativas) que com uma eficácia de 55,9% da linha de 3 pontos, liderou a seleção nacional em situações ofensivas e João Betinho Gomes (12 ressaltos) teve um papel crucial na defesa da seleção nacional.

Resta à seleção nacional deslocar-se a Luxemburgo, no dia 28 de junho, para jogar a última partida da pré-qualificação para o Europeu de 2021.

Foto de Capa: Federação Portuguesa de Basquetebol

Alexandre Freitas

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.